Reclusas em família no postal de Natal
Filhos de mulheres detidas foram premiados com computadores e vestuário após passarem para o papel o desejo de festejar a quadra com as mães
Ontem
CARLA SOARES
Uma casa, com mãe e filha a passarem o Natal sob o mesmo tecto. Alexandra passou o seu desejo para o papel e, com ele, foi uma das vencedoras do concurso para o melhor postal natalício, promovido entre os filhos das reclusas de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos.
Consigo levou prémios que chegam aos mil euros, mas o desejo ainda vai ter de esperar pelo menos um ano. E o de ser veterinária, muitos mais.
Dentro de uma semana, terão passado três anos desde que Maria de Lurdes Batista está detida. "Não passei nenhum Natal com a minha filha", contou, ao JN, esperançada que esta seja a última vez que passa a quadra no Estabelecimento Prisional Especial de Santa Cruz do Bispo. "Espero sair para o ano, já chega", desabafou, recordando que está presa por "roubo" e "por causa das más companhias". "Era a alegria maior que eu tinha", confessava, por sua vez, o pai da reclusa, que passa os natais com a neta.
Alexandra Marlene, explicava, por sua vez, a ideia para o postal: "queria passar o Natal com a minha mãe, por isso tinha de a pôr no desenho". Fê-lo num dia e, em troca, ganhou vestuário, calçado e um computador que totalizam os mil euros. "Ela não tinha computador. Vai receber o Magalhães mas não sei quando", contou Maria de Lurdes, enquanto a filha dizia preferir, de todas as prendas, o computador, não só para estudar mas também para os jogos.
O concurso de postais, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia do Porto e a empresa Ferrovial, teve mais dois vencedores empatados no primeiro lugar, sob o tema da aproximação da família.
Luís Filipe, de 12 anos, desenhou uma casa, uma lareira e um Pai Natal a colocar lá os presentes. Um cenário a que também queria acrescentar a mãe. "Ela não vai estar. Se estivesse eu ficava mais feliz", disse, ao JN, enquanto a mãe explicava que não vai passar a consoada mas estará com o filho no sábado. E prevê ir a casa a 20 de Janeiro porque faz anos. Detida "por causa da droga", vai esperar mais "cinco meses" para sair em liberdade e poderá passar as próximas festas com o filho, um dos nove que tem, além de 30 netos. Luís Filipe Robalo, que frequenta o quinto ano, garante que vai usar o computador "mais para estudar". Mas não esconde a preferência pelos outros prémios, sobretudo a nova roupa que vai ter.
O primeiro lugar é, também, de Purificación Afonso Soares. A mãe, Ana Oliveira, já não está no estabelecimento prisional, saiu há um mês, a tempo de passar o Natal em família. "A vida não está fácil lá fora, é bastante dura, mas vou com calma e tudo corre bem", conta a ex-reclusa. "Agora, vou aproveitar para estar com as minhas filhas e recuperar o tempo perdido", diz, após três anos e quatro meses de detenção por tráfico de estupefacientes".
Purificación, de 13 anos e no sétimo ano, está "muito mais contente" desde que a mãe saiu da prisão. Apesar de partilhar o espírito do concurso, "não queria participar", conta Ana recordando que a teve de convencer. No fim de contas, até venceu e foi a primeira a ser chamada. "Sempre dizia que não tinha jeito", justifica a concorrente, que se inspirou num desenho que o irmão tinha feito e pintou um anjo.
Na hora do balanço da iniciativa, saltou à vista o reduzido número de participações: onze desenhos somados pelos vários escalões etários, dos cinco aos 15 anos. E isto num universo de 254 reclusas.
A directora-geral dos Serviços Prisionais, Maria Clara Albino, garantiu, por sua vez, que a perspectiva é a de repetir o concurso no próximo ano, sobretudo porque "promove a aproximação entre mães e filhas e chama o valor da família de forma pedagógica". E espera ter mais concorrentes.
