Eleições na Santa Casa da Misericórdia
Enviado por Pedro Castro
09-Dec-2008
No passado dia 06 de Dezembro realizaram-se as eleições para os orgão sociais da Santa Casa da Misericórdia - que é,
neste momento, a maior instituição empregadora de Montargil e de maior impacto social numa população idosa e carente
de vários serviços e atenções - e que terá eleito formalmente Maria José França Ferreira como a nova Provedora da
Santa Casa da Misericódia de Montargil.
Havendo duas listas concorrentes, venceu a Lista A com os seguintes resultados contabilizados:
LISTA A: 135 votos
LISTA B: 109 votos
(segundo fonte identificada da Santa Casa da Misericórdia de Montargil)
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PUBLICADAS SOBRE AS ACTIVIDADES DAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
Misericórdia da Mealhada
Mealhada: Futuro do Hospital da Misericórdia é insustentável nas actuais circunstâncias
Manter em funcionamento o Hospital da Misericórdia da Mealhada nas actuais circunstâncias “é insustentável”. O futuro tem que passar por acordos com o SNS ou parcerias
João Peres, provedor da Misericórdia da Mealhada, já o tinha dito, durante a aprovação do Orçamento e Plano de Actividades da instituição para 2009: o Hospital da Misericórdia não pode continuar a funcionar – com prejuízos que, no contexto geral da instituição, apontam para um valor próximo dos 450 mil euros durante este ano – nas actuais circunstâncias, embora esteja categoricamente excluída a eventualidade da sua venda. No entanto, existem duas saídas para dar continuidade ao funcionamento da unidade de saúde da Misericórdia: ou a consumação de parcerias ou, preferencialmente, acordos com o Serviço Nacional de Saúde, que possam garantir à população local um “serviço de qualidade com meios humanos e técnicos”.
A ideia voltou ontem a ser repetida, desta vez por Luís Teixeira, director clínico do Hospital, durante uma conferência de imprensa convocada precisamente para dar conta da situação daquela unidade.
Reforçando a ideia de que se trata de uma infra-estrutura ímpar na região, Luís Teixeira referiu que “quer o poder autárquico, quer o poder central têm que encarar o Hospital da Mealhada como uma unidade de saúde credível e com meios capazes de responder à maioria dos casos”, salientando o facto da Mealhada precisar “de mais que um Centro de Saúde para servir a população”. Recordo que, na Bairrada, Anadia tem um hospital, Cantanhede também e Águeda igualmente, só a Mealhada que não possui um serviço público hospitalar. “Precisamos que a Administração Regional de Saúde nos apoie, estabelecendo convenções que permitam colocar os nossos serviços à disposição da população em patamar de igualdade com qualquer outra unidade de saúde pública”.
Luís Teixeira recorda com mágoa, a medida tomada recentemente de encerrar o serviço de Urgência durante o período nocturno, “com claros prejuízos para a população, mas não podíamos continuar a assegurar o seu funcionamento sem a existência de um acordo com o SNS”, acrescentando que, mesmo assim, a instituição tem feito “um grande sacrifício para manter em funcionamento a urgência durante o período diurno, pois trata-se de um serviço com claros prejuízos que têm sido assumidos pela Misericórdia”.
Esclarecendo que o Hospital “não é uma unidade privada como erradamente se diz, mas sim uma unidade que é pertença de uma IPSS, cujo destino de verbas é totalmente canalizado para serviços prestados pela instituição”, o director clínico adiantou estarem em fase de conclusão dois acordos com o SNS nas áreas da imagiologia e fisioterapia, que deverão entrar em vigor no final de Janeiro. Uma “boa notícia”, mas que precisa de ser continuidade em outras áreas como as urgências ou ao nível das cirurgias, “onde, por exemplo, existem listas de espera, enquanto o Hospital da Misericórdia está subaproveitada com uma capacidade de ocupação que está abaixo dos 30%”. De resto, Luís Teixeira lembrou que, globalmente, o Hospital está com a sua capacidade abaixo dos 50%, solicitando a entidades como a ARS e poder local “um apoio global para que este hospital possa efectivamente ser devidamente aproveitado, pois já demonstrou que tem capacidade física e humana de qualidade inegável”.
