Hospital inaugurado com queixas e críticas
00h30m
TERESA CARDOSO
Presidente da República inaugurou, esta sexta-feira, a Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Vouzela. O provedor da instituição, Eugénio Lobo, criticou decisões que o obrigaram a reduzir camas.
O responsável não se conforma que o projecto para a adaptação do antigo hospital de Vouzela em Unidade de Cuidados Continuados (UCC) tenha sido aprovado pela tutela, em devido tempo e com um determinado número de camas, e que na hora de o pôr a funcionar, em Abril deste ano, tenha tenha sido obrigado a reduzir esse número para as 26 actuais.
"O projecto foi aprovado pela Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) com quatro camas em cada uma das seis enfermarias. Depois obrigaram-nos a ficar só com três. Significa que perdemos meia dúzia de camas, nas zonas de enfermaria, a que corresponderiam outros tantos utentes", critica Eugénio Lobo.
O responsável aproveitou a presença na cerimónia do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, para pedir uma reavaliação do processo. "É uma questão de bom senso. Temos muito espaço nas enfermarias, as camas que nos obrigaram a tirar custaram mais de 1500 euros cada uma, e há gente à espera de poder entrar para esta casa", disse ao JN.
Eugénio Lobo espera, ainda, que seja atribuída à instituição a concessão para realizar exames radiológicos inexistentes no concelho de Vouzela.
O Presidente da República destacou o funcionamento "modelar" da UCC e avisou que, mesmo em tempo de crise, o acesso à saúde é um princípio sagrado.
Jornal de Notícias
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PUBLICADAS SOBRE AS ACTIVIDADES DAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA
sábado, 13 de dezembro de 2008
Misericórdia de Vouzela
Cavaco defende cuidados médicos para todos
O Presidente da República defendeu esta sexta-feira, de visita à região Centro, o acesso aos cuidados públicos de saúde de todos os cidadãos como um dos princípios mais importantes do regime democrático.
O apelo foi deixado por Cavaco Silva na inauguração da nova unidade de cuidados continuados da Misericórdia de Vouzela.
“Em democracia, um dos princípios mais importantes de que não podemos abdicar, mesmo em tempo de crise, é o acesso aos cuidados de saúde de todos os cidadãos, em particular daqueles que não têm recursos para poder pagar a sua instalação, o seu tratamento, em unidades privadas” , declarou.
Oliveira do Bairro foi a última paragem de um périplo iniciado de manhã, em Coimbra, para inaugurar uma empresa de painéis solares. Com 150 postos de trabalho, a Solarplus vai exportar 80%da produção.
O Presidente da República defendeu uma aposta forte do país na produção de energias renováveis, pela sua importância na preservação do ambiente e enquanto oportunidade de negócio.
RV/Júlio Almeida
rr
O Presidente da República defendeu esta sexta-feira, de visita à região Centro, o acesso aos cuidados públicos de saúde de todos os cidadãos como um dos princípios mais importantes do regime democrático.
O apelo foi deixado por Cavaco Silva na inauguração da nova unidade de cuidados continuados da Misericórdia de Vouzela.
“Em democracia, um dos princípios mais importantes de que não podemos abdicar, mesmo em tempo de crise, é o acesso aos cuidados de saúde de todos os cidadãos, em particular daqueles que não têm recursos para poder pagar a sua instalação, o seu tratamento, em unidades privadas” , declarou.
Oliveira do Bairro foi a última paragem de um périplo iniciado de manhã, em Coimbra, para inaugurar uma empresa de painéis solares. Com 150 postos de trabalho, a Solarplus vai exportar 80%da produção.
O Presidente da República defendeu uma aposta forte do país na produção de energias renováveis, pela sua importância na preservação do ambiente e enquanto oportunidade de negócio.