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PUBLICADAS SOBRE AS ACTIVIDADES DAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA
sábado, 13 de dezembro de 2008
Santa Casa da Misericórdia do Cartaxo
Projecto “Sempre Consigo” na Misericórdia do Cartaxo
A Santa Casa da Misericórdia do Cartaxo apresentou um projecto ao programa da SIC “A Nossa Terra Quer” e venceu essa iniciativa com cerca de 48,9% dos votos. O projecto “Sempre Consigo” da Santa Casa da Misericórdia do Cartaxo vai ser apoiado com cerca de 30 mil euros.Este projecto vai ser apoiado em duas vertentes, que constam em criar duas equipas de apoio domiciliário nocturno para todo o concelho e colocar gratuitamente um aparelho de tele-assistência, para pedidos de ajuda, em cerca de 100 residências de idosos dependentes.
O Mirante
A Santa Casa da Misericórdia do Cartaxo apresentou um projecto ao programa da SIC “A Nossa Terra Quer” e venceu essa iniciativa com cerca de 48,9% dos votos. O projecto “Sempre Consigo” da Santa Casa da Misericórdia do Cartaxo vai ser apoiado com cerca de 30 mil euros.Este projecto vai ser apoiado em duas vertentes, que constam em criar duas equipas de apoio domiciliário nocturno para todo o concelho e colocar gratuitamente um aparelho de tele-assistência, para pedidos de ajuda, em cerca de 100 residências de idosos dependentes.
O Mirante
Santa Casa da Misericórdia de Esposende
15 Anos de Missão na Santa Casa e Cruz Vermelha de Esposende
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Qui, 11 Dez 2008 10:50 Esposende
Como é que Esposende se atravessou na sua vida?
Penso que em 1991 ou 92, quando dirigia a Oftalmologia da Clipóvoa, fui convidado pelo Presidente do Núcleo de Esposende da Cruz Vermelha - Dr. António Oliveira - para fazer consultas na sede da instituição, que funcionava num pequeno espaço alugado onde o meu antecessor via cinco a seis doentes por semana. Com a visão e o dinamismo exemplar do Dr. António Oliveira, conseguimos passar de umas instalações pequenas e inapropriadas, para um espaço excelente adquirido pela Cruz Vermelha local. Os consultórios são agradáveis, sendo possível (em conjunto com um colega oftalmologista) dar cerca de 40 consultas por semana. Cheguei à Santa Casa um pouco mais tarde por convite do Provedor que estava a tentar recriar o Hospital de Esposende, uma unidade praticamente falida, decadente e envelhecida. Nessa altura, fui aconselhado pelo então presidente da Câmara Municipal, Manuel Figueiredo, a colaborar com a Misericórdia e com o hospital.
No início, o investimento financeiro para criar um Departamento de Oftalmologia foi todo meu, porque a Santa Casa lutava com enormes dificuldades. Criámos uma consulta que tem funcionado bastante bem e, neste momento, com o apoio da minha colega oftalmologista, Teresa Bragança, da Administração e Director Clínico da Santa Casa e ainda dos colaboradores conseguimos estabelecer um Serviço de elevada qualidade, para servir todos os que aqui recorrem.
Com o passar do tempo, fomos melhorando em termos de equipamento de Bloco Operatório, onde realizamos a maior parte das intervenções cirúrgicas. Operamos uma média de 20 doentes por semana. Gostaria de referir que disponibilizamos qualidade, humanidade e um serviço personalizado, onde, por exemplo, para além de oferecermos uma bolsa com toda a medicação adequada pós a cirurgia e instruções necessárias, todos os pacientes ficam com o meu número de telemóvel, para me contactarem a qualquer momento do dia ou da noite. Penso que o segredo do nosso sucesso está em oferecer ao paciente o que de melhor existe em termos de práticas cirúrgicas, aliado a um acompanhamento rigoroso e dedicado.
