A distribuição de refeições sociais a pessoas carenciadas das freguesias rurais do concelho de Viseu, vai começar hoje, sexta-feira. A iniciativa integra-se num pacote de medidas de apoio, anunciadas pela autarquia, para fazer face à crise que o país está a viver.
O presidente da Câmara, Fernando Ruas anunciou que, numa primeira fase, vão ser servidas cerca de trinta refeições diárias, distribuídas de segunda a sexta-feira. No entanto, a câmara está disposta a alargar o serviço ao fim de semana, "haja resposta da parte das instituições para esse efeito". Nesta primeira fase fica o compromisso da refeição de sexta-feira "ser reforçada" para assegurar a alimentação ao fim-de-semana.
Fernando Ruas adiantou que foram identificadas situações de carência nas 34 freguesias do concelho, embora o projecto englobe para já, o apoio a 12 freguesias porque "há juntas de freguesia que já têm respostas para esses casos".
Misericórdia na cidade. "Uma mão por um sorriso" é o nome da campanha da Santa Casa da Misericórdia de Viseu, que está a levar a refeição diária a famílias carenciadas da cidade de Viseu.
Inicialmente a Santa Casa anunciou a transformação da antiga maternidade num restaurante social. Mas o equipamento sofreu um inesperado atraso e a instituição decidiu avançar com a "distribuição porta a porta".
O projecto consiste na distribuição de jantares, de segunda a sexta-feira e de almoços aos fins-de-semana e feriados, confeccionados na cozinha central da instituição, a funcionar na residência Rainha Dona Leonor.
"Uma mão por um sorriso", está a ser trabalhado desde Setembro. A Misericórdia conta ter a funcionar em Fevereiro, o anunciado restaurante social.
ed. 357, 16 de Janeiro de 2009
Jornal do Centro
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PUBLICADAS SOBRE AS ACTIVIDADES DAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA
sábado, 17 de janeiro de 2009
Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco
Aniversário a benemérita
Benemerita ouviu os parabéns
Jaqueline recebeu os parabéns
Durante a cerimónia de tomada de posse dos novos corpos socais da Santa Casa da Misericórdia, para o triénio 2009/2011, ainda houve tempo para cantarem os parabéns à benemérita Jaqueline, que fazia anos sábado, dia 10 de Janeiro.
Recorde-se que esta é uma benemérita, com origens em Juncal do Campo, que tem ajudado muito a instituição, tanto que o complexo social a que o provedor começou por chamar “a obra do século”, agora já se designa de Complexo Jaqueline.
Reconquista
Benemerita ouviu os parabéns
Jaqueline recebeu os parabéns
Durante a cerimónia de tomada de posse dos novos corpos socais da Santa Casa da Misericórdia, para o triénio 2009/2011, ainda houve tempo para cantarem os parabéns à benemérita Jaqueline, que fazia anos sábado, dia 10 de Janeiro.
Recorde-se que esta é uma benemérita, com origens em Juncal do Campo, que tem ajudado muito a instituição, tanto que o complexo social a que o provedor começou por chamar “a obra do século”, agora já se designa de Complexo Jaqueline.
Reconquista
Santa Casa da Misericórdia de São Vicente da Beira
Rancho Vicentino organiza actividades
Dário Inês conta o que anda a fazer o Rancho de S. Vicente da Beira
Com o final do ano de 2008 e com balanço positivo, o Rancho Folclórico Vicentino encerrou as suas actividades com um jantar de natal oferecido pela comissão organizadora a todo o grupo constituído por meia centena de elementos.
Ao iniciar um novo ano, a comissão organizador tem vindo a elaborar um novo plano de actividades a desenvolver, de entre as quais, organizou-se já, o tradicional cantar das janeiras, tradição que se tinha perdido no tempo, e que o Rancho se empenhou em recuperar.
No passado dia 5 de Janeiro, trajados a rigor, o grupo deslocou-se ao Lar da Santa Casa da Misericórdia de São Vicente da Beira, afim de cantar as janeiras a todos os idosos que ali se encontram para lhes transmitir uns pouco de alegria.
Recebidos pela Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia na qual fomos bem recebidos, foi-nos oferecido um pequeno lanche, agradecendo a iniciativa e lançando-nos o desafio para que mais oportunidades como esta possam ocorrer ao longo do ano que agora se iniciou.
Retribuídas as boas festas por parte do Rancho Folclórico, o grupo seguiu de porta em porta junto dos moradores a desejar todos boas festas com votos de um bom novo ano.
A comissão organizadora do Rancho Folclórico agradece a todos quantos nos receberam, abrindo a sua porta para nos acolher e ajudar o nosso rancho.
A todos o nosso Bem – Haja!
Dário Inês
Dário Inês conta o que anda a fazer o Rancho de S. Vicente da Beira
Com o final do ano de 2008 e com balanço positivo, o Rancho Folclórico Vicentino encerrou as suas actividades com um jantar de natal oferecido pela comissão organizadora a todo o grupo constituído por meia centena de elementos.
Ao iniciar um novo ano, a comissão organizador tem vindo a elaborar um novo plano de actividades a desenvolver, de entre as quais, organizou-se já, o tradicional cantar das janeiras, tradição que se tinha perdido no tempo, e que o Rancho se empenhou em recuperar.
No passado dia 5 de Janeiro, trajados a rigor, o grupo deslocou-se ao Lar da Santa Casa da Misericórdia de São Vicente da Beira, afim de cantar as janeiras a todos os idosos que ali se encontram para lhes transmitir uns pouco de alegria.
Recebidos pela Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia na qual fomos bem recebidos, foi-nos oferecido um pequeno lanche, agradecendo a iniciativa e lançando-nos o desafio para que mais oportunidades como esta possam ocorrer ao longo do ano que agora se iniciou.
Retribuídas as boas festas por parte do Rancho Folclórico, o grupo seguiu de porta em porta junto dos moradores a desejar todos boas festas com votos de um bom novo ano.
A comissão organizadora do Rancho Folclórico agradece a todos quantos nos receberam, abrindo a sua porta para nos acolher e ajudar o nosso rancho.
A todos o nosso Bem – Haja!
Dário Inês
Santa Casa da Misericórdia de Águeda
Águeda: Saudade de Adolfo Roque na posse de Amorim Figueiredo
por Redacção Soberania em Janeiro 16,2009
Os corpos sociais da Santa Casa da Misericórdia para o triénio 2009/2011, tomaram posse no dia 10 de Janeiro, numa cerimónia que ficou marcada pela saudade de Adolfo Roque, antigo provedor.
Amorim Rosa Figueiredo, o novo provedor, que tinha sido eleito em lista única a 14 de Dezembro de 2008, manifestou a intenção de desempenhar a liderança da Santa Casa da Misericórdia de Águeda com “a missão de a servir e de nunca nos servirmos”.
Prometeu, depois, uma atenção especial na “qualidade dos serviços prestados junto dos mais vulneráveis” e manifestou a vontade da instituição se voltar para “os cuidados paliativos”, porque, defendeu, “o bem servir nunca deve ter fim”.
O novo provedor admitiu ter “muito trabalho pela frente”, mostrou-se determinado no processo de “certificação de qualidade” dos serviços prestados pela instituição e anunciou obras de “ampliação e melhoramentos da ala norte”, porque, sublinhou, “numa Misericórdia não há hiatos”.
O presidente da Câmara Municipal, Gil Nadais, deu conta de “alguns projectos conjuntos que estão aprovados” e que “vão aumentar a nossa colaboração” com a Santa Casa da Misericórdia de Águeda.
No contexto dos apoios, António Celestino de Almeida, director do Centro Regional de Segurança Social de Aveiro, mostrou “toda a disponibilidade para apoiar e ajudar na construção deste “edifício””.
REFERÊNCIAS A
ADOLFO ROQUE
Durante a cerimónia de posse foram repetidas as referências elogiosas ao antigo provedor, Adolfo Roque, com Lacerda Pais, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro a relevar “a acção pioneira que teve nas Unidades de Cuidados Continuados”.
António Faria Gomes, presidente da assembleia geral, encerrou a cerimónia, que contou com a presença do Bispo de Aveiro, D. António Francisco, sublinhando o desempenho da mesa administrativa cessante e referiu-se a Adolfo Roque com um homem “dedicado, activo, humilde e humano”.