RV/Júlio Almeida
rr
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Santa Casa da Misericórdia do Barreiro
Política : Barreiro: Paulo Portas visita a Misericórdia
em 2008/12/9 0:20:00
Amanhã, dia 10 de Dezembro de 2008 (na próxima quarta-feira) às 11h00, o Presidente do CDS-PP, Dr. Paulo Portas, irá visitar a Santa Casa da Misericórdia do Barreiro. O Dr. Paulo Portas far-se-á acompanhar pelo Dr. Nuno Magalhães (deputado do CDS-PP eleito pelo Circulo Eleitoral de Setúbal), pelo Dr. João Rebelo (deputado do CDS-PP eleito pelo Circulo Eleitoral de Lisboa) e por diversos elementos da Comissão Politica do CDS-PP do Barreiro.
O Rio
em 2008/12/9 0:20:00
Amanhã, dia 10 de Dezembro de 2008 (na próxima quarta-feira) às 11h00, o Presidente do CDS-PP, Dr. Paulo Portas, irá visitar a Santa Casa da Misericórdia do Barreiro. O Dr. Paulo Portas far-se-á acompanhar pelo Dr. Nuno Magalhães (deputado do CDS-PP eleito pelo Circulo Eleitoral de Setúbal), pelo Dr. João Rebelo (deputado do CDS-PP eleito pelo Circulo Eleitoral de Lisboa) e por diversos elementos da Comissão Politica do CDS-PP do Barreiro.
O Rio
Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo
Ílhavo: Hoje será o primeiro dia do novo hospital
A empreitada no antigo Hospital da Misericórdia deverá ter início hoje. O futuro edifício será dotado de unidades de internamento, de medicina física e de reabilitação, e de serviço de apoio domiciliário
O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, Fernando Duarte, espera que o dia de hoje fique marcado pelo início da empreitada de construção do futuro Hospital de Cuidados Continuados Integrados.
A instalação do estaleiro deverá avançar hoje, devendo a obrar ficar concluída dentro de dez meses. Os trabalhos começam com a demolição das antigas instalações do Hospital da Misericórdia.
O orçamento atinge os 4 milhões de euros para financiar as instalações que serão dotadas de uma unidade de internamento com 55 camas, unidade de medicina física, de reabilitação e serviço de apoio domiciliário. O provedor realça o objectivo das futuras instalações virem a possibilitar a “reabilitação, dando condições para o regresso das pessoas ao meio familiar”.
Além do apoio ao nível técnico e de infra-estruturas, a Câmara Municipal de Ílhavo financia a obra em dez por cento. Com a aprovação de uma candidatura apresentada ao programa Modelar, através da Administração Regional de Saúde do Centro, será possível mais 750 mil euros, enquanto uma outra parcela, de 2,5 milhões, é conseguida por via de um empréstimo bancário, contraído pela Misericórdia. A parte ainda por financiar terá origem no Orçamento da Santa Casa e no pagamento, por efectuar, da utilização do antigo Hospital pelo Estado.
A nova unidade hospitalar não servirá apenas utentes de Ílhavo mas estender-se-á a concelho vizinhos. O hospital mais perto com estas características situa-se em Águeda. A área a abranger “será a que o Ministério da Saúde entender”, respeitante aos utentes a encaminhar para as futuras instalações.
Subsistia ainda uma parte por resolver, no que dizia respeito às acessibilidades, mas “está praticamente resolvida, através de uma parceria com a autarquia”, disse o provedor ao Diário de Aveiro.
João Peixinho
Diário de Aveiro
A empreitada no antigo Hospital da Misericórdia deverá ter início hoje. O futuro edifício será dotado de unidades de internamento, de medicina física e de reabilitação, e de serviço de apoio domiciliário
O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, Fernando Duarte, espera que o dia de hoje fique marcado pelo início da empreitada de construção do futuro Hospital de Cuidados Continuados Integrados.
A instalação do estaleiro deverá avançar hoje, devendo a obrar ficar concluída dentro de dez meses. Os trabalhos começam com a demolição das antigas instalações do Hospital da Misericórdia.
O orçamento atinge os 4 milhões de euros para financiar as instalações que serão dotadas de uma unidade de internamento com 55 camas, unidade de medicina física, de reabilitação e serviço de apoio domiciliário. O provedor realça o objectivo das futuras instalações virem a possibilitar a “reabilitação, dando condições para o regresso das pessoas ao meio familiar”.