Gostaria também de referir que o Hospital de Esposende tem parte das consultas de oftalmologia a preços muito baixos, praticados pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas nessas situações, e por opção, não ganho um único cêntimo. Algo que continuarei a fazer, porque considero que, e enquanto profissional de Saúde, devo apoiar os que mais necessitam. Também na Cruz Vermelha, sempre que o presidente me solicita, porque vê que determinada pessoa não tem recursos financeiros, vejo doentes de forma gratuita.
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Qui, 11 Dez 2008 10:50 Esposende
Como é que Esposende se atravessou na sua vida?
Penso que em 1991 ou 92, quando dirigia a Oftalmologia da Clipóvoa, fui convidado pelo Presidente do Núcleo de Esposende da Cruz Vermelha - Dr. António Oliveira - para fazer consultas na sede da instituição, que funcionava num pequeno espaço alugado onde o meu antecessor via cinco a seis doentes por semana. Com a visão e o dinamismo exemplar do Dr. António Oliveira, conseguimos passar de umas instalações pequenas e inapropriadas, para um espaço excelente adquirido pela Cruz Vermelha local. Os consultórios são agradáveis, sendo possível (em conjunto com um colega oftalmologista) dar cerca de 40 consultas por semana. Cheguei à Santa Casa um pouco mais tarde por convite do Provedor que estava a tentar recriar o Hospital de Esposende, uma unidade praticamente falida, decadente e envelhecida. Nessa altura, fui aconselhado pelo então presidente da Câmara Municipal, Manuel Figueiredo, a colaborar com a Misericórdia e com o hospital.
No início, o investimento financeiro para criar um Departamento de Oftalmologia foi todo meu, porque a Santa Casa lutava com enormes dificuldades. Criámos uma consulta que tem funcionado bastante bem e, neste momento, com o apoio da minha colega oftalmologista, Teresa Bragança, da Administração e Director Clínico da Santa Casa e ainda dos colaboradores conseguimos estabelecer um Serviço de elevada qualidade, para servir todos os que aqui recorrem.
Com o passar do tempo, fomos melhorando em termos de equipamento de Bloco Operatório, onde realizamos a maior parte das intervenções cirúrgicas. Operamos uma média de 20 doentes por semana. Gostaria de referir que disponibilizamos qualidade, humanidade e um serviço personalizado, onde, por exemplo, para além de oferecermos uma bolsa com toda a medicação adequada pós a cirurgia e instruções necessárias, todos os pacientes ficam com o meu número de telemóvel, para me contactarem a qualquer momento do dia ou da noite. Penso que o segredo do nosso sucesso está em oferecer ao paciente o que de melhor existe em termos de práticas cirúrgicas, aliado a um acompanhamento rigoroso e dedicado.
Gostaria também de referir que o Hospital de Esposende tem parte das consultas de oftalmologia a preços muito baixos, praticados pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas nessas situações, e por opção, não ganho um único cêntimo. Algo que continuarei a fazer, porque considero que, e enquanto profissional de Saúde, devo apoiar os que mais necessitam. Também na Cruz Vermelha, sempre que o presidente me solicita, porque vê que determinada pessoa não tem recursos financeiros, vejo doentes de forma gratuita.
Misericórdia de Vouzela
O Presidente da República desloca-se depois a Vouzela, no distrito de Viseu, às 14:30, para a inauguração da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia local.
A cerimónia de inauguração acontece no dia em que a Misericórdia de Vouzela comemora 510 anos de existência.
A infra-estrutura, em funcionamento desde Abril, custou cerca de três milhões de euros e dispõe de 31 camas.
Conta com uma equipa composta por 30 profissionais: um médico, 12 enfermeiros, 14 auxiliares e pessoal de acção médica, uma assistente social, um administrativo e uma cozinheira.
Oje
A cerimónia de inauguração acontece no dia em que a Misericórdia de Vouzela comemora 510 anos de existência.
A infra-estrutura, em funcionamento desde Abril, custou cerca de três milhões de euros e dispõe de 31 camas.