António Jorge Pires
Diário de Aveiro
Manter em funcionamento o Hospital da Misericórdia da Mealhada nas actuais circunstâncias “é insustentável”. O futuro tem que passar por acordos com o SNS ou parcerias
João Peres, provedor da Misericórdia da Mealhada, já o tinha dito, durante a aprovação do Orçamento e Plano de Actividades da instituição para 2009: o Hospital da Misericórdia não pode continuar a funcionar – com prejuízos que, no contexto geral da instituição, apontam para um valor próximo dos 450 mil euros durante este ano – nas actuais circunstâncias, embora esteja categoricamente excluída a eventualidade da sua venda. No entanto, existem duas saídas para dar continuidade ao funcionamento da unidade de saúde da Misericórdia: ou a consumação de parcerias ou, preferencialmente, acordos com o Serviço Nacional de Saúde, que possam garantir à população local um “serviço de qualidade com meios humanos e técnicos”.
A ideia voltou ontem a ser repetida, desta vez por Luís Teixeira, director clínico do Hospital, durante uma conferência de imprensa convocada precisamente para dar conta da situação daquela unidade.
Reforçando a ideia de que se trata de uma infra-estrutura ímpar na região, Luís Teixeira referiu que “quer o poder autárquico, quer o poder central têm que encarar o Hospital da Mealhada como uma unidade de saúde credível e com meios capazes de responder à maioria dos casos”, salientando o facto da Mealhada precisar “de mais que um Centro de Saúde para servir a população”. Recordo que, na Bairrada, Anadia tem um hospital, Cantanhede também e Águeda igualmente, só a Mealhada que não possui um serviço público hospitalar. “Precisamos que a Administração Regional de Saúde nos apoie, estabelecendo convenções que permitam colocar os nossos serviços à disposição da população em patamar de igualdade com qualquer outra unidade de saúde pública”.
Luís Teixeira recorda com mágoa, a medida tomada recentemente de encerrar o serviço de Urgência durante o período nocturno, “com claros prejuízos para a população, mas não podíamos continuar a assegurar o seu funcionamento sem a existência de um acordo com o SNS”, acrescentando que, mesmo assim, a instituição tem feito “um grande sacrifício para manter em funcionamento a urgência durante o período diurno, pois trata-se de um serviço com claros prejuízos que têm sido assumidos pela Misericórdia”.
Esclarecendo que o Hospital “não é uma unidade privada como erradamente se diz, mas sim uma unidade que é pertença de uma IPSS, cujo destino de verbas é totalmente canalizado para serviços prestados pela instituição”, o director clínico adiantou estarem em fase de conclusão dois acordos com o SNS nas áreas da imagiologia e fisioterapia, que deverão entrar em vigor no final de Janeiro. Uma “boa notícia”, mas que precisa de ser continuidade em outras áreas como as urgências ou ao nível das cirurgias, “onde, por exemplo, existem listas de espera, enquanto o Hospital da Misericórdia está subaproveitada com uma capacidade de ocupação que está abaixo dos 30%”. De resto, Luís Teixeira lembrou que, globalmente, o Hospital está com a sua capacidade abaixo dos 50%, solicitando a entidades como a ARS e poder local “um apoio global para que este hospital possa efectivamente ser devidamente aproveitado, pois já demonstrou que tem capacidade física e humana de qualidade inegável”.
António Jorge Pires
Diário de Aveiro
Misericórdia da Mealhada
Hospital da Misericórdia quer mais parcerias
00h30m
JESUS ZING
O Hospital da Misericórdia da Mealhada (HMM) está subaproveitado e precisa de acordos com o Serviço Nacional de Saúde e com a ADSE não só para o rentabilizar como ainda para dar o apoio à população local através de uma unidade de saúde "bem equipada e com excelentes profissionais".
Luís Teixeira, director clinico do HMM, disse esta sexta-feira aos jornalistas que o surto gripal do final do ano originou uma grande corrida ao serviço de Urgência daquela unidade de saúde.
"A Urgência que funciona entre as 8 e as 24 horas tem normalmente uma média de 30 a 40 utentes por dia e nesse período chegámos a atingir os 80 utentes", disse o responsável clinico do HMM que salientou que os tempos de espera não ultrapassaram os 30 minutos.
A maior parte dos utentes que recorreram à Urgência eram provenientes da Mealhada, Anadia, Coimbra/Norte e Cantanhede salientou Luís Teixeira.
"É a prova de que a Mealhada necessita de uma unidade de saúde para além do Centro de Saúde", observou o director clinico. "Achamos que o poder autárquico e e central terão que ver o Hospital da Misericórdia da Mealhada como credível", acentuou. Para Luís Teixeira "é mais barato realizar aqui os serviços do que num hospital central público". "As parcerias e os acordos são absolutamente fundamentais", realçou.
Inaugurado em 2007, o HMM dispõe de 26 especialidades clinicas e 28 camas de internamento, além de oito camas no serviço de observações e 26 na unidade de Cuidados Continuados.
"Realizamos mil cirurgias/ano e temos uma capacidade instalada para 2500, fazemos 800/900 consultas externas e temos uma capacidade instalada para fazer mais de duas mil", disse. "Manter a Urgência prova que somos necessários", realçou.
00h30m
JESUS ZING
O Hospital da Misericórdia da Mealhada (HMM) está subaproveitado e precisa de acordos com o Serviço Nacional de Saúde e com a ADSE não só para o rentabilizar como ainda para dar o apoio à população local através de uma unidade de saúde "bem equipada e com excelentes profissionais".
Luís Teixeira, director clinico do HMM, disse esta sexta-feira aos jornalistas que o surto gripal do final do ano originou uma grande corrida ao serviço de Urgência daquela unidade de saúde.
"A Urgência que funciona entre as 8 e as 24 horas tem normalmente uma média de 30 a 40 utentes por dia e nesse período chegámos a atingir os 80 utentes", disse o responsável clinico do HMM que salientou que os tempos de espera não ultrapassaram os 30 minutos.
A maior parte dos utentes que recorreram à Urgência eram provenientes da Mealhada, Anadia, Coimbra/Norte e Cantanhede salientou Luís Teixeira.
"É a prova de que a Mealhada necessita de uma unidade de saúde para além do Centro de Saúde", observou o director clinico. "Achamos que o poder autárquico e e central terão que ver o Hospital da Misericórdia da Mealhada como credível", acentuou. Para Luís Teixeira "é mais barato realizar aqui os serviços do que num hospital central público". "As parcerias e os acordos são absolutamente fundamentais", realçou.
Inaugurado em 2007, o HMM dispõe de 26 especialidades clinicas e 28 camas de internamento, além de oito camas no serviço de observações e 26 na unidade de Cuidados Continuados.
"Realizamos mil cirurgias/ano e temos uma capacidade instalada para 2500, fazemos 800/900 consultas externas e temos uma capacidade instalada para fazer mais de duas mil", disse. "Manter a Urgência prova que somos necessários", realçou.
Santa Casa da Misericórdia de Viseu
Santa Casa da Misericórdia cede imóvel para a cultura
A Santa Casa da Misericórdia, a Viseu Novo - Socieade de Reabilitação Urbana, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e a autarquia de Viseu assinaram um protocolo de cooperação na requalificação do imóvel contíguo ao Teatro Viriato, na Avenidade Emídio Navarro.
O edificio, cujo o interior já está a sofrer obras, irá albergar um centro de artes e espectáculos vocacionado em especial para a dança.
Segundo Américo Nunes, a estrutura vai permitir consolidar a sua envolvente cultural e servirá de ponto de sensibilização a atracção a diferentes faixas etárias da população.
A reabilitação do edifício será suportada a nível financeiro pela autarquia e pela Viseu Novo.
