Misericórdia de Angra -Surto de gastroenterite controlado no lar de idosos
Publicado na Sábado, dia 14 de Fevereiro de 2009, em Actualidade
Um surto de gastroenterite afectou o lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo ao longo das últimas duas semanas.
Actualmente tido como controlado, o surto obrigou a instituição a implementar diversas medidas de precaução e a encerrar as actividades no seu recinto. A infra-estrutura retoma na próxima segunda-feira o normal funcionamento.
Ao longo das últimas duas semanas, o lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo foi afectado por um surto de gastroenterite que, segundo garantiu ao nosso jornal o provedor da instituição, “já está controlado”.
“Esta situação já está perfeitamente ultrapassada”, referiu António Marcos, explicando que o período de maior incidência decorreu na primeira semana de Fevereiro e que actualmente existem apenas duas a três situações a requerer atenção.
O responsável explicou que mobilizaram a equipa médica e de enfermeiros da instituição para o controle do fenómeno e que inclusivamente procederam a medidas de despiste de factores internos que poderiam estar na causa.
O provedor sustentou que foram feitas análises à água consumida no lar, não tendo os resultados apresentado qualquer irregularidade.
Segundo informou, também a nutricionista da instituição foi solicitada para fazer o controlo da situação.
Além dos utentes, disse, também alguns dos funcionários do lar foram afectados.
Máscaras para visitas
Após os primeiros registos da gastroenterite, a direcção do lar de idosos optou pela implementação de diversas medidas de precaução, tendo encerrado imediatamente todas as actividades formativas da Academia da Terceira Idade que são desenvolvidas no local, bem como de outros serviços ali prestados.
De igual forma, contou, foram divulgados alertas junto dos visitantes para a situação de contágio tendo sido distribuídas máscaras para evitar a propagação da infecção que atinge o sistema gastrointestinal, sendo responsável pelos sintomas de diarreias, cólicas intestinais e vómitos.
O provedor referiu que, durante o surto, foram transportados dois utentes para o Hospital de Angra do Heroísmo que “no mesmo dia regressaram ao lar”.
Ao todo, o lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo presta apoio a 185 idosos.
O provedor da Santa Casa garantiu ao nosso jornal que a infra-estrutura retoma o normal funcionamento na próxima segunda-feira.
Aglomerações mais susceptíveis a surtos
Contactado pela “a União”, o delegado de saúde da ilha Terceira, Brito de Azevedo, referiu que recebeu conhecimento da situação através de um contacto informal de um colega de profissão, salientando que não se trata de uma doença de declaração obrigatória.
O delegado de saúde explicou tratar-se de uma situação “normal” para a época, referindo ter conhecimento de outros casos, sobretudo onde existe uma maior concentração de pessoas, como estabelecimentos escolares, aquartelamentos militares, entre outros.
“Em qualquer comunidade, onde haja uma maior proximidade, existe uma maior propagação do vírus”, explicou.
Segundo disse, nas faixas etárias mais jovens e avançadas, em crianças e idosos, deverá existir um maior “cuidado”.
A União
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PUBLICADAS SOBRE AS ACTIVIDADES DAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Santa Casa da Misericórdia do Porto
"Sopa da noite" em Março para 150 pessoas
Ontem
MANUEL VITORINO
Chamam-lhe "sopa da noite" e vai avançar já no próximo mês. É um projecto da Santa Casa da Misericórdia do Porto e pretende ajudar, nos primeiros tempos, 150 pessoas carenciadas a terem uma refeição assegurada.
Além de vários projectos de apoio social que está a preparar, a Santa Misericórdia do Porto vai proceder, a partir do próximo dia 1 de Março, à distribuição da "Sopa da noite" aos mais carenciados da cidade. O projecto terá lugar na Casa D. Lopo de Almeida (benemérito da Irmandade que deixou fortuna para apoiar os sem-abrigo) situada na Rua Duque de Loulé, à Batalha, no Porto.
Conforme explicou ao JN, António Tavares, vice-provedor da Misericórdia do Porto, o projecto irá abranger, numa primeira fase, cerca de 150 pessoas sem rectaguarda familiar e com graves carências económicas e sociais. "O projecto visa dar uma resposta de emergência a quem pouco ou nada tem", disse.
A "generosa oferta" será traduzida numa sopa, pão, água, uma ligeira refeição de carne ou peixe. As refeições serão oferecidas à noite, entre as 19 e as 21. 30 horas e irá acolher gente já identificada pelos serviços da Misericórdia e outras pessoas venham a inscrever-se na instituição.