Além do apoio ao nível técnico e de infra-estruturas, a Câmara Municipal de Ílhavo financia a obra em dez por cento. Com a aprovação de uma candidatura apresentada ao programa Modelar, através da Administração Regional de Saúde do Centro, será possível mais 750 mil euros, enquanto uma outra parcela, de 2,5 milhões, é conseguida por via de um empréstimo bancário, contraído pela Misericórdia. A parte ainda por financiar terá origem no Orçamento da Santa Casa e no pagamento, por efectuar, da utilização do antigo Hospital pelo Estado.
A nova unidade hospitalar não servirá apenas utentes de Ílhavo mas estender-se-á a concelho vizinhos. O hospital mais perto com estas características situa-se em Águeda. A área a abranger “será a que o Ministério da Saúde entender”, respeitante aos utentes a encaminhar para as futuras instalações.
Subsistia ainda uma parte por resolver, no que dizia respeito às acessibilidades, mas “está praticamente resolvida, através de uma parceria com a autarquia”, disse o provedor ao Diário de Aveiro.
João Peixinho
Diário de Aveiro
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Misericórdia de Angra do Heroísmo
GARANTE SÉRGIO ÁVILA Confiança e segurança para investimento privado
Publicado na Segunda-Feira, dia 08 de Dezembro de 2008, em Actualidade
O vice-presidente do Governo garantiu 6ª feira existir na Região um “clima de confiança e de segurança” que fará com que 2009 seja “um ano de reforço do investimento privado na economia açoriana”.
Na cerimónia de inauguração das novas instalações da agência da Praia da Vitória da Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo, Sérgio Ávila acrescentou que quer os cidadãos, quer o tecido empresarial regional terão uma melhor conjuntura económica em 2009.
“Nós criámos condições objectivas para que as famílias açorianas tenham menos encargos no próximo ano e que, por essa via, tenham mais rendimento disponível e maior possibilidade de consumo”, disse, adiantando que também as empresas “terão maior potencialidade para o investimento por terem menores encargos financeiros”.
O governante considerou que, na base consolidação da economia açoriana, estão dez medidas, anunciadas recentemente pelo presidente do Governo e resultantes de processo negocial concluído em “tempo recorde” com as câmaras de comércio da Região e que visam o crescimento e a revitalização do sector.
Do pacote de iniciativas, destacou a criação de uma linha de apoio e reestruturação do endividamento às empresas, em funcionamento no início do próximo ano, com que Executivo, através da bonificação dos juros, financiará uma percentagem muito significativa do spread que as empresas irão suportar nos próximos cinco anos referentes a encargos bancários.
A constituição de um novo fundo de maneio para apoio às empresas, a antecipação das comparticipações decorrentes de pacotes de incentivos aos empresários, a duplicação do montante inscrito para financiamento dos sistemas de incentivos e a introdução de apoios para colmatar a sazonalidade constituem outras das acções que Governo vai implementar no novo mandato, indicou.
Neste contexto, Sérgio Ávila referiu que a Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo representa “um pilar fundamental” no desenvolvimento da Região e sublinhou o “importante papel” da banca açoriana no seu conjunto.
A União
Publicado na Segunda-Feira, dia 08 de Dezembro de 2008, em Actualidade
O vice-presidente do Governo garantiu 6ª feira existir na Região um “clima de confiança e de segurança” que fará com que 2009 seja “um ano de reforço do investimento privado na economia açoriana”.
Na cerimónia de inauguração das novas instalações da agência da Praia da Vitória da Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo, Sérgio Ávila acrescentou que quer os cidadãos, quer o tecido empresarial regional terão uma melhor conjuntura económica em 2009.
“Nós criámos condições objectivas para que as famílias açorianas tenham menos encargos no próximo ano e que, por essa via, tenham mais rendimento disponível e maior possibilidade de consumo”, disse, adiantando que também as empresas “terão maior potencialidade para o investimento por terem menores encargos financeiros”.