O protocolo assinado prevê que o imóvel fique na posse da autarquia pelo período de 30 anos e que seja utilizado para fins de interesse social e cultural.
ed. 354, 26 de Dezembro de 2008
A Santa Casa da Misericórdia, a Viseu Novo - Socieade de Reabilitação Urbana, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e a autarquia de Viseu assinaram um protocolo de cooperação na requalificação do imóvel contíguo ao Teatro Viriato, na Avenidade Emídio Navarro.
O edificio, cujo o interior já está a sofrer obras, irá albergar um centro de artes e espectáculos vocacionado em especial para a dança.
Segundo Américo Nunes, a estrutura vai permitir consolidar a sua envolvente cultural e servirá de ponto de sensibilização a atracção a diferentes faixas etárias da população.
A reabilitação do edifício será suportada a nível financeiro pela autarquia e pela Viseu Novo.
O protocolo assinado prevê que o imóvel fique na posse da autarquia pelo período de 30 anos e que seja utilizado para fins de interesse social e cultural.
ed. 354, 26 de Dezembro de 2008
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Santa Casa da Misericórdia de Chaves
Casa mortuária ainda não deverá ser feita para o ano
A Capela da Lapa é utilizada como casa mortuária
A prometida casa mortuária municipal ainda não deverá ser construída em 2009. O Orçamento da Câmara para o próximo ano prevê apenas verba para a compra do terreno, cerca de cem mil euros.
Ainda não deverá ser em 2009 que a Câmara Municipal de Chaves vai arrancar com a construção da nova casa mortuária, prometida há vários anos. No já aprovado orçamento do próximo ano está apenas inscrita verba para a compra do terreno (junto ao cemitério velho), cerca de 100 mil euros.
Segundo o presidente da Câmara, João Batista, a obra já tem projecto, que resultou de uma adaptação do que foi feito para a Capela da Lapa. Esta localização acabou por ser abandonada depois da torrente de críticas que a escolha gerou e que iria levar à destruição de parte do jardim contíguo a este monumento nacional do século XVIII.
Sem casa mortuária, na freguesia de Santa Maria Maior e Madalena os velórios continuam a ser feitos nas capelas e igrejas. As condições são escassas. Nenhuma delas tem casas-de-banho. Além disso, a Capela da Lapa, por exemplo, não tem aquecimento. Os dois aquecedores a gás que existem no local não funcionam e os eléctricos não são suportados pela corrente eléctrica. Na Igreja da Misericórdia, um local da responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia, acresce o facto de a taxa de utilização ser de 100 euros, o que tem limitado a ocupação do espaço. Na Capela da Lapa, ronda os 20 euros. A utilização da Capela de Santa Catarina, nas imediações do Largo do Anjo, só é permitida em casos excepcionais.
Por: Margarida Luzio
Semanário Transmontano
A Capela da Lapa é utilizada como casa mortuária
A prometida casa mortuária municipal ainda não deverá ser construída em 2009. O Orçamento da Câmara para o próximo ano prevê apenas verba para a compra do terreno, cerca de cem mil euros.
Ainda não deverá ser em 2009 que a Câmara Municipal de Chaves vai arrancar com a construção da nova casa mortuária, prometida há vários anos. No já aprovado orçamento do próximo ano está apenas inscrita verba para a compra do terreno (junto ao cemitério velho), cerca de 100 mil euros.
Segundo o presidente da Câmara, João Batista, a obra já tem projecto, que resultou de uma adaptação do que foi feito para a Capela da Lapa. Esta localização acabou por ser abandonada depois da torrente de críticas que a escolha gerou e que iria levar à destruição de parte do jardim contíguo a este monumento nacional do século XVIII.
Sem casa mortuária, na freguesia de Santa Maria Maior e Madalena os velórios continuam a ser feitos nas capelas e igrejas. As condições são escassas. Nenhuma delas tem casas-de-banho. Além disso, a Capela da Lapa, por exemplo, não tem aquecimento. Os dois aquecedores a gás que existem no local não funcionam e os eléctricos não são suportados pela corrente eléctrica. Na Igreja da Misericórdia, um local da responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia, acresce o facto de a taxa de utilização ser de 100 euros, o que tem limitado a ocupação do espaço. Na Capela da Lapa, ronda os 20 euros. A utilização da Capela de Santa Catarina, nas imediações do Largo do Anjo, só é permitida em casos excepcionais.
Por: Margarida Luzio
Semanário Transmontano
Santa Casa da Misericórdia de Viseu
Câmara vai reconstruir imóvel Junto ao ‘Viriato’
Um imóvel de características únicas vai ser reconstruído pela Câmara Municipal de Viseu para albergar uma ‘Escola de Dança’. Nas obras, inseridas nos projectos da SRU - Sociedade de Reabilitação Urbana de Viseu vão ser investidos 500 mil euros. O edifício junto ao Teatro Viriato é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Viseu. Para que tudo fosse possível, foi assinado um protocolo entre as partes interessadas: SRU, representada por Américo Nunes, Câmara Municipal - Presidente Fernando Ruas e Santa Casa da Misericórdia, pelo Provedor Coronel Magalhães Soeiro.
Este protocolo permite a recuperação do imóvel, que será cedido à autarquia por 30 anos, ‘para que, por si ou por terceiros, o afecte a fins de interesse social e cultural’. A área do edifício é de aproximadamente 865,60m2. Para além do espaço ao dispor da Companhia de Dança, o rés-do-chão é destinado a comércio. O programa apresentado para esta estrutura vai consolidar a envolvente cultural, surgindo como um ‘ponto de sensibilização e atracção a diferentes faixas etárias da população, para o mundo da dança em particular e das artes em geral’, disse o vereador e presidente do conselho de administração da SRU, Américo Nunes.
Por sua vez, Fernando Ruas, Presidente da Câmara Municipal de Viseu, não quis deixar de reforçar o agrado do envolvimento da autarquia neste projecto, adiantando que ‘esta união agrada-nos muito’.Aliás, ‘acordos em domínios extremamente importantes, como o da acção social, deixam-nos muito orgulhosos’. Com um preço base de 550.000,00€ (quinhentos e cinquenta mil euros) e um prazo de execução previsto de 240 dias, os trabalhos, em desenvolvimento, prevêem a reconstrução total do imóvel, preservando apenas as paredes exteriores. O edifício será dotado de todas as infra-estruturas, tais como telecomunicações, isolamento acústico, sistemas de aquecimento e segurança contra o risco de incêndios.
A recuperação deste imóvel, que apresenta características arquitectónicas únicas na cidade de Viseu, insere-se na reabilitação, em curso, na zona, contribuindo para que seja devolvido à cidade um dos espaços mais degradados da mesma. Juntamente com as restantes intervenções previstas para o Largo Mouzinho de Albuquerque, das quais se destaca também um parque subterrâneo para viaturas ligeiras, o edifício em causa constituir-se-á como um novo ‘cartão de visita’ de Viseu. O projecto, anunciado prevê para o 1º piso uma recepção, uma sala de dança e as respectivas instalações sanitárias. Por outro lado, aproveitando a existência de uma pequena varanda acessível na parte posterior do edifício, voltada para os recintos desportivos da Escola Emídio Navarro, optou-se aí pela instalação de uma Cafetaria/Bar para apoio aos alunos.
No 2º piso fica uma segunda sala de dança, instalações sanitárias e balneários. A mansarda/sótão será utilizada como Arrumos de apoio à Escola.
A. Rodrigues
Notícias de Viseu
Um imóvel de características únicas vai ser reconstruído pela Câmara Municipal de Viseu para albergar uma ‘Escola de Dança’. Nas obras, inseridas nos projectos da SRU - Sociedade de Reabilitação Urbana de Viseu vão ser investidos 500 mil euros. O edifício junto ao Teatro Viriato é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Viseu. Para que tudo fosse possível, foi assinado um protocolo entre as partes interessadas: SRU, representada por Américo Nunes, Câmara Municipal - Presidente Fernando Ruas e Santa Casa da Misericórdia, pelo Provedor Coronel Magalhães Soeiro.
Este protocolo permite a recuperação do imóvel, que será cedido à autarquia por 30 anos, ‘para que, por si ou por terceiros, o afecte a fins de interesse social e cultural’. A área do edifício é de aproximadamente 865,60m2. Para além do espaço ao dispor da Companhia de Dança, o rés-do-chão é destinado a comércio. O programa apresentado para esta estrutura vai consolidar a envolvente cultural, surgindo como um ‘ponto de sensibilização e atracção a diferentes faixas etárias da população, para o mundo da dança em particular e das artes em geral’, disse o vereador e presidente do conselho de administração da SRU, Américo Nunes.
Por sua vez, Fernando Ruas, Presidente da Câmara Municipal de Viseu, não quis deixar de reforçar o agrado do envolvimento da autarquia neste projecto, adiantando que ‘esta união agrada-nos muito’.Aliás, ‘acordos em domínios extremamente importantes, como o da acção social, deixam-nos muito orgulhosos’. Com um preço base de 550.000,00€ (quinhentos e cinquenta mil euros) e um prazo de execução previsto de 240 dias, os trabalhos, em desenvolvimento, prevêem a reconstrução total do imóvel, preservando apenas as paredes exteriores. O edifício será dotado de todas as infra-estruturas, tais como telecomunicações, isolamento acústico, sistemas de aquecimento e segurança contra o risco de incêndios.
A recuperação deste imóvel, que apresenta características arquitectónicas únicas na cidade de Viseu, insere-se na reabilitação, em curso, na zona, contribuindo para que seja devolvido à cidade um dos espaços mais degradados da mesma. Juntamente com as restantes intervenções previstas para o Largo Mouzinho de Albuquerque, das quais se destaca também um parque subterrâneo para viaturas ligeiras, o edifício em causa constituir-se-á como um novo ‘cartão de visita’ de Viseu. O projecto, anunciado prevê para o 1º piso uma recepção, uma sala de dança e as respectivas instalações sanitárias. Por outro lado, aproveitando a existência de uma pequena varanda acessível na parte posterior do edifício, voltada para os recintos desportivos da Escola Emídio Navarro, optou-se aí pela instalação de uma Cafetaria/Bar para apoio aos alunos.
No 2º piso fica uma segunda sala de dança, instalações sanitárias e balneários. A mansarda/sótão será utilizada como Arrumos de apoio à Escola.
A. Rodrigues
Notícias de Viseu
Santa Casa da Misericórdia das Caldas
Alunos do Colégio organizaram almoço para séniores da Misericórdia
Ciências do Colégio Rainha D. Leonor decidiu proporcionar uma refeição natalícia aos idosos do Lar da Santa Casa da Misericórdia das Caldas. Este evento solidário realizou-se a 19 de Dezembro e decorreu, segundo uma nota enviada por aquele estabelecimento escolar, “num verdadeiro espírito natalício, não faltando árvores de Natal, o tradicional bacalhau cozido e cânticos que animaram a tarde”
A iniciativa, que se realizou no âmbito da disciplina de Área Projecto, contou com os apoios do Pão de Açúcar e do Recheio, a quem o grupo de estudantes agradece.
Segundo os alunos, apesar de “se viver numa época de grande contenção, mas, curiosamente, de grande consumismo também, estes gestos parecem marcar a diferença, ajudando-nos a não perder a verdadeira essência desta época”.
Natacha Narciso
Gazeta das Caldas
Ciências do Colégio Rainha D. Leonor decidiu proporcionar uma refeição natalícia aos idosos do Lar da Santa Casa da Misericórdia das Caldas. Este evento solidário realizou-se a 19 de Dezembro e decorreu, segundo uma nota enviada por aquele estabelecimento escolar, “num verdadeiro espírito natalício, não faltando árvores de Natal, o tradicional bacalhau cozido e cânticos que animaram a tarde”
A iniciativa, que se realizou no âmbito da disciplina de Área Projecto, contou com os apoios do Pão de Açúcar e do Recheio, a quem o grupo de estudantes agradece.
Segundo os alunos, apesar de “se viver numa época de grande contenção, mas, curiosamente, de grande consumismo também, estes gestos parecem marcar a diferença, ajudando-nos a não perder a verdadeira essência desta época”.
Natacha Narciso
Gazeta das Caldas
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