"O programa terá a duração de um ano e depois será avaliado. A ideia não é manter as pessoas em situação de pobreza permanente, antes ajudar a dar o salto para uma vida diferente e melhor", adiantou António Tavares.
Além deste projecto, a Misericórdia do Porto e de Gaia, bem como outras instituições similares do distrito do Porto, prevê lançar, em parceria com a Rede Europeia Anti-Pobreza o Observatório de Luta Contra a Pobreza, cuja missão consiste em despistar situações mais difíceis e evitar a duplicação da afectação de recursos.
Ontem
MANUEL VITORINO
Chamam-lhe "sopa da noite" e vai avançar já no próximo mês. É um projecto da Santa Casa da Misericórdia do Porto e pretende ajudar, nos primeiros tempos, 150 pessoas carenciadas a terem uma refeição assegurada.
Além de vários projectos de apoio social que está a preparar, a Santa Misericórdia do Porto vai proceder, a partir do próximo dia 1 de Março, à distribuição da "Sopa da noite" aos mais carenciados da cidade. O projecto terá lugar na Casa D. Lopo de Almeida (benemérito da Irmandade que deixou fortuna para apoiar os sem-abrigo) situada na Rua Duque de Loulé, à Batalha, no Porto.
Conforme explicou ao JN, António Tavares, vice-provedor da Misericórdia do Porto, o projecto irá abranger, numa primeira fase, cerca de 150 pessoas sem rectaguarda familiar e com graves carências económicas e sociais. "O projecto visa dar uma resposta de emergência a quem pouco ou nada tem", disse.
A "generosa oferta" será traduzida numa sopa, pão, água, uma ligeira refeição de carne ou peixe. As refeições serão oferecidas à noite, entre as 19 e as 21. 30 horas e irá acolher gente já identificada pelos serviços da Misericórdia e outras pessoas venham a inscrever-se na instituição.
"O programa terá a duração de um ano e depois será avaliado. A ideia não é manter as pessoas em situação de pobreza permanente, antes ajudar a dar o salto para uma vida diferente e melhor", adiantou António Tavares.
Além deste projecto, a Misericórdia do Porto e de Gaia, bem como outras instituições similares do distrito do Porto, prevê lançar, em parceria com a Rede Europeia Anti-Pobreza o Observatório de Luta Contra a Pobreza, cuja missão consiste em despistar situações mais difíceis e evitar a duplicação da afectação de recursos.
Santa Casa da Misericórdia de Portimão
Como bordar faz chegar aos 102 anos (com fotos)
armindo vicente
D. Ilda Montes e a amiga D. Maria Iliete Bragança
É difícil conseguir distinguir qual das senhoras que estão sentadas na sala comum do Lar da Santa Casa da Misericórdia de Portimão é Ilda Montes. Os 102 anos que fez na semana passada não ajudam a identificá-la, pois não parece ter mais de um século de vida. Os únicos elementos que podem dar uma pista são os seus bordados.
Está sentada num dos extremos da sala, ladeada pelos seus trabalhos e pela sua melhor amiga, Maria Iliete Bragança. É aquela que lhe faz companhia e com quem conversa a maioria do tempo. «É uma amiga muito grande. Aqui somos todas amigas, mas nós temos umas que são as preferidas», confidenciou D. Ilda.
Ilda Montes, com os seus 102 anos, tem muito para contar sobre a vida de outrora, até porque já viveu em dois séculos. «No meu tempo a vida era muito diferente», afirma, com um suspiro.
Não era normal uma rapariga estudar, «mas eu tinha vocação e adorava aquela vida. Havia algumas raparigas na Escola Industrial, mas não tantas como há hoje», conta.
Tinha 14 anos quando entrou naquele estabelecimento, em Portimão, onde nasceu a 3 de Fevereiro de 1907. Quando entrou na Escola Industrial, corriam os anos 20 do século passado.
«Eu fui estudando e depois comecei a ensinar a fazer bordados a várias senhoras de uma certa importância aqui da cidade», descreve.
Mas, além de ensinar a bordar à alta sociedade portimonense, chegou a fazer muitos trabalhos para fora. E foi então que, mesmo sem o saber, a sua vida se cruzou com aquela que hoje, muitos anos depois, é a sua melhor amiga no Lar D. Leonor, da Santa Casa da Misericórdia de Portimão.
«A minha irmã, antes de eu me casar, encomendou-lhe os lençóis para o casamento. A D. Ilda é que os bordou, mas eu só soube disso quando vim para aqui, porque na altura vivia em Faro e não a conhecia», conta Iliete Bragança.
Tradições que se perderam com o passar dos anos, pois hoje é rara a noiva que pensa ter lençóis bordados à mão. Em consequência, aquele ofício também se perdeu.