Conta com uma equipa composta por 30 profissionais: um médico, 12 enfermeiros, 14 auxiliares e pessoal de acção médica, uma assistente social, um administrativo e uma cozinheira.
Oje
Santa Casa da Misericórdia da Madalena
Primeira ecoteca dos Açores ganha novas instalações no Pico
A primeira ecoteca dos Açores, que abriu em Outubro de 1999 num edifício da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar na Madalena do Pico, dispõe, desde a última semana, de novas instalações.
No quadro de um protocolo estabelecido entre o Governo e o município local, a Ecoteca do Pico mudou para o edifício do Estádio Municipal da Madalena.
O novo espaço, de maior dimensão, permite a realização de um mais diversificado conjunto de actividades, nomeadamente conferências e acções de formação.
A Ecoteca do Pico mantém, por outro lado, as valências de Centro de Recursos, Biblioteca/Mediateca especializada na área do Ambiente e computadores com acesso à internet para pesquisas e trabalhos nesta área, com horário de funcionamento das nove às 12: 30e das 14 às 17:30 horas, nos dias úteis.
Na cerimónia de inauguração das novas instalações foram entregues os galardões Eco-Escolas 2007/08 às 11 escolas da ilha que participaram com mérito neste programa - EBIS de S. Roque do Pico, Escola Profissional do Pico, EBIS da Madalena do Pico, Centro de Actividades Ocupacionais da Santa Casa da Misericórdia da Madalena, EB1JI das Bandeiras, EB1JI de S. Mateus, EB1JI de S. Caetano, EB1JI de S. João, EB1JI da Silveira, EB1JI da Piedade e EB1JI da Calheta do Nesquim.
Além do galardão, o Centro de Actividades Ocupacionais (CAO) da Santa Casa da Misericórdia da Madalena recebeu, também, uma Menção Honrosa pela participação no Concurso “Eco-código”.
Foram entregues, igualmente, os prémios do concurso de cartoons “Ambiente com humor” que distinguiram Daniela Dutra e Patrícia Fontes, respectivamente do escalão de terceiro ciclo e de secundário, da EBIS da Madalena.
Os alunos Flávio Martins, das Lajes, e Elisa Goulart, da Madalena, receberam o Prémio do Público.
Sexta-Feira, dia 12 de Dezembro de 2008
Azores digital
A primeira ecoteca dos Açores, que abriu em Outubro de 1999 num edifício da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar na Madalena do Pico, dispõe, desde a última semana, de novas instalações.
No quadro de um protocolo estabelecido entre o Governo e o município local, a Ecoteca do Pico mudou para o edifício do Estádio Municipal da Madalena.
O novo espaço, de maior dimensão, permite a realização de um mais diversificado conjunto de actividades, nomeadamente conferências e acções de formação.
A Ecoteca do Pico mantém, por outro lado, as valências de Centro de Recursos, Biblioteca/Mediateca especializada na área do Ambiente e computadores com acesso à internet para pesquisas e trabalhos nesta área, com horário de funcionamento das nove às 12: 30e das 14 às 17:30 horas, nos dias úteis.
Na cerimónia de inauguração das novas instalações foram entregues os galardões Eco-Escolas 2007/08 às 11 escolas da ilha que participaram com mérito neste programa - EBIS de S. Roque do Pico, Escola Profissional do Pico, EBIS da Madalena do Pico, Centro de Actividades Ocupacionais da Santa Casa da Misericórdia da Madalena, EB1JI das Bandeiras, EB1JI de S. Mateus, EB1JI de S. Caetano, EB1JI de S. João, EB1JI da Silveira, EB1JI da Piedade e EB1JI da Calheta do Nesquim.
Além do galardão, o Centro de Actividades Ocupacionais (CAO) da Santa Casa da Misericórdia da Madalena recebeu, também, uma Menção Honrosa pela participação no Concurso “Eco-código”.
Foram entregues, igualmente, os prémios do concurso de cartoons “Ambiente com humor” que distinguiram Daniela Dutra e Patrícia Fontes, respectivamente do escalão de terceiro ciclo e de secundário, da EBIS da Madalena.
Os alunos Flávio Martins, das Lajes, e Elisa Goulart, da Madalena, receberam o Prémio do Público.
Sexta-Feira, dia 12 de Dezembro de 2008
Azores digital
Santa Casa de Misericórdia de Vila Pouca de Aguiar
Breves
Vila Pouca de Aguiar
Misericórdia festejou centenário a utente
O lar da Santa Casa de Misericórdia de Vila Pouca de Aguiar esteve em festa. Uma das utentes, Maria Inácia Rodrigues, completou cem anos. A instituição festejou a data com um almoço convívio, que contou também com a presença de familiares da aniversariante. Os parabéns à idosa foram tocados pela Banda do Pontido. Visivelmente emocionada, antes do corte do bolo, Maria Inácia agradeceu a festa. “Obrigada a todos”, disse a idosa, que nasceu em Paredes do Alvão e viveu grande parte da sua vida na localidade de Fontes. No lar da Misericórdia de Vila Pouca está desde 1995.
Semanário Transmontano
Vila Pouca de Aguiar
Misericórdia festejou centenário a utente
O lar da Santa Casa de Misericórdia de Vila Pouca de Aguiar esteve em festa. Uma das utentes, Maria Inácia Rodrigues, completou cem anos. A instituição festejou a data com um almoço convívio, que contou também com a presença de familiares da aniversariante. Os parabéns à idosa foram tocados pela Banda do Pontido. Visivelmente emocionada, antes do corte do bolo, Maria Inácia agradeceu a festa. “Obrigada a todos”, disse a idosa, que nasceu em Paredes do Alvão e viveu grande parte da sua vida na localidade de Fontes. No lar da Misericórdia de Vila Pouca está desde 1995.
Semanário Transmontano
Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca do Campo
Misericórdia de Vila Franca com financiamento para Centro de Actividades Ocupacionais
O Governo dos Açores decidiu financiar em 3,8 milhões de euros as obras de construção, em Vila Franca do Campo, ilha de S. Miguel, de um centro de actividades ocupacionais (CAO).
O empreendimento em causa resulta de um projecto da Santa Casa da Misericórdia local e o financiamento agora aprovado pelo Executivo de Carlos César contempla, também, a implantação de uma cozinha e lavandaria para o serviço de apoio domiciliário e a várias valências desenvolvidas pela instituição.
A construção de um CAO em Vila Franca do Campo integra-se na estratégia desenvolvida pelo Governo tendente à criação de uma rede de equipamentos que assegurem condições condignas ao incremento de actividades ocupacionais de apoio aos jovens com deficiência.
Ao justificar a decisão de financiar o novo projecto da Santa Casa de Vila Franca, o Governo destaca a “grande relevância” do apoio que a instituição tem assegurado às crianças, jovens e idosos do concelho.
Acores.net
O Governo dos Açores decidiu financiar em 3,8 milhões de euros as obras de construção, em Vila Franca do Campo, ilha de S. Miguel, de um centro de actividades ocupacionais (CAO).
O empreendimento em causa resulta de um projecto da Santa Casa da Misericórdia local e o financiamento agora aprovado pelo Executivo de Carlos César contempla, também, a implantação de uma cozinha e lavandaria para o serviço de apoio domiciliário e a várias valências desenvolvidas pela instituição.
A construção de um CAO em Vila Franca do Campo integra-se na estratégia desenvolvida pelo Governo tendente à criação de uma rede de equipamentos que assegurem condições condignas ao incremento de actividades ocupacionais de apoio aos jovens com deficiência.
Ao justificar a decisão de financiar o novo projecto da Santa Casa de Vila Franca, o Governo destaca a “grande relevância” do apoio que a instituição tem assegurado às crianças, jovens e idosos do concelho.
Acores.net
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