O governante considerou que, na base consolidação da economia açoriana, estão dez medidas, anunciadas recentemente pelo presidente do Governo e resultantes de processo negocial concluído em “tempo recorde” com as câmaras de comércio da Região e que visam o crescimento e a revitalização do sector.
Do pacote de iniciativas, destacou a criação de uma linha de apoio e reestruturação do endividamento às empresas, em funcionamento no início do próximo ano, com que Executivo, através da bonificação dos juros, financiará uma percentagem muito significativa do spread que as empresas irão suportar nos próximos cinco anos referentes a encargos bancários.
A constituição de um novo fundo de maneio para apoio às empresas, a antecipação das comparticipações decorrentes de pacotes de incentivos aos empresários, a duplicação do montante inscrito para financiamento dos sistemas de incentivos e a introdução de apoios para colmatar a sazonalidade constituem outras das acções que Governo vai implementar no novo mandato, indicou.
Neste contexto, Sérgio Ávila referiu que a Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo representa “um pilar fundamental” no desenvolvimento da Região e sublinhou o “importante papel” da banca açoriana no seu conjunto.
A União
domingo, 7 de dezembro de 2008
Misericórdia de Vieira do Minho
Secretário de Estado visita Unidade de Cuidados Continuados Integrados da Misericórdia de Vieira do Minho
“Os cuidados com saúde são do Estado e não das instituições da Igreja”
“Eu nem quero pensar no que possa acontecer quando os vieirenses descobrirem que a única Unidade de Internamento do Concelho já está toda ocupada pelos doentes de outras localidades”.
A dúvida foi levantada pelo Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Vieira do Minho, Alfredo Ramalho durante a visita particular do secretário de Estado Adjunto da Saúde, Francisco Ramos aquela Instituição, no passado dia 18.
Após uma visita relâmpago às instalações da nova Unidade de Cuidados Continuados Integrados de Saúde, onde já se encontram, desde o dia 28 de Outubro, 13 doentes, e numa breve intervenção, já que a Direcção da Irmandade da Santa Casa resistiu às pressões da ARSN para “cortar a fita” da inauguração daquelas instalações, o secretário de Estado foi confrontado, pelo Provedor da Irmandade, com as despesas correntes com os utentes daquela unidade, dos riscos de colapso financeiro, de mais endividamento da Santa Casa de Misericórdia e mesmo do possível fecho daquela unidade de saúde.
Depois de uma breve síntese do historial do Hospital da Torre, fundado pelo vieirense João Batista Vieira de Araújo, das obras de remodelação sofridas com a retoma do edifício do pós- 25 de Abril, das condições em que se fechou o internamento hospitalar, e depois de ter oferecido ao secretário de Estado a Monografia Vieirense do P.e Alves Vieira, com marcador nas páginas 275, Alfredo Ramalho, recordando as recentes manifestações contra o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente, face ao tipo de utentes que estão a chegar aquela unidade, nem quer “pensar no que possa acontecer quando os vieirenses souberem que têm aqui 20 camas ocupadas e nelas não está nenhuma pessoa do concelho de Vieira do Minho.“Hoje está de parabéns, depois vamos tratar do seu alívio” respondeu-lhe Francisco Ramos que considerou o empreendimento “de excelência”, com “instalações magníficas”.
Depois de referir que «o financiamento da Rede de Cuidados Continuados não é estrangulante, dado que um dezasseis avos do lucro dos jogos sociais é canalizado para esta rede”, o secretário de Estado apontou como solução financeira para esta Unidade da Misericórdia, a via da “solidariedade concelhia e da gestão de rigor”, bem como, “com o próprio correr do tempo, poder baixar os custos financeiros com o envio de doentes de custos mais baixos para ajudar a equilibrar os custos”.
Albino Carneiro, presidente do Município, que acompanhou a visita e se escusou a intervir na breve “sessão oficial”, em declarações aos jornalistas, lamentou que “as Instituições de Solidariedade Social ainda tenham que mendigar ao Estado o financiamento para uma actividade que deveria ser financiada a 100 por cento pelo Governo”. “Não podemos esquecer que cabe ao Estado cuidar da saúde do cidadão e que este não faz favor nenhum quando apoia uma instituição que o “substitui”_ afirmou Albino Carneiro.