«Não se encontram muitas pessoas que se dediquem à minha arte. Naquela altura, qualquer miúda ou senhora sabia bordar. Hoje só se querem educar doutra forma», lamenta D. Ilda.
No entanto, não acha mal que as mulheres se formem e tenham as mais diversas profissões. Mas é quase inimaginável para uma jovem de hoje algumas das situações descritas pelas duas idosas, já que, naqueles tempos, «uma senhora ficava mal vista por sair de casa sozinha».
D. Ilda, com mais 13 anos que a sua amiga, viveu as duas guerras mundiais, recordando que «foram anos difíceis. As pessoas ficavam em filas para, com as senhas, irem buscar o pão ou o arroz».
As dificuldades, porém, nunca a assustaram. E vai garantindo que nunca se arrependeu de trabalhar tanto, para que os seus dois filhos se formassem e exercessem as suas profissões preferidas.
Agora admite que «já não sou a Ilda de outro tempo. Fico mais cansada da vista e não sou tão activa, mas ainda quero continuar a bordar».
O frio do Inverno e a menor agilidade das mãos não a deixam fazer o que mais gosta. É que, além de bordar, D. Ilda ainda se dedicou à pintura, e mais tarde, aos trabalhos com feltro.
Com orgulho mostra um dos seus bordados, que retrata a última «Ceia de Cristo», com o qual arrecadou um prémio na exposição do Mundo Português, no longínquo ano de 1940.
O segredo para fazer tão delicadas peças não o revela. E só explica como manuseia o feltro, depois de alguma insistência. «Há muitas maneiras de fazer», justifica-se.
O seu espólio é grande, pois a professora de bordados fez também muitos objectos para a Câmara de Portimão e até para as procissões da Igreja.
«Quando acabei a escola, puxaram por mim e eu aproveitei. Fui trabalhar para o mestre Pina», um pintor conhecido em Portimão naquela altura, revela.
Nos seus tempos de juventude tinha também dotes de decoração, tanto que era chamada pelas associações para dar outro ar aos salões de festa.
Hoje, não esconde as saudades do marido, que afirma ter sido «excelente», sendo esta outra das diferenças do seu tempo para os tempos modernos. «É difícil encontrar homens, hoje em dia, que sejam como o meu marido foi», afiança.
A sua maior alegria é mesmo a visita dos seus familiares, que, de vez em quando, até a levam a passear, pois, apesar de haver pequenas viagens no Lar, só gosta de sair com a sua família. D. Ilda tem dois filhos, quatro netos e seis bisnetos.
Agora passa os dias no Lar, onde garante que a tratam muito bem, esperando a chegada da Primavera, e, com ela, um tempo mais quente, que já a pode deixar bordar descansada.
15 de Fevereiro de 2009 | 09:17
ana sofia varela
armindo vicente
D. Ilda Montes e a amiga D. Maria Iliete Bragança
É difícil conseguir distinguir qual das senhoras que estão sentadas na sala comum do Lar da Santa Casa da Misericórdia de Portimão é Ilda Montes. Os 102 anos que fez na semana passada não ajudam a identificá-la, pois não parece ter mais de um século de vida. Os únicos elementos que podem dar uma pista são os seus bordados.
Está sentada num dos extremos da sala, ladeada pelos seus trabalhos e pela sua melhor amiga, Maria Iliete Bragança. É aquela que lhe faz companhia e com quem conversa a maioria do tempo. «É uma amiga muito grande. Aqui somos todas amigas, mas nós temos umas que são as preferidas», confidenciou D. Ilda.
Ilda Montes, com os seus 102 anos, tem muito para contar sobre a vida de outrora, até porque já viveu em dois séculos. «No meu tempo a vida era muito diferente», afirma, com um suspiro.
Não era normal uma rapariga estudar, «mas eu tinha vocação e adorava aquela vida. Havia algumas raparigas na Escola Industrial, mas não tantas como há hoje», conta.
Tinha 14 anos quando entrou naquele estabelecimento, em Portimão, onde nasceu a 3 de Fevereiro de 1907. Quando entrou na Escola Industrial, corriam os anos 20 do século passado.
«Eu fui estudando e depois comecei a ensinar a fazer bordados a várias senhoras de uma certa importância aqui da cidade», descreve.
Mas, além de ensinar a bordar à alta sociedade portimonense, chegou a fazer muitos trabalhos para fora. E foi então que, mesmo sem o saber, a sua vida se cruzou com aquela que hoje, muitos anos depois, é a sua melhor amiga no Lar D. Leonor, da Santa Casa da Misericórdia de Portimão.