OS NOVOS
DIRIGENTES
Os novos órgãos sociais da Santa Casa da Misericórdia, para o triénio 2009/2011, são os seguintes:
Assembleia-geral: António Augusto Faria Gomes (presidente), Daniel Oliveira, Odilon Saraiva, Graciete Oliveira Neves, Albano Melo e José Augusto Silva.
Conselho Fiscal: Jaime Cunha Cardoso (presidente), Carlos Albano Abrantes, Helena Paula S. Almeida, Osória Veiga Miranda, Fernando C. Conceição Cardoso e José Armando Roque.
Direcção: Amorim Rosa Figueiredo (provedor), António Mota Rodrigues (vice--provedor), Jorge Castro Madeira, António Costa Ferreira, Luísa Bexiga Nunes Roque, Leonor Borges Viegas, Ana Clara Bastos Santos, Maria Isabel Ramalho, José Lito Pereira e Albano A. Abrantes.
por Redacção Soberania em Janeiro 16,2009
Os corpos sociais da Santa Casa da Misericórdia para o triénio 2009/2011, tomaram posse no dia 10 de Janeiro, numa cerimónia que ficou marcada pela saudade de Adolfo Roque, antigo provedor.
Amorim Rosa Figueiredo, o novo provedor, que tinha sido eleito em lista única a 14 de Dezembro de 2008, manifestou a intenção de desempenhar a liderança da Santa Casa da Misericórdia de Águeda com “a missão de a servir e de nunca nos servirmos”.
Prometeu, depois, uma atenção especial na “qualidade dos serviços prestados junto dos mais vulneráveis” e manifestou a vontade da instituição se voltar para “os cuidados paliativos”, porque, defendeu, “o bem servir nunca deve ter fim”.
O novo provedor admitiu ter “muito trabalho pela frente”, mostrou-se determinado no processo de “certificação de qualidade” dos serviços prestados pela instituição e anunciou obras de “ampliação e melhoramentos da ala norte”, porque, sublinhou, “numa Misericórdia não há hiatos”.
O presidente da Câmara Municipal, Gil Nadais, deu conta de “alguns projectos conjuntos que estão aprovados” e que “vão aumentar a nossa colaboração” com a Santa Casa da Misericórdia de Águeda.
No contexto dos apoios, António Celestino de Almeida, director do Centro Regional de Segurança Social de Aveiro, mostrou “toda a disponibilidade para apoiar e ajudar na construção deste “edifício””.
REFERÊNCIAS A
ADOLFO ROQUE
Durante a cerimónia de posse foram repetidas as referências elogiosas ao antigo provedor, Adolfo Roque, com Lacerda Pais, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro a relevar “a acção pioneira que teve nas Unidades de Cuidados Continuados”.
António Faria Gomes, presidente da assembleia geral, encerrou a cerimónia, que contou com a presença do Bispo de Aveiro, D. António Francisco, sublinhando o desempenho da mesa administrativa cessante e referiu-se a Adolfo Roque com um homem “dedicado, activo, humilde e humano”.
OS NOVOS
DIRIGENTES
Os novos órgãos sociais da Santa Casa da Misericórdia, para o triénio 2009/2011, são os seguintes:
Assembleia-geral: António Augusto Faria Gomes (presidente), Daniel Oliveira, Odilon Saraiva, Graciete Oliveira Neves, Albano Melo e José Augusto Silva.
Conselho Fiscal: Jaime Cunha Cardoso (presidente), Carlos Albano Abrantes, Helena Paula S. Almeida, Osória Veiga Miranda, Fernando C. Conceição Cardoso e José Armando Roque.
Direcção: Amorim Rosa Figueiredo (provedor), António Mota Rodrigues (vice--provedor), Jorge Castro Madeira, António Costa Ferreira, Luísa Bexiga Nunes Roque, Leonor Borges Viegas, Ana Clara Bastos Santos, Maria Isabel Ramalho, José Lito Pereira e Albano A. Abrantes.
Santa Casa da Misericórdia - Obra da Figueira
“Há redes (de solidariedade social) que só servem para consumir o dinheiro dos contribuintes”
Afirma Joaquim de Sousa
Lidar com o sistema social, em Portugal, não é de todo uma actividade pacífica. Se por um lado pontuam os que no silêncio desenvolvem meritória obra e são por isso oficialmente reconhecidos, por outro surgem entidades que apregoam ‘aos quatro ventos’ as iniciativas que desenvolvem tendo como alvo os mais desfavorecidos e socialmente carenciados.
Os apoios oficiais, pontualmente, vão dando para as ‘encomendas’, como popularmente se diz. Isto é, vai dando para manter portas abertas, realizar algum serviço social/solidário mas também para criar (e manter) emprego.
Uma das grandes diferenças entre os dois blocos reside no investimento privado. Se é bem verdade que uns aproveitam os apoios mas também contribuem investindo na formação profissional e na promoção da qualidade dos serviços prestados, outros… nem por isso.
“Solidariedade de espectáculo, não”
Este olhar poderá ter estado na génese das recentes críticas proferidas por Joaquim de Sousa, que renovou as suas funções de Provedor da Misericórdia – Obra da Figueira.
O responsável, na cerimónia de tomada de posse do novo elenco directivo da Misericórdia, garantiu que “não fazemos solidariedade social de espectáculo, somos cépticos com o que se passa no sector”.
“Os custos para auxiliar os pobres é um escândalo”
Há nove anos à frente dos destinos da instituição, Joaquim de Sousa angariou um saber que lhe permite aquilatar as movimentações deste sector tão próximo da comunidade. Daí que afirme que “os milhões de euros (das ajudas) não vão parar às mãos dos mais carenciados, servem sim para criar emprego”, criticando nesta linha de pensamento “a proliferação de instituições e redes de solidariedade social, autárquicas e privadas”. Na sua óptica, “os custos para auxiliar os pobres é um escândalo. Há redes (de solidariedade social) que só servem para consumir o dinheiro dos contribuintes”.
“Misericórdias são a âncora do futuro”
Neste cenário por si traduzido, o Provedor da Misericórdia da Figueira recorda que o Estado português e a União das Misericórdias acordaram os termos em que se procede o acesso dos idosos a este tipo de instituições. E garante que “mais nenhum pobre teria acesso (às Misericórdias) se se aplicasse à risca a lei. Nós flexibilizámos (o acesso) através de um estudo de modo a poder responder aos problemas dos desfavorecidos”.
Neste particular, diz mesmo que “não há um utente em que a Misericórdia – Obra da Figueira não entre com alguma percentagem do que consome, até os comparticipados pelo Estado”. Fica uma certeza: “as Misericórdias são a âncora do futuro” do apoio social.
Protecções asfixiantes
No auditório Silva Soares, perante o responsável pelo universo das Misericórdias do distrito de Coimbra (José Dias Coimbra) e o Presidente da Câmara da Figueira (Duarte Silva), Joaquim de Sousa teceu ainda outras críticas ao funcionamento efectivo e diário de uma Misericórdia. Entre outros ‘alertas à navegação’, o Provedor defendeu que “a Misericórdia está asfixiada com a Comissão de Acompanhamento de Menores que protege tudo - até os próprios empregos - menos os menores”.
Misericórdias reúnem-se na Figueira
José Coimbra, responsável pelo Secretariado Regional de Coimbra da União das Misericórdias considerou que a instituição figueirense “é hoje uma das mais activas no país, é um organismo digno da Figueira da Foz e de Coimbra e que já se impôs a nível nacional. É uma marca e uma presença muito importantes no contexto nacional”.
O responsável deixou o anúncio de que a 6 de Fevereiro próximo, no Casino Figueira, irá acontecer uma reunião nacional de Misericórdias na qual será abordado o tema “ “As Misericórdias e a Inovação”.
O Figueirense
Afirma Joaquim de Sousa
Lidar com o sistema social, em Portugal, não é de todo uma actividade pacífica. Se por um lado pontuam os que no silêncio desenvolvem meritória obra e são por isso oficialmente reconhecidos, por outro surgem entidades que apregoam ‘aos quatro ventos’ as iniciativas que desenvolvem tendo como alvo os mais desfavorecidos e socialmente carenciados.
Os apoios oficiais, pontualmente, vão dando para as ‘encomendas’, como popularmente se diz. Isto é, vai dando para manter portas abertas, realizar algum serviço social/solidário mas também para criar (e manter) emprego.
Uma das grandes diferenças entre os dois blocos reside no investimento privado. Se é bem verdade que uns aproveitam os apoios mas também contribuem investindo na formação profissional e na promoção da qualidade dos serviços prestados, outros… nem por isso.
“Solidariedade de espectáculo, não”
Este olhar poderá ter estado na génese das recentes críticas proferidas por Joaquim de Sousa, que renovou as suas funções de Provedor da Misericórdia – Obra da Figueira.
O responsável, na cerimónia de tomada de posse do novo elenco directivo da Misericórdia, garantiu que “não fazemos solidariedade social de espectáculo, somos cépticos com o que se passa no sector”.
“Os custos para auxiliar os pobres é um escândalo”
Há nove anos à frente dos destinos da instituição, Joaquim de Sousa angariou um saber que lhe permite aquilatar as movimentações deste sector tão próximo da comunidade. Daí que afirme que “os milhões de euros (das ajudas) não vão parar às mãos dos mais carenciados, servem sim para criar emprego”, criticando nesta linha de pensamento “a proliferação de instituições e redes de solidariedade social, autárquicas e privadas”. Na sua óptica, “os custos para auxiliar os pobres é um escândalo. Há redes (de solidariedade social) que só servem para consumir o dinheiro dos contribuintes”.
“Misericórdias são a âncora do futuro”
Neste cenário por si traduzido, o Provedor da Misericórdia da Figueira recorda que o Estado português e a União das Misericórdias acordaram os termos em que se procede o acesso dos idosos a este tipo de instituições. E garante que “mais nenhum pobre teria acesso (às Misericórdias) se se aplicasse à risca a lei. Nós flexibilizámos (o acesso) através de um estudo de modo a poder responder aos problemas dos desfavorecidos”.
Neste particular, diz mesmo que “não há um utente em que a Misericórdia – Obra da Figueira não entre com alguma percentagem do que consome, até os comparticipados pelo Estado”. Fica uma certeza: “as Misericórdias são a âncora do futuro” do apoio social.
Protecções asfixiantes
No auditório Silva Soares, perante o responsável pelo universo das Misericórdias do distrito de Coimbra (José Dias Coimbra) e o Presidente da Câmara da Figueira (Duarte Silva), Joaquim de Sousa teceu ainda outras críticas ao funcionamento efectivo e diário de uma Misericórdia. Entre outros ‘alertas à navegação’, o Provedor defendeu que “a Misericórdia está asfixiada com a Comissão de Acompanhamento de Menores que protege tudo - até os próprios empregos - menos os menores”.
Misericórdias reúnem-se na Figueira
José Coimbra, responsável pelo Secretariado Regional de Coimbra da União das Misericórdias considerou que a instituição figueirense “é hoje uma das mais activas no país, é um organismo digno da Figueira da Foz e de Coimbra e que já se impôs a nível nacional. É uma marca e uma presença muito importantes no contexto nacional”.
O responsável deixou o anúncio de que a 6 de Fevereiro próximo, no Casino Figueira, irá acontecer uma reunião nacional de Misericórdias na qual será abordado o tema “ “As Misericórdias e a Inovação”.
O Figueirense
Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada
Misericórdia de Ponta Delgada antecipa eleições para Março
Regional | 2009-01-16 10:11
Embora não tão participada como a anterior, a Assembleia-Geral de ontem na Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada não deixou de ser igualmente agitada...
A começar pela discussão que se acendeu em torno da presença do vigário-geral da Diocese, Helder Fonseca, em representação do Bispo de Angra e Ilhas dos Açores, enquanto autoridade eclesiástica que tutela as Misericórdias. Um dos pontos de trabalho do referido encontro passava pela análise da situação da Misericórdia em função das demissões e deliberações da Assembleia-geral de 17 de Novembro. E era precisamente a posição da Diocese que o vigário-geral pretendia trazer . Depois de algumas intervenções, umas mais acesas que outras, na sua essência “a bater” linhas ténues entre o direito civil e o direito canónico... Contrariamente ao que havia sido manifestado por alguns irmãos em Novembro, não houve recurso aos tribunais para avaliar o acto de nomeação de uma Comissão Administrativa que garanta o funcionamento da instituição até Junho de 2009, isto é, até às próximas eleições. Mas o tema voltou a aquecer os ânimos entre os irmãos. Emoções que, de alguma forma, serenaram quando chegou a vez do vigário-geral fazer uso da palavra para apresentar a posição da Diocese.
“A solução que parece mais adequada neste momento é de haver eleições imediatas, se a assembleia assim o entender. Ou então, aplicar aquilo que as normas gerais que tutelam as associações de fiéis prevêem... No caso de não haver eleições para os órgãos sociais deve ser nomeado um comissário, competência essa que não é da Assembleia-Geral, mas sim do bispo diocesano”, explicou Helder Fonseca.
De acordo com o vigário-geral da Diocese, o processo normal seria a marcação de eleições tão breve quanto possível.
“De facto, cabe à Assembleia -Geral destituir os órgãos - que foi o que aconteceu a 17 de Novembro- mas o que vim transmitir é que no nosso entender não é competência da Assembleia-Geral designar comissões administrativas pelo tempo que entenderem”, assume.
E por essa razão, impôs-se a pergunta sobre a legalidade do acto, pelos olhos da Diocese...
“Pode estar legal e pode não estar. Neste último caso, não foi confirmada enquanto comissão administrativa porque é uma figura que não está contemplada no compromisso da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, nem nas normas das associações de fiéis, nem no direito canónico”, esclarece o vigário-geral.
“E pode ser legal se entendermos essa comissão como a mesa cessante. Porque, de facto, são os mesmos membros, excepto o provedor. Portanto, se for a mesa cessante que estiver em funções até às próximas eleições, aí está legal. Se for como comissão administrativa que foi designada em Assembleia-Geral, aí não está”, acrescenta.
A verdade é que depois de alguma discussão as propostas para antecipação das eleições foram surgindo em cima da mesa e passadas três horas, iniciou-se a votação para escolher entre duas data possíveis: 17 de Fevereiro e 31 de Março.
Dos 103 Irmãos que votaram, a esmagadora maioria (85) optou pela alternativa de Março.
Durante a Assembleia-Geral, a comissão de gestão em funções desde 17 Novembro fez ainda questão de distribuir aos membros da Irmandade um documento de cinco páginas, onde figuravam medidas já levadas a efeito tanto no lar da Levada, como nas creches ou no serviço de Cuidados Continuados, e ainda a introdução de uma nova valência para os sem-abrigo.
Luísa Couto
AO
Regional | 2009-01-16 10:11
Embora não tão participada como a anterior, a Assembleia-Geral de ontem na Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada não deixou de ser igualmente agitada...
A começar pela discussão que se acendeu em torno da presença do vigário-geral da Diocese, Helder Fonseca, em representação do Bispo de Angra e Ilhas dos Açores, enquanto autoridade eclesiástica que tutela as Misericórdias. Um dos pontos de trabalho do referido encontro passava pela análise da situação da Misericórdia em função das demissões e deliberações da Assembleia-geral de 17 de Novembro. E era precisamente a posição da Diocese que o vigário-geral pretendia trazer . Depois de algumas intervenções, umas mais acesas que outras, na sua essência “a bater” linhas ténues entre o direito civil e o direito canónico... Contrariamente ao que havia sido manifestado por alguns irmãos em Novembro, não houve recurso aos tribunais para avaliar o acto de nomeação de uma Comissão Administrativa que garanta o funcionamento da instituição até Junho de 2009, isto é, até às próximas eleições. Mas o tema voltou a aquecer os ânimos entre os irmãos. Emoções que, de alguma forma, serenaram quando chegou a vez do vigário-geral fazer uso da palavra para apresentar a posição da Diocese.
“A solução que parece mais adequada neste momento é de haver eleições imediatas, se a assembleia assim o entender. Ou então, aplicar aquilo que as normas gerais que tutelam as associações de fiéis prevêem... No caso de não haver eleições para os órgãos sociais deve ser nomeado um comissário, competência essa que não é da Assembleia-Geral, mas sim do bispo diocesano”, explicou Helder Fonseca.
De acordo com o vigário-geral da Diocese, o processo normal seria a marcação de eleições tão breve quanto possível.
“De facto, cabe à Assembleia -Geral destituir os órgãos - que foi o que aconteceu a 17 de Novembro- mas o que vim transmitir é que no nosso entender não é competência da Assembleia-Geral designar comissões administrativas pelo tempo que entenderem”, assume.
E por essa razão, impôs-se a pergunta sobre a legalidade do acto, pelos olhos da Diocese...
“Pode estar legal e pode não estar. Neste último caso, não foi confirmada enquanto comissão administrativa porque é uma figura que não está contemplada no compromisso da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, nem nas normas das associações de fiéis, nem no direito canónico”, esclarece o vigário-geral.
“E pode ser legal se entendermos essa comissão como a mesa cessante. Porque, de facto, são os mesmos membros, excepto o provedor. Portanto, se for a mesa cessante que estiver em funções até às próximas eleições, aí está legal. Se for como comissão administrativa que foi designada em Assembleia-Geral, aí não está”, acrescenta.
A verdade é que depois de alguma discussão as propostas para antecipação das eleições foram surgindo em cima da mesa e passadas três horas, iniciou-se a votação para escolher entre duas data possíveis: 17 de Fevereiro e 31 de Março.
Dos 103 Irmãos que votaram, a esmagadora maioria (85) optou pela alternativa de Março.
Durante a Assembleia-Geral, a comissão de gestão em funções desde 17 Novembro fez ainda questão de distribuir aos membros da Irmandade um documento de cinco páginas, onde figuravam medidas já levadas a efeito tanto no lar da Levada, como nas creches ou no serviço de Cuidados Continuados, e ainda a introdução de uma nova valência para os sem-abrigo.
Luísa Couto
AO
Santa Casa da Misericórdia de Santiago do Cacém
RCCI: Candidatura da Santa Casa da Misericórdia de Santiago do Cacém aprovada
O Alentejo vai dispor de mais 315 lugares na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RCCI), entre elas a Misericórdia de Santiago do Cacém, isto após terem sido aprovadas 15 candidaturas.
Num total de investimento de 18.130.381 de Euros dos quais a Administração Regional de Saúde do Alentejo comparticipa com 9.321.042 de Euros, no âmbito do Programa Modelar em Cuidados Continuados Integrados, que é um mecanismo de financiamento público para a criação/requalificação de respostas do sector social nos Cuidados Continuados Integrados.
A entidade que viu agora a sua candidatura aprovada foi a Santa Casa da Misericórdia de Santiago do Cacém.
São objectivos da Rede a prestação de cuidados de saúde e de apoio social de forma continuada e integrada a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situação de dependência.
Os Cuidados Continuados Integrados estão centrados na recuperação global da pessoa, promovendo a sua autonomia e melhorando a sua funcionalidade, no âmbito da situação de dependência em que se encontra.
Com a aprovação das candidaturas Portugal vai ter no seu total mais 3138 lugares, correspondendo a 836 na Região Norte, 774 no Centro, 963 em Lisboa e Vale do Tejo, 315 no Alentejo e 250 no Algarve.
Sexta, 16 de Janeiro de 2009
Rádio Sines
O Alentejo vai dispor de mais 315 lugares na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RCCI), entre elas a Misericórdia de Santiago do Cacém, isto após terem sido aprovadas 15 candidaturas.
Num total de investimento de 18.130.381 de Euros dos quais a Administração Regional de Saúde do Alentejo comparticipa com 9.321.042 de Euros, no âmbito do Programa Modelar em Cuidados Continuados Integrados, que é um mecanismo de financiamento público para a criação/requalificação de respostas do sector social nos Cuidados Continuados Integrados.
A entidade que viu agora a sua candidatura aprovada foi a Santa Casa da Misericórdia de Santiago do Cacém.
São objectivos da Rede a prestação de cuidados de saúde e de apoio social de forma continuada e integrada a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situação de dependência.
Os Cuidados Continuados Integrados estão centrados na recuperação global da pessoa, promovendo a sua autonomia e melhorando a sua funcionalidade, no âmbito da situação de dependência em que se encontra.
Com a aprovação das candidaturas Portugal vai ter no seu total mais 3138 lugares, correspondendo a 836 na Região Norte, 774 no Centro, 963 em Lisboa e Vale do Tejo, 315 no Alentejo e 250 no Algarve.
Sexta, 16 de Janeiro de 2009
Rádio Sines
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