“Câmara sem dinheiro para mais apoios”
Em resposta ao secretário de Estado e Adjunto da Saúde, que advogou a solução financeira do empreendimento e sua gestão pela via da ”solidariedade concelhia” o presidente da autarquia vieirense não poupou o Governo, chegando mesmo à indignação:“Não nos peçam mais apoios, porque a Câmara não tem mais dinheiro para atribuir, para além daquele que já deu, e a Misericórdia vieirense não pode endividar-se mais do que já fez para pôr de pé uma das poucas unidades do distrito de Braga que integram a rede de cuidados continuados de saúde, considerada exemplar pelo
in O Jornal de Vieira
“Os cuidados com saúde são do Estado e não das instituições da Igreja”
“Eu nem quero pensar no que possa acontecer quando os vieirenses descobrirem que a única Unidade de Internamento do Concelho já está toda ocupada pelos doentes de outras localidades”.
A dúvida foi levantada pelo Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Vieira do Minho, Alfredo Ramalho durante a visita particular do secretário de Estado Adjunto da Saúde, Francisco Ramos aquela Instituição, no passado dia 18.
Após uma visita relâmpago às instalações da nova Unidade de Cuidados Continuados Integrados de Saúde, onde já se encontram, desde o dia 28 de Outubro, 13 doentes, e numa breve intervenção, já que a Direcção da Irmandade da Santa Casa resistiu às pressões da ARSN para “cortar a fita” da inauguração daquelas instalações, o secretário de Estado foi confrontado, pelo Provedor da Irmandade, com as despesas correntes com os utentes daquela unidade, dos riscos de colapso financeiro, de mais endividamento da Santa Casa de Misericórdia e mesmo do possível fecho daquela unidade de saúde.
Depois de uma breve síntese do historial do Hospital da Torre, fundado pelo vieirense João Batista Vieira de Araújo, das obras de remodelação sofridas com a retoma do edifício do pós- 25 de Abril, das condições em que se fechou o internamento hospitalar, e depois de ter oferecido ao secretário de Estado a Monografia Vieirense do P.e Alves Vieira, com marcador nas páginas 275, Alfredo Ramalho, recordando as recentes manifestações contra o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente, face ao tipo de utentes que estão a chegar aquela unidade, nem quer “pensar no que possa acontecer quando os vieirenses souberem que têm aqui 20 camas ocupadas e nelas não está nenhuma pessoa do concelho de Vieira do Minho.“Hoje está de parabéns, depois vamos tratar do seu alívio” respondeu-lhe Francisco Ramos que considerou o empreendimento “de excelência”, com “instalações magníficas”.
Depois de referir que «o financiamento da Rede de Cuidados Continuados não é estrangulante, dado que um dezasseis avos do lucro dos jogos sociais é canalizado para esta rede”, o secretário de Estado apontou como solução financeira para esta Unidade da Misericórdia, a via da “solidariedade concelhia e da gestão de rigor”, bem como, “com o próprio correr do tempo, poder baixar os custos financeiros com o envio de doentes de custos mais baixos para ajudar a equilibrar os custos”.
Albino Carneiro, presidente do Município, que acompanhou a visita e se escusou a intervir na breve “sessão oficial”, em declarações aos jornalistas, lamentou que “as Instituições de Solidariedade Social ainda tenham que mendigar ao Estado o financiamento para uma actividade que deveria ser financiada a 100 por cento pelo Governo”. “Não podemos esquecer que cabe ao Estado cuidar da saúde do cidadão e que este não faz favor nenhum quando apoia uma instituição que o “substitui”_ afirmou Albino Carneiro.
“Câmara sem dinheiro para mais apoios”
Em resposta ao secretário de Estado e Adjunto da Saúde, que advogou a solução financeira do empreendimento e sua gestão pela via da ”solidariedade concelhia” o presidente da autarquia vieirense não poupou o Governo, chegando mesmo à indignação:“Não nos peçam mais apoios, porque a Câmara não tem mais dinheiro para atribuir, para além daquele que já deu, e a Misericórdia vieirense não pode endividar-se mais do que já fez para pôr de pé uma das poucas unidades do distrito de Braga que integram a rede de cuidados continuados de saúde, considerada exemplar pelo
in O Jornal de Vieira
Santa Casa de Misericórdia de Vieira do Minho
Santa Casa de Misericórdia elege Corpos Gerentes e aprova Orçamento e Plano de Actividades
Reunida em Assembleia Geral Ordinária de Irmãos, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vieira do Minho aprovou, por unanimidade e com uma abstenção, a 1ª revisão do Orçamento para o ano 2008 e o Orçamento Ordinário e Plano de Actividades para 2009.
Em linhas gerais, este Plano prevê a ampliação e reformulação do Lar Nossa Senhora da Conceição, dispondo já de uma comparticipação de 300 mil euros, por despacho do Ministro do Trabalho e Solidariedade Social que poderá ser utilizado no prazo de 24 meses. Igualmente prevê a ampliação do acordo dos utentes do serviço do SAD (Serviço de Apoio Domicilário) para 25, dada a crescente procura dos serviços desta valência. Também na UCCI – Unidade de Cuidados Continuados Integrados, concluída que está e já com utentes instalados, prevê-se o seu funcionamento em pleno no próximo ano.
O Orçamento prevê “proveitos e ganhos” (receita) no montante de 2.316.500 euros (mais de 463 mil contos); e “custos e perdas” (despesas) num total de 2.282.000 euros (457 mil contos). Haverá, assim, previsivelmente, um “resultado líquido” (saldo) de 26.050 euros (um pouco mais de 5.200 contos). A maior fonte de receita provém do Lar para idosos, com 580 mil euros, seguida da Medicina Física e de Reabilitação, com um total de receitas de 240 mil euros. A maior despesa prevista vai para os profissionais da Misericórdia (vencimentos, seguros e prestações sociais) num montante de 1.102.849 euros.
O Centro de Medicina Física e de Reabilitação, até agora a funcionar em edifício provisório, será transferido para as novas instalações da UCCI, uma actividade cuja 1ª revisão orçamental de 2008 prevê uma correcção positiva de 45 mil euros.
Depois de algumas explicações sobre o Orçamento dadas por Luís Carneiro, o provedor da Santa Casa, Dr. Alfredo Ramalho, referiu-se às regras de funcionamento da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), tendo mostrado a sua preocupação ao ver excluídos daquela unidade os residentes no concelho. Respondendo, depois, a um irmão sobre a razão do não internamento da sua mãe naquela UCCI, afirmou: “Fiquei tão surpreendido como o irmão quando soube que a pessoa em causa não reunia as condições para ser integrada na Rede”, concluindo que a decisão de internamento naquela RNCCI não depende da Santa Casa de Misericórdia de Vieira do Minho.
Seguiu-se a eleição dos novos corpos gerentes cuja única lista concorrente recebeu a totalidade dos votos entrados na urna (ver caixa).
A reunião foi presidida pelo Dr. Jorge Cordeiro, na ausência, por motivos de saúde, do Presidente da Mesa da Assembleia de Irmãos, Dr. Óscar Ferreira Gomes.
ASSEMBLEIA GERAL
Presidente - Dr. Óscar Ferreira Gomes; Dr. Jorge Amorim Cordeiro; José António Canelas Ribeiro.
CONSELHO FISCAL
Presidente - Jorge Gaspar Vieira Rodrigues; Álvaro Carneiro Gonçalves; Fernanda Magalhães Dias.
Suplentes: Maria Fernanda Gonçalves Gomes; Maria da Conceição Leite de Almeida Forte; Maria Isabel Silva Fraga.
MESA ADMINISTRATIVA
Provedor - Dr. Alfredo Inácio Abreu Ramalho; Almeno José Matos Vieira Leite; Dr. António João Guimarães Matos; Luís Eugénio Silva Carneiro; Prof.ª Maria da Fé Peixoto Ribeiro Almeida; Dr.ª Maria Leonor M. Castro Quaresma; Prof.ª Maria Helena Rebelo Ribeiro.
Suplentes: Nuno Alberto Vitória Pereira; Artur Duarte da Rocha Calisto; Maria Júlia Silva Ramalho Simões.
in O Jornal de Vieira
Reunida em Assembleia Geral Ordinária de Irmãos, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vieira do Minho aprovou, por unanimidade e com uma abstenção, a 1ª revisão do Orçamento para o ano 2008 e o Orçamento Ordinário e Plano de Actividades para 2009.
Em linhas gerais, este Plano prevê a ampliação e reformulação do Lar Nossa Senhora da Conceição, dispondo já de uma comparticipação de 300 mil euros, por despacho do Ministro do Trabalho e Solidariedade Social que poderá ser utilizado no prazo de 24 meses. Igualmente prevê a ampliação do acordo dos utentes do serviço do SAD (Serviço de Apoio Domicilário) para 25, dada a crescente procura dos serviços desta valência. Também na UCCI – Unidade de Cuidados Continuados Integrados, concluída que está e já com utentes instalados, prevê-se o seu funcionamento em pleno no próximo ano.
O Orçamento prevê “proveitos e ganhos” (receita) no montante de 2.316.500 euros (mais de 463 mil contos); e “custos e perdas” (despesas) num total de 2.282.000 euros (457 mil contos). Haverá, assim, previsivelmente, um “resultado líquido” (saldo) de 26.050 euros (um pouco mais de 5.200 contos). A maior fonte de receita provém do Lar para idosos, com 580 mil euros, seguida da Medicina Física e de Reabilitação, com um total de receitas de 240 mil euros. A maior despesa prevista vai para os profissionais da Misericórdia (vencimentos, seguros e prestações sociais) num montante de 1.102.849 euros.
O Centro de Medicina Física e de Reabilitação, até agora a funcionar em edifício provisório, será transferido para as novas instalações da UCCI, uma actividade cuja 1ª revisão orçamental de 2008 prevê uma correcção positiva de 45 mil euros.
Depois de algumas explicações sobre o Orçamento dadas por Luís Carneiro, o provedor da Santa Casa, Dr. Alfredo Ramalho, referiu-se às regras de funcionamento da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), tendo mostrado a sua preocupação ao ver excluídos daquela unidade os residentes no concelho. Respondendo, depois, a um irmão sobre a razão do não internamento da sua mãe naquela UCCI, afirmou: “Fiquei tão surpreendido como o irmão quando soube que a pessoa em causa não reunia as condições para ser integrada na Rede”, concluindo que a decisão de internamento naquela RNCCI não depende da Santa Casa de Misericórdia de Vieira do Minho.
Seguiu-se a eleição dos novos corpos gerentes cuja única lista concorrente recebeu a totalidade dos votos entrados na urna (ver caixa).
A reunião foi presidida pelo Dr. Jorge Cordeiro, na ausência, por motivos de saúde, do Presidente da Mesa da Assembleia de Irmãos, Dr. Óscar Ferreira Gomes.
ASSEMBLEIA GERAL
Presidente - Dr. Óscar Ferreira Gomes; Dr. Jorge Amorim Cordeiro; José António Canelas Ribeiro.
CONSELHO FISCAL
Presidente - Jorge Gaspar Vieira Rodrigues; Álvaro Carneiro Gonçalves; Fernanda Magalhães Dias.
Suplentes: Maria Fernanda Gonçalves Gomes; Maria da Conceição Leite de Almeida Forte; Maria Isabel Silva Fraga.
MESA ADMINISTRATIVA
Provedor - Dr. Alfredo Inácio Abreu Ramalho; Almeno José Matos Vieira Leite; Dr. António João Guimarães Matos; Luís Eugénio Silva Carneiro; Prof.ª Maria da Fé Peixoto Ribeiro Almeida; Dr.ª Maria Leonor M. Castro Quaresma; Prof.ª Maria Helena Rebelo Ribeiro.
Suplentes: Nuno Alberto Vitória Pereira; Artur Duarte da Rocha Calisto; Maria Júlia Silva Ramalho Simões.
in O Jornal de Vieira
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