«A minha irmã, antes de eu me casar, encomendou-lhe os lençóis para o casamento. A D. Ilda é que os bordou, mas eu só soube disso quando vim para aqui, porque na altura vivia em Faro e não a conhecia», conta Iliete Bragança.
Tradições que se perderam com o passar dos anos, pois hoje é rara a noiva que pensa ter lençóis bordados à mão. Em consequência, aquele ofício também se perdeu.
«Não se encontram muitas pessoas que se dediquem à minha arte. Naquela altura, qualquer miúda ou senhora sabia bordar. Hoje só se querem educar doutra forma», lamenta D. Ilda.
No entanto, não acha mal que as mulheres se formem e tenham as mais diversas profissões. Mas é quase inimaginável para uma jovem de hoje algumas das situações descritas pelas duas idosas, já que, naqueles tempos, «uma senhora ficava mal vista por sair de casa sozinha».
D. Ilda, com mais 13 anos que a sua amiga, viveu as duas guerras mundiais, recordando que «foram anos difíceis. As pessoas ficavam em filas para, com as senhas, irem buscar o pão ou o arroz».
As dificuldades, porém, nunca a assustaram. E vai garantindo que nunca se arrependeu de trabalhar tanto, para que os seus dois filhos se formassem e exercessem as suas profissões preferidas.
Agora admite que «já não sou a Ilda de outro tempo. Fico mais cansada da vista e não sou tão activa, mas ainda quero continuar a bordar».
O frio do Inverno e a menor agilidade das mãos não a deixam fazer o que mais gosta. É que, além de bordar, D. Ilda ainda se dedicou à pintura, e mais tarde, aos trabalhos com feltro.
Com orgulho mostra um dos seus bordados, que retrata a última «Ceia de Cristo», com o qual arrecadou um prémio na exposição do Mundo Português, no longínquo ano de 1940.
O segredo para fazer tão delicadas peças não o revela. E só explica como manuseia o feltro, depois de alguma insistência. «Há muitas maneiras de fazer», justifica-se.
O seu espólio é grande, pois a professora de bordados fez também muitos objectos para a Câmara de Portimão e até para as procissões da Igreja.
«Quando acabei a escola, puxaram por mim e eu aproveitei. Fui trabalhar para o mestre Pina», um pintor conhecido em Portimão naquela altura, revela.
Nos seus tempos de juventude tinha também dotes de decoração, tanto que era chamada pelas associações para dar outro ar aos salões de festa.
Hoje, não esconde as saudades do marido, que afirma ter sido «excelente», sendo esta outra das diferenças do seu tempo para os tempos modernos. «É difícil encontrar homens, hoje em dia, que sejam como o meu marido foi», afiança.
A sua maior alegria é mesmo a visita dos seus familiares, que, de vez em quando, até a levam a passear, pois, apesar de haver pequenas viagens no Lar, só gosta de sair com a sua família. D. Ilda tem dois filhos, quatro netos e seis bisnetos.
Agora passa os dias no Lar, onde garante que a tratam muito bem, esperando a chegada da Primavera, e, com ela, um tempo mais quente, que já a pode deixar bordar descansada.
15 de Fevereiro de 2009 | 09:17
ana sofia varela
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Santa Casa da Misericórdia de Arganil
Escrito por Margarida Alvarinhas
Apoio domiciliário deve
integrar profissionais de saúde
O atendimento social ao domicílio já é feito, através das misericórdias e outras IPSS’s. Agora é preciso levar a área da saúde a casa dos idosos e dependentes. Quem o diz é Dias Coimbra, presidente do Secretariado Regional de Coimbra da União das Misericórdias Portuguesas, que amanhã, na Figueira da Foz, é um dos anfitriões da Gala da União das Misericórdias Portuguesas. Ao todo, são cerca de uma centena as misericórdias que vão estar presentes no encontro e Dias Coimbra considera que esta é uma boa oportunidade para sensibilizar instituições e Governo para a necessidade de dinamizar o «apoio domiciliário integrado de saúde».
«Já se mudam fraldas, levam refeições, etc, mas é preciso mais», considera o também provedor da Santa Casa da Misericórdia de Arganil, referindo-se aos «médicos, enfermeiros, psicólogos» e outros profissionais que é necessário levar a casa dos utentes, numa lógica de cuidados continuados. Confessando-se defensor da permanência dos idosos na sua própria casa «sempre que possível», Dias Coimbra lembra que «não é possível acolher toda a gente em lares», daí a necessidade de encontrar novas respostas.
Na gala de amanhã, no Casino Figueira, onde vão estar cerca de 300 pessoas, em representação de uma centena de misericórdias de todo o país, incluindo ilhas, vai também ser dado a conhecer o Helpphone, um projecto-pioneiro no distrito de Coimbra que leva, precisamente, a área social a casa dos utentes. Dá-se corpo, desta forma, ao tema da gala – “As Misericórdias e a Inovação”. «É uma experiência bem sucedida que queremos alargar a todo o país», deseja o provedor.
Helpphone com assistência permanente
À distância de um “clic”, no aparelho que os utentes trazem ao peito ou ao pulso, chega toda a assistência que necessitam. O contacto é feito através da Helpphone, um call-center de uma empresa com sede no Porto, que mediante um contrato com as misericórdias, utentes ou outras instituições, dá a resposta solicitada. Seja o pedido de bombeiros para levar a uma urgência, seja porque há suspeita de ladrões em casa ou outro qualquer motivo. Muitas vezes, diz Dias Coimbra, é apenas a angústia que leva as pessoas a accionar o Helpphone. «Quando ligam e pedem desculpa por terem ligado “sem querer” às cinco da manhã é solidão», exemplifica o provedor, considerando que esta é uma boa resposta para «evitar que as pessoas saiam de casa e procurem cada vez menos respostas assistidas».
O projecto do Helpphone teve início na Figueira da Foz. Desde então generalizou-se a todos os concelhos do distrito de Coimbra e não só e já há até câmaras municipais, juntas de freguesia e outras instituições que compram os aparelhos para os seus idosos. «Só em Arganil há mais de uma centena de pessoas com o aparelho», exemplifica Dias Coimbra, falando de uma das grandes vantagens do Helpphone: a «assistência permanente».
«Acho que já nos sentimos um país civilizado», diz, em jeito de brincadeira, Dias Coimbra, considerando que o Helpphone, não sendo “inventado” no nosso país, está a ter resultado muito positivos. «Era bom que fizéssemos a cobertura do país nos próximos três ou quatro anos», conclui, considerando que a iniciativa de amanhã, mais do que uma gala, será um encontro indispensável para que as misericórdias percebam a importância destes projectos. E o facto de estarem cerca de 300 pessoas inscritas «já é prova que estão interessadas».
Sob o tema “As Misericórdias e a Inovação”, a Gala da União das Misericórdias Portuguesas começa com a apresentação, às 20h00, de um caso prático pela empresa Helpphone, a que se segue a assinatura de um protocolo entre esta empresa e a União da Misericórdias. As intervenções têm lugar às 20h30 e o jantar meia hora depois. A noite é animada com a actuação do Grupo de Fados de Coimbra e com o show internacional “Hotlegs”.
Diário de Coimbra
Apoio domiciliário deve
integrar profissionais de saúde
O atendimento social ao domicílio já é feito, através das misericórdias e outras IPSS’s. Agora é preciso levar a área da saúde a casa dos idosos e dependentes. Quem o diz é Dias Coimbra, presidente do Secretariado Regional de Coimbra da União das Misericórdias Portuguesas, que amanhã, na Figueira da Foz, é um dos anfitriões da Gala da União das Misericórdias Portuguesas. Ao todo, são cerca de uma centena as misericórdias que vão estar presentes no encontro e Dias Coimbra considera que esta é uma boa oportunidade para sensibilizar instituições e Governo para a necessidade de dinamizar o «apoio domiciliário integrado de saúde».
«Já se mudam fraldas, levam refeições, etc, mas é preciso mais», considera o também provedor da Santa Casa da Misericórdia de Arganil, referindo-se aos «médicos, enfermeiros, psicólogos» e outros profissionais que é necessário levar a casa dos utentes, numa lógica de cuidados continuados. Confessando-se defensor da permanência dos idosos na sua própria casa «sempre que possível», Dias Coimbra lembra que «não é possível acolher toda a gente em lares», daí a necessidade de encontrar novas respostas.
Na gala de amanhã, no Casino Figueira, onde vão estar cerca de 300 pessoas, em representação de uma centena de misericórdias de todo o país, incluindo ilhas, vai também ser dado a conhecer o Helpphone, um projecto-pioneiro no distrito de Coimbra que leva, precisamente, a área social a casa dos utentes. Dá-se corpo, desta forma, ao tema da gala – “As Misericórdias e a Inovação”. «É uma experiência bem sucedida que queremos alargar a todo o país», deseja o provedor.
Helpphone com assistência permanente
À distância de um “clic”, no aparelho que os utentes trazem ao peito ou ao pulso, chega toda a assistência que necessitam. O contacto é feito através da Helpphone, um call-center de uma empresa com sede no Porto, que mediante um contrato com as misericórdias, utentes ou outras instituições, dá a resposta solicitada. Seja o pedido de bombeiros para levar a uma urgência, seja porque há suspeita de ladrões em casa ou outro qualquer motivo. Muitas vezes, diz Dias Coimbra, é apenas a angústia que leva as pessoas a accionar o Helpphone. «Quando ligam e pedem desculpa por terem ligado “sem querer” às cinco da manhã é solidão», exemplifica o provedor, considerando que esta é uma boa resposta para «evitar que as pessoas saiam de casa e procurem cada vez menos respostas assistidas».
O projecto do Helpphone teve início na Figueira da Foz. Desde então generalizou-se a todos os concelhos do distrito de Coimbra e não só e já há até câmaras municipais, juntas de freguesia e outras instituições que compram os aparelhos para os seus idosos. «Só em Arganil há mais de uma centena de pessoas com o aparelho», exemplifica Dias Coimbra, falando de uma das grandes vantagens do Helpphone: a «assistência permanente».
«Acho que já nos sentimos um país civilizado», diz, em jeito de brincadeira, Dias Coimbra, considerando que o Helpphone, não sendo “inventado” no nosso país, está a ter resultado muito positivos. «Era bom que fizéssemos a cobertura do país nos próximos três ou quatro anos», conclui, considerando que a iniciativa de amanhã, mais do que uma gala, será um encontro indispensável para que as misericórdias percebam a importância destes projectos. E o facto de estarem cerca de 300 pessoas inscritas «já é prova que estão interessadas».
Sob o tema “As Misericórdias e a Inovação”, a Gala da União das Misericórdias Portuguesas começa com a apresentação, às 20h00, de um caso prático pela empresa Helpphone, a que se segue a assinatura de um protocolo entre esta empresa e a União da Misericórdias. As intervenções têm lugar às 20h30 e o jantar meia hora depois. A noite é animada com a actuação do Grupo de Fados de Coimbra e com o show internacional “Hotlegs”.
Diário de Coimbra
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Misericórdia de Montalegre e Chaves
02-02-2009
CUIDADOS CONTINUADOS: UM NOVO PARADIGMA
por Rui Santos e Francisco Rocha
O envelhecimento da população constitui um dos maiores desafios que se colocam hoje aos sistemas de Segurança Social e de Saúde em Portugal e na Europa. De acordo com dados do INE, a conjugação de baixos níveis de fecundidade e de ganhos significativos na esperança de vida, têm vindo…
…a contribuir para um envelhecimento da população portuguesa: a população idosa (ou seja aquela que tem idade igual ou superior a 65 anos) que representava, em 1960, apenas 8% do total da população residente em Portugal, eleva-se em 2004, a 17%, prevendo-se que venha a representar em 2050 cerca de 32%. Esta situação, espelha a melhoria do nível de saúde dos Portugueses nos últimos 40 anos, mas apesar disso, verificam-se carências ao nível dos cuidados de longa duração e paliativos, decorrentes do aumento da prevalência de pessoas com doenças crónicas incapacitantes.
Perante o cenário de um envelhecimento progressivo, continuam a surgir novas necessidades nas áreas de saúde e áreas sociais, que requerem respostas novas e diversificadas que venham a satisfazer o incremento esperado da procura por parte de pessoas idosas com dependência funcional, de doentes com doença incurável em estado avançado e em fase final de vida. Tais respostas devem ser ajustadas aos diferentes grupos de pessoas em situação de dependência e aos diferentes momentos e circunstâncias da própria evolução das doenças e situações sociais.
Estas respostas devem ser facilitadoras da autonomia e da participação dos destinatários e do reforço das capacidades e competências das famílias para lidar com essas situações, nomeadamente no que concerne à conciliação das obrigações da vida profissional com o acompanhamento familiar. Promover a funcionalidade, prevenindo, reduzindo e adiando as incapacidades, constitui uma das políticas sociais que mais pode contribuir para a qualidade de vida e para a consolidação de uma sociedade mais justa e solidária.
A prossecução de tal desiderato pressupõe a consolidação de um modelo de intervenção integrado e ou articulado da saúde e da segurança social, de natureza preventiva, recuperadora e paliativa, envolvendo a participação e colaboração de diversos parceiros sociais (como são as Misericórdias), a sociedade civil e o Estado como principal incentivador. Tal modelo tem de situar-se como um novo nível intermédio de cuidados de saúde e de apoio social, entre os de base comunitária e os de internamento hospitalar.
Neste contexto, tem-se vindo a dinamizar a implementação de unidades e equipas de cuidados, financeiramente sustentáveis, dirigidos às pessoas em situação de dependência, com base numa tipologia de respostas adequadas, assentes em parcerias públicas, sociais e privadas, visando contribuir para a melhoria do acesso do cidadão com perda de funcionalidade ou em situação de risco de a perder, através da prestação de cuidados técnica e humanamente adequados.
Estas unidades e equipas assentam numa rede de respostas de cuidados continuados integrados em interligação com as redes nacionais de saúde e de segurança social. Para a concretização deste objectivo foi criada a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, no âmbito dos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Solidariedade Social. Esta rede prevê criar, de forma faseada até meados da próxima década, 16 mil novas camas.
No Distrito de Vila Real, partindo do zero, foram colocadas (em parceria) nos últimos três anos, em funcionamento 45 camas em Murça, 20 em Sabrosa, 17 em Ribeira de Pena, 27 em Vila Real e 32 em Alijó e 27 em Peso da Régua. Também o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro tem em funcionamento 28 camas de convalescença em Vila Pouca de Aguiar. Isto é, temos em pleno funcionamento no nosso Distrito 192 camas integradas na rede de cuidados continuados (80 em média duração, 84 em longa duração e 28 em convalescença).
Em 2009 esta Rede irá ser alargada com a Misericórdia de Montalegre e Chaves, tendo sido já assinado um acordo, um acordo de financiamento de 750 mil euros com cada uma destas Instituições para a construção de novas unidades de cuidados continuados integrados, permitindo a criação de mais 80 lugares no Distrito. Sabemos bem o enorme esforço de investimento humano e financeiro realizado pelas Instituições, mas todos reconhecerão também os montantes elevados que o Estado disponibiliza nestas parcerias (em 2008 o Estado investiu mais de 700 mil euros só para funcionamento destas infra-estruturas), o que evidência a prioridade dada às áreas sociais.
Com rigor, exigência, mas sobretudo com confiança mútua, o Estado central através dos Ministérios da Saúde e do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social e as Misericórdias têm caminhado lado a lado para, servir, servir bem os nossos concidadãos.
Os directores de Segurança Social de Vila Real
Rui Santos e Francisco Rocha
Notícias de Vila Real
CUIDADOS CONTINUADOS: UM NOVO PARADIGMA
por Rui Santos e Francisco Rocha
O envelhecimento da população constitui um dos maiores desafios que se colocam hoje aos sistemas de Segurança Social e de Saúde em Portugal e na Europa. De acordo com dados do INE, a conjugação de baixos níveis de fecundidade e de ganhos significativos na esperança de vida, têm vindo…
…a contribuir para um envelhecimento da população portuguesa: a população idosa (ou seja aquela que tem idade igual ou superior a 65 anos) que representava, em 1960, apenas 8% do total da população residente em Portugal, eleva-se em 2004, a 17%, prevendo-se que venha a representar em 2050 cerca de 32%. Esta situação, espelha a melhoria do nível de saúde dos Portugueses nos últimos 40 anos, mas apesar disso, verificam-se carências ao nível dos cuidados de longa duração e paliativos, decorrentes do aumento da prevalência de pessoas com doenças crónicas incapacitantes.
Perante o cenário de um envelhecimento progressivo, continuam a surgir novas necessidades nas áreas de saúde e áreas sociais, que requerem respostas novas e diversificadas que venham a satisfazer o incremento esperado da procura por parte de pessoas idosas com dependência funcional, de doentes com doença incurável em estado avançado e em fase final de vida. Tais respostas devem ser ajustadas aos diferentes grupos de pessoas em situação de dependência e aos diferentes momentos e circunstâncias da própria evolução das doenças e situações sociais.
Estas respostas devem ser facilitadoras da autonomia e da participação dos destinatários e do reforço das capacidades e competências das famílias para lidar com essas situações, nomeadamente no que concerne à conciliação das obrigações da vida profissional com o acompanhamento familiar. Promover a funcionalidade, prevenindo, reduzindo e adiando as incapacidades, constitui uma das políticas sociais que mais pode contribuir para a qualidade de vida e para a consolidação de uma sociedade mais justa e solidária.
A prossecução de tal desiderato pressupõe a consolidação de um modelo de intervenção integrado e ou articulado da saúde e da segurança social, de natureza preventiva, recuperadora e paliativa, envolvendo a participação e colaboração de diversos parceiros sociais (como são as Misericórdias), a sociedade civil e o Estado como principal incentivador. Tal modelo tem de situar-se como um novo nível intermédio de cuidados de saúde e de apoio social, entre os de base comunitária e os de internamento hospitalar.
Neste contexto, tem-se vindo a dinamizar a implementação de unidades e equipas de cuidados, financeiramente sustentáveis, dirigidos às pessoas em situação de dependência, com base numa tipologia de respostas adequadas, assentes em parcerias públicas, sociais e privadas, visando contribuir para a melhoria do acesso do cidadão com perda de funcionalidade ou em situação de risco de a perder, através da prestação de cuidados técnica e humanamente adequados.
Estas unidades e equipas assentam numa rede de respostas de cuidados continuados integrados em interligação com as redes nacionais de saúde e de segurança social. Para a concretização deste objectivo foi criada a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, no âmbito dos Ministérios da Saúde e do Trabalho e da Solidariedade Social. Esta rede prevê criar, de forma faseada até meados da próxima década, 16 mil novas camas.
No Distrito de Vila Real, partindo do zero, foram colocadas (em parceria) nos últimos três anos, em funcionamento 45 camas em Murça, 20 em Sabrosa, 17 em Ribeira de Pena, 27 em Vila Real e 32 em Alijó e 27 em Peso da Régua. Também o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro tem em funcionamento 28 camas de convalescença em Vila Pouca de Aguiar. Isto é, temos em pleno funcionamento no nosso Distrito 192 camas integradas na rede de cuidados continuados (80 em média duração, 84 em longa duração e 28 em convalescença).
Em 2009 esta Rede irá ser alargada com a Misericórdia de Montalegre e Chaves, tendo sido já assinado um acordo, um acordo de financiamento de 750 mil euros com cada uma destas Instituições para a construção de novas unidades de cuidados continuados integrados, permitindo a criação de mais 80 lugares no Distrito. Sabemos bem o enorme esforço de investimento humano e financeiro realizado pelas Instituições, mas todos reconhecerão também os montantes elevados que o Estado disponibiliza nestas parcerias (em 2008 o Estado investiu mais de 700 mil euros só para funcionamento destas infra-estruturas), o que evidência a prioridade dada às áreas sociais.
Com rigor, exigência, mas sobretudo com confiança mútua, o Estado central através dos Ministérios da Saúde e do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social e as Misericórdias têm caminhado lado a lado para, servir, servir bem os nossos concidadãos.
Os directores de Segurança Social de Vila Real
Rui Santos e Francisco Rocha
Notícias de Vila Real
Santa Casa da Misericórdia de Ovar
10 milhões para o centro de Ovar
2009/02/03
O Maiscentro aprovou o Plano de Acção do projecto “Ovar – Um Centro Urbano Criativo e Sustentável”, no âmbito da candidatura, apresentada pela Câmara Municipal de Ovar, ao “Programa integrado de valorização de áreas de excelência urbana, nomeadamente, centros históricos, frentes ribeirinhas e marítimas”, no âmbito do QREN no valor global de 10.686.140,53 euros.
A taxa de comparticipação é de 56 por cento, admitindo-se um investimento privado no valor de 3,1 milhões de euros.
Segundo comunicado da autarquia, o projecto tem por objectivos «valorizar a identidade, o património natural e construído e a vivência cultural, e que abrange áreas como o ambiente, a cultura, a economia e o social».
A carteira de projectos integra a Requalificação da Praça da República e arruamentos envolventes (obra adjudicada); beneficiação das Ruas Dr. Manuel Arala, Dr. Francisco Zagalo; João de Deus e do Casal; renovação da iluminação pública do centro de Ovar (Obra concluída); parque Urbano de Ovar; consolidação das margens do Rio Cáster e Ribeira da N. Sra. da Graça; beneficiação do Mercado Municipal de Ovar (em curso); reabilitação e Valorização das Fonte dos Combatentes e Júlio Dinis; aquisição e Reconversão da Fábrica de Pasta de Papel e Reabilitação Urbana e Paisagística da envolvente e remodelação do edifício do Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Ovar;
A Câmara candidata ainda sete projectos: Habitat de Experimentação e Criatividade de Ovar (HECO); Valorização empresarial do Azulejo Tradicional de Ovar; Valorização empresarial do Pão-de-ló de Ovar; PALCO - Programa de Animação Local e Criatividade de Ovar; Acções de Monitorização Ambiental de Ovar; Com Ovar – Programa de Comunicação e Animação da Parceria e Ovar + - Programa de Valorização do Tecido Comercial da Cidade de Ovar.
O Programa Integrado reúne vários parceiros como a Associação Amigos do Cáster, Santa Casa da Misericórdia de Ovar e a Associação Comercial dos Concelhