Irmãos dão voto de confiança à Mesa Administrativa da Misericórdia
Notícia de dívidas à Segurança Social não abalam a confiança dos Irmãos da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira na administração da instituição. Última assembleia-geral foi marcada pelos esclarecimentos do Provedor e pela ausência de dúvidas dos Irmãos
No final da intervenção do Provedor Alberto Pacheco, na passada segunda-feira, todos estavam satisfeitos. Mesmo com a insistência da Mesa da Assembleia e total disponibilidade dos intervenientes, ninguém pediu esclarecimentos sobre a situação económica e fiscal da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira, recentemente questionada por Luís Quintino, ex-provedor da instituição, e pelo labor, através de notícia publicada na edição de 25 de Setembro. No fim, foi mesmo proposto um voto de confiança e louvor à Mesa Administrativa da Misericórdia, aprovado por unanimidade.
Mais concorrida que o habitual, a Assembleia-Geral da Santa Casa reuniu na passada segunda-feira, 10, para votar o Orçamento de 2009 e discutir a evolução e situação económico-financeira da instituição. Este último ponto foi agendado a pedido da Mesa Administrativa por considerar que os escritos publicados no labor não têm “fundamento sério”.
Alberto Pacheco começou por destacar o “fortíssimo investimento” da Misericórdia desde 2004 no valor de 3.2 milhões de euros. A Unidade de Cuidados Continuados (UCC), a Creche Ludoteca de Fundo de Vila, a remodelação do piso inferior e da zona da antiga clausura do Lar de Idosos, o processo de certificação de qualidade do mesmo Lar, a substituição do equipamento solar térmico da Casa de Repouso, a renovação de equipamento e melhoramento dos espaços de cozinhas e lavandarias, a criação de aparcamento automóvel e do polidesportivo junto ao Centro de Acolhimento de Menores, entre outros, foram mencionados pelo provedor. Investimentos que, notou, “requereram um elevado esforço da Misericórdia, já que os subsídios contratados com entidades públicas não chegaram a atingir os 600 mil euros, além de terem ocorrido durante uma época “muito difícil” para a tesouraria. Os resultados líquidos entre 2002 e 2004 tinham sofrido um “acentuado agravamento” e urgia reverter essa tendência.
Assim, a partir de Maio de 2004, altura em que Alberto Pacheco sucede ao demissionário Luís Quintino, é iniciada o que Pacheco chama de “uma nova política de gestão”, demonstrada na AG pelo director de serviços Vítor Gonçalves através de gráficos, que também acompanham esta notícia.
O provedor destaca o aumento do activo na ordem dos 31 por cento entre 2004 e 2008, e, simultaneamente, o incremento da actividade social, o que, na sua opinião, confirma que a instituição está “patrimonialmente mais rica” e “mais presente na comunidade sanjoanense”.
Vítor Gonçalves chama a atenção para o cash-flow, ou seja, a capacidade de caixa para fazer face aos pagamentos, que se agravou de 2001 a 2004, tendo atingido mesmo valores negativos, voltando à escala positiva apenas em 2007. Uma evolução que não decorre da transferência de valor da UCC ou da Creche de Fundo de Vila, mas de “medidas de contenção e melhoria de receitas”.
O director de serviços reconhece o decréscimo nas disponibilidades em caixa e nos bancos, mas ressalva que tal é o preço a pagar pelo esforço de investimento. Em 2003, acrescenta Vítor Gonçalves, entrou em caixa mais de um milhão de euros como resultado da venda da clínica de fisioterapia e de transferências de pessoas que queriam listar-se em espera numa casa de repouso a edificar. “Receitas absolutamente extraordinárias”, alerta Gonçalves.
Dívida à Segurança Social confirma-se
O labor publicou em Setembro que a Santa Casa da Misericórdia devia ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social cerca de 153 mil euros relativos a contribuições e cotizações de Novembro e Dezembro de 2007 e Fevereiro a Abril de 2008. O provedor assegura que a dívida do ano passado está saldada desde Janeiro deste ano e a restante foi antecipadamente acordada entre Santa Casa e Segurança Social, comprometendo-se a primeira a liquidar o valor em 12 prestações. Trata-se de um plano de pagamento proposto pela instituição sanjoanense e “aceite imediatamente e sem reticências” por parte do Estado, que resulta da impossibilidade da tesouraria em suportar as despesas da Unidade de Cuidados Continuados (UCC). A Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN) atrasou-se três meses no pagamento de facturação da UCC e era necessário pagar medicação, gases medicinais, oxigénio e honorários clínicos e de enfermagem, justifica Alberto Pacheco.
No entanto, para poder celebrar com a Segurança Social o acordo de cooperação sobre a nova creche de Fundo de Vila, a Santa Casa é obrigada a ter a situação contributiva regularizada. Foi essa necessidade que levou a Segurança Social a avançar com uma hipoteca legal sobre o prédio do hospital como garantia de pagamento do valor em dívida.
Em resposta às acusações de Quintino, o presidente do Conselho Fiscal, Daniel Bastos da Silva, reforça a veracidade das contas de 2007, alegando que a dívida à Segurança Social está incluída nas dívidas ao Estado, publicadas no relatório dado a conhecer à assembleia.
Por: Anabela S. Carvalho
LABOR
12-11-2008
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PUBLICADAS SOBRE AS ACTIVIDADES DAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Santa Casa da Misericórdia de Alcafozes
Apartamentos para apoio a idosos sem procura
Os apartamentos, servem para acolher o idoso que não pode viver, sem ajuda, no seu lar habitual
Os apartamentos construídos no Concelho para receber idosos que necessitem de maiores cuidados temporários, não estão a ser aproveitados pela população. O projecto de Centros de Vida Assistidos de Apoio a Idosos está a funcionar nas freguesias de Monfortinho, Toulões e Alcafozes. Na primeira ainda não foram estreados, em Toulões, inaugurados há três meses. Em Alcafozes, geridos pela Santa Casa da Misericórdia local, a procura tem sido um pouco melhor.
O Centro de Vida Assistida de apoio a idosos tem a finalidade de proporcionar melhores condições de vida a todas as pessoas, principalmente idosos, que necessitem de apoio em situação de emergência. Em Toulões, os dois apartamentos são geridos pelo Centro de Dia, têm um quarto, casa de banho, cozinha e sala de estar e outra de convívio comum.
Estas residências ou apartamentos, servem para acolher o idoso que se candidate, por razões de não poder viver no seu lar habitual, ou porque está doente ou está em fase de recuperação. A sua permanência nestes apartamentos, geridos pelo Centro de Dia ou Misericórdia, é por isso limitada.
Gazeta do Interior
Os apartamentos, servem para acolher o idoso que não pode viver, sem ajuda, no seu lar habitual
Os apartamentos construídos no Concelho para receber idosos que necessitem de maiores cuidados temporários, não estão a ser aproveitados pela população. O projecto de Centros de Vida Assistidos de Apoio a Idosos está a funcionar nas freguesias de Monfortinho, Toulões e Alcafozes. Na primeira ainda não foram estreados, em Toulões, inaugurados há três meses. Em Alcafozes, geridos pela Santa Casa da Misericórdia local, a procura tem sido um pouco melhor.
O Centro de Vida Assistida de apoio a idosos tem a finalidade de proporcionar melhores condições de vida a todas as pessoas, principalmente idosos, que necessitem de apoio em situação de emergência. Em Toulões, os dois apartamentos são geridos pelo Centro de Dia, têm um quarto, casa de banho, cozinha e sala de estar e outra de convívio comum.
Estas residências ou apartamentos, servem para acolher o idoso que se candidate, por razões de não poder viver no seu lar habitual, ou porque está doente ou está em fase de recuperação. A sua permanência nestes apartamentos, geridos pelo Centro de Dia ou Misericórdia, é por isso limitada.
Gazeta do Interior
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Santa Casa da Misericórdia de Albufeira
10 Novembro 2008 - 00h30
Albufeira: Levaram quatro computadores e uma carrinha da instituição
Assalto à noite na Misericórdia
As instalações da secretaria da Santa Casa da Misericórdia de Albufeira, em Vale Mangude, foram assaltadas na madrugada de ontem, desaparecendo quatro computadores e também uma carrinha. A viatura já foi encontrada, no centro da cidade.
"É o sétimo assalto no ano em curso", refere a provedora da instituição, Helena Serra. Aquando das primeiras ocorrências "foram apontados como suspeitos dois antigos utentes, que infelizmente seguiram por maus caminhos, mas até ao momento as autoridades não conseguiram pôr termo a estes problemas."
Ontem, pela manhã, a porta da secretaria estava aberta e o espaço interior "muito desarrumado", sem que se percebesse por onde entraram os criminosos. Foram levados três computadores daquele espaço e ainda mais um da sala dos jovens, transportados numa carrinha da instituição.
"Tudo aponta para que seja gente que conhece bem o local. Foram ao chaveiro e levaram a chave da carrinha", diz Helena Serra. O espaço não tem segurança (nem por meios humanos nem por vídeo) e é ali prestado atendimento (nalguns casos a tempo permanente) a 500 pessoas.
Nos primeiros assaltos "desapareceu dinheiro e tivemos o cuidado de colocar um cofre chumbado na parede, no qual eram depositados os valores importantes. Até que um dia o cofre, que tinha uma dimensão considerável, foi arrancado e levado, acentuando-se o clima de insegurança e de impunidade", adianta a provedora. Foi apresentada queixa na GNR.
Armando Alves
Albufeira: Levaram quatro computadores e uma carrinha da instituição
Assalto à noite na Misericórdia
As instalações da secretaria da Santa Casa da Misericórdia de Albufeira, em Vale Mangude, foram assaltadas na madrugada de ontem, desaparecendo quatro computadores e também uma carrinha. A viatura já foi encontrada, no centro da cidade.
"É o sétimo assalto no ano em curso", refere a provedora da instituição, Helena Serra. Aquando das primeiras ocorrências "foram apontados como suspeitos dois antigos utentes, que infelizmente seguiram por maus caminhos, mas até ao momento as autoridades não conseguiram pôr termo a estes problemas."
Ontem, pela manhã, a porta da secretaria estava aberta e o espaço interior "muito desarrumado", sem que se percebesse por onde entraram os criminosos. Foram levados três computadores daquele espaço e ainda mais um da sala dos jovens, transportados numa carrinha da instituição.
"Tudo aponta para que seja gente que conhece bem o local. Foram ao chaveiro e levaram a chave da carrinha", diz Helena Serra. O espaço não tem segurança (nem por meios humanos nem por vídeo) e é ali prestado atendimento (nalguns casos a tempo permanente) a 500 pessoas.
Nos primeiros assaltos "desapareceu dinheiro e tivemos o cuidado de colocar um cofre chumbado na parede, no qual eram depositados os valores importantes. Até que um dia o cofre, que tinha uma dimensão considerável, foi arrancado e levado, acentuando-se o clima de insegurança e de impunidade", adianta a provedora. Foi apresentada queixa na GNR.
Armando Alves
Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo
Ílhavo: Obra do Hospital da Santa Casa adjudicada
O contrato de adjudicação será assinado esta semana. O provedor, Fernando Maria Duarte, acredita que o Hospital será uma realidade em inícios de 2010
A obra do Hospital de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo (SCMI), que entrou a concurso em Maio passado, já foi adjudicada, sendo o contrato assinado com a empresa seleccionada ainda esta semana.
Fernando Maria Duarte, provedor da SCMI, está confiante que a obra comece a ser executada ainda este ano. “O prazo de execução será ainda menor que o previsto (cerca de um ano e meio), pelo que estimamos que a obra esteja concluída em inícios de 2010”, explica o provedor.
O valor da empreitada manbter-se-á o inicialmente previsto, de quatro milhões de euros, contando com uma cobertura de dez por cento (400 mil euros) por parte da Câmara de Ílhavo, com quem a Santa Casa mantém um protocolo de cooperação neste projecto.
O projecto contempla 55 camas e será construído no local do antigo edifício hospitalar, onde funciona, actualmente, a Santa Casa da Misericórdia. Da autoria do arquitecto José Paradela, a futura unidade de saúde destinar-se-á ao internamento de média e longa duração, sendo composta por três pisos, uma sala de estar e de convívio, um bar e refeitório, e uma zona administrativa e de provedoria.
A SCMI presta serviços de saúde a 65 utentes por dia, na Medicina Física e de Reabilitação e Imagiologia, dispondo do serviço de seis médicos. Com esta construção, será dada uma maior dimensão aos serviços de medicina física e de reabilitação, mantendo-se o apoio domiciliário actualmente prestado.
Também a EN109 entrará em obras de requalificação, no âmbito da criação de novas acessibilidades à futura unidade hospitalar. Prevê-se que essa requalificação esteja pronta antes do final da construção do hospital, segundo assegura o presidente da Câmara, Ribau Esteves.
Diário de Aveiro on line
O contrato de adjudicação será assinado esta semana. O provedor, Fernando Maria Duarte, acredita que o Hospital será uma realidade em inícios de 2010
A obra do Hospital de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo (SCMI), que entrou a concurso em Maio passado, já foi adjudicada, sendo o contrato assinado com a empresa seleccionada ainda esta semana.
Fernando Maria Duarte, provedor da SCMI, está confiante que a obra comece a ser executada ainda este ano. “O prazo de execução será ainda menor que o previsto (cerca de um ano e meio), pelo que estimamos que a obra esteja concluída em inícios de 2010”, explica o provedor.
O valor da empreitada manbter-se-á o inicialmente previsto, de quatro milhões de euros, contando com uma cobertura de dez por cento (400 mil euros) por parte da Câmara de Ílhavo, com quem a Santa Casa mantém um protocolo de cooperação neste projecto.
O projecto contempla 55 camas e será construído no local do antigo edifício hospitalar, onde funciona, actualmente, a Santa Casa da Misericórdia. Da autoria do arquitecto José Paradela, a futura unidade de saúde destinar-se-á ao internamento de média e longa duração, sendo composta por três pisos, uma sala de estar e de convívio, um bar e refeitório, e uma zona administrativa e de provedoria.
A SCMI presta serviços de saúde a 65 utentes por dia, na Medicina Física e de Reabilitação e Imagiologia, dispondo do serviço de seis médicos. Com esta construção, será dada uma maior dimensão aos serviços de medicina física e de reabilitação, mantendo-se o apoio domiciliário actualmente prestado.
Também a EN109 entrará em obras de requalificação, no âmbito da criação de novas acessibilidades à futura unidade hospitalar. Prevê-se que essa requalificação esteja pronta antes do final da construção do hospital, segundo assegura o presidente da Câmara, Ribau Esteves.
Diário de Aveiro on line
domingo, 9 de novembro de 2008
Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada
Direcção da Santa Casa quer demitir o provedor
PAULO FAUSTINO, Açores
Ponta Delgada. Assembleia geral marcada para dia 17
A mesa administrativa, órgão executivo da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, está disposta a cessar funções para obrigar à destituição do actual provedor, Luís Silva, que também integra a equipa.
Para já, foi convocada uma assembleia geral extraordinária para dia 17 no antigo hospital da Misericórdia, com o objectivo de apreciar "anomalias no funcionamento da mesa administrativa, com vista à tomada de medidas adequadas para assegurar transitoriamente a administração da Santa Casa, designadamente a destituição do actual órgão executivo".
Na base da iniciativa está o desejo dos quatro membros que integram a mesa administrativa de precipitar a saída do quinto elemento da direcção, Luís Silva, o homem forte da instituição há mais de duas décadas. Com isso, o grupo de descontentes pretende desencadear a destituição da actual mesa, proporcionar a criação de uma direcção substituta até às eleições, daqui a um ano, ou avançar para eleições antecipadas. Um destes cenários poderá sair da reunião magna de dia 17, que se espera bastante concorrida - com a presença dos 400 elementos da irmandade da Misericórdia -, deverá ser adiada a aprovação do plano de actividades e orçamento para 2009.
Fonte do DN garante que os "quatro elementos da mesa desvincularam--se da gestão do provedor, que não mexe, é autoritária e não se coaduna com os tempos de hoje, em que a opinião de todos conta". Às tais "anomalias" mencionadas não estarão alheias falhas denunciadas na prestação de cuidados de higiene e alimentação à terceira idade no Lar da Levada e no centro geriátrico, ambos tutelados pela Misericórdia de Ponta Delgada. Entretanto, um documento secreto subscrito pelos elementos contestatários revela as causas da insatisfação com a gestão do provedor. O DN tentou contactar Luís Silva, mas em vão.|
Diário de Notícias
08-11-2008
PAULO FAUSTINO, Açores
Ponta Delgada. Assembleia geral marcada para dia 17
A mesa administrativa, órgão executivo da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, está disposta a cessar funções para obrigar à destituição do actual provedor, Luís Silva, que também integra a equipa.
Para já, foi convocada uma assembleia geral extraordinária para dia 17 no antigo hospital da Misericórdia, com o objectivo de apreciar "anomalias no funcionamento da mesa administrativa, com vista à tomada de medidas adequadas para assegurar transitoriamente a administração da Santa Casa, designadamente a destituição do actual órgão executivo".
Na base da iniciativa está o desejo dos quatro membros que integram a mesa administrativa de precipitar a saída do quinto elemento da direcção, Luís Silva, o homem forte da instituição há mais de duas décadas. Com isso, o grupo de descontentes pretende desencadear a destituição da actual mesa, proporcionar a criação de uma direcção substituta até às eleições, daqui a um ano, ou avançar para eleições antecipadas. Um destes cenários poderá sair da reunião magna de dia 17, que se espera bastante concorrida - com a presença dos 400 elementos da irmandade da Misericórdia -, deverá ser adiada a aprovação do plano de actividades e orçamento para 2009.
Fonte do DN garante que os "quatro elementos da mesa desvincularam--se da gestão do provedor, que não mexe, é autoritária e não se coaduna com os tempos de hoje, em que a opinião de todos conta". Às tais "anomalias" mencionadas não estarão alheias falhas denunciadas na prestação de cuidados de higiene e alimentação à terceira idade no Lar da Levada e no centro geriátrico, ambos tutelados pela Misericórdia de Ponta Delgada. Entretanto, um documento secreto subscrito pelos elementos contestatários revela as causas da insatisfação com a gestão do provedor. O DN tentou contactar Luís Silva, mas em vão.|
Diário de Notícias
08-11-2008
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Santa Casa da Misericórdia de Boticas
Boticas
Roubados 2.500 euros do cofre da Santa Casa da Misericórdia
O cofre da Santa Casa da Misericórdia de Boticas foi assaltado na noite da passada segunda-feira. Além dos 2.500 euros em dinheiro que ali estavam guardados, os assaltantes levaram ainda um relógio no valor de 300 euros
Ao que tudo indica, os assaltantes terão entrado pela porta principal, depois de terem rebentado a fechadura, recorrendo, provavelmente, ao uso de um pé-de-cabra. Já no interior do edifício ter-se-ão dirigido apenas à tesouraria, onde vasculharam as gavetas das secretárias, encontrando a chave do cofre onde são guardados os valores.
A “precisão” com que os assaltantes perpetraram este roubo indicia que alegadamente conheciam bem o local. O furto foi imediatamente comunicado à GNR de Boticas que, perante a situação, entregou o caso à Judiciária, que esteve no local a recolher pistas que conduzam à identificação dos autores do furto.
Por: Redacção
Semanário Transmontano
07-11-2008
Roubados 2.500 euros do cofre da Santa Casa da Misericórdia
O cofre da Santa Casa da Misericórdia de Boticas foi assaltado na noite da passada segunda-feira. Além dos 2.500 euros em dinheiro que ali estavam guardados, os assaltantes levaram ainda um relógio no valor de 300 euros
Ao que tudo indica, os assaltantes terão entrado pela porta principal, depois de terem rebentado a fechadura, recorrendo, provavelmente, ao uso de um pé-de-cabra. Já no interior do edifício ter-se-ão dirigido apenas à tesouraria, onde vasculharam as gavetas das secretárias, encontrando a chave do cofre onde são guardados os valores.
A “precisão” com que os assaltantes perpetraram este roubo indicia que alegadamente conheciam bem o local. O furto foi imediatamente comunicado à GNR de Boticas que, perante a situação, entregou o caso à Judiciária, que esteve no local a recolher pistas que conduzam à identificação dos autores do furto.
Por: Redacção
Semanário Transmontano
07-11-2008
Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada
Direcção da Santa Casa quer destituir provedor Luís Silva
2008-11-07 11:30
A mesa administrativa, o órgão executivo da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, está disposta a cessar funções como forma de obrigar à destituição do actual provedor, Luís Silva, que também integra aquela equipa.
Para já, uma Assembleia-Geral Extraordinária foi convocada para o dia 17 deste mês nas instalações do antigo hospital, com um objectivo muito claro no seu ponto número um: proceder à “apreciação de anomalias no funcionamento da Mesa Administrativa, com vista à tomada de medidas adequadas para assegurar transitoriamente a administração da Santa Casa, designadamente a destituição do actual órgão executivo”. Na base da iniciativa está o desejo dos quatro membros que integram a Mesa Administrativa de precipitar a saída do quinto elemento da direcção, justamente Luís Silva, o homem forte da Misericórdia há mais de duas décadas. Com isso pretendem desencadear a destituição da actual Mesa Administrativa (da qual fazem parte, juntamente com Luís Silva), proporcionar a criação de uma direcção substituta até às eleições marcadas para daqui a um ano, ou então avançar para eleições antecipadas. Um destes cenários poderá sair da reunião magna, até porque nesta Assembleia-Geral - a realizar a pedido do grupo de descontentes e que se espera bastante concorrida (com a presença em força da irmandade da Misericórdia, formada por 400 elementos) - deverá ser adiada a aprovação do plano de actividades e orçamento para 2009 da instituição de apoio social.
Fonte do AO garante que os “quatro elementos da mesa desvincularam-se da forma de gerir do provedor, que não mexe, é autoritária e não se coaduna com os tempos de hoje, em que a opinião de todos conta”. Às tais “anomalias” mencionadas pela convocatória não estarão alheias falhas denunciadas na prestação de cuidados de higiene e alimentação à terceira idade no Lar da Levada e no centro geriátrico de Ponta Delgada.
Uma acta subscrita por todos os elementos da direcção, exceptuando Luís Silva, justifica a sua insatisfação com o estilo de gestão do actual provedor.
O AO tentou contactar Luís Silva, mas em vão.
Paulo Faustino
Açoreano ocidental on line
2008-11-07 11:30
A mesa administrativa, o órgão executivo da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, está disposta a cessar funções como forma de obrigar à destituição do actual provedor, Luís Silva, que também integra aquela equipa.
Para já, uma Assembleia-Geral Extraordinária foi convocada para o dia 17 deste mês nas instalações do antigo hospital, com um objectivo muito claro no seu ponto número um: proceder à “apreciação de anomalias no funcionamento da Mesa Administrativa, com vista à tomada de medidas adequadas para assegurar transitoriamente a administração da Santa Casa, designadamente a destituição do actual órgão executivo”. Na base da iniciativa está o desejo dos quatro membros que integram a Mesa Administrativa de precipitar a saída do quinto elemento da direcção, justamente Luís Silva, o homem forte da Misericórdia há mais de duas décadas. Com isso pretendem desencadear a destituição da actual Mesa Administrativa (da qual fazem parte, juntamente com Luís Silva), proporcionar a criação de uma direcção substituta até às eleições marcadas para daqui a um ano, ou então avançar para eleições antecipadas. Um destes cenários poderá sair da reunião magna, até porque nesta Assembleia-Geral - a realizar a pedido do grupo de descontentes e que se espera bastante concorrida (com a presença em força da irmandade da Misericórdia, formada por 400 elementos) - deverá ser adiada a aprovação do plano de actividades e orçamento para 2009 da instituição de apoio social.
Fonte do AO garante que os “quatro elementos da mesa desvincularam-se da forma de gerir do provedor, que não mexe, é autoritária e não se coaduna com os tempos de hoje, em que a opinião de todos conta”. Às tais “anomalias” mencionadas pela convocatória não estarão alheias falhas denunciadas na prestação de cuidados de higiene e alimentação à terceira idade no Lar da Levada e no centro geriátrico de Ponta Delgada.
Uma acta subscrita por todos os elementos da direcção, exceptuando Luís Silva, justifica a sua insatisfação com o estilo de gestão do actual provedor.
O AO tentou contactar Luís Silva, mas em vão.
Paulo Faustino
Açoreano ocidental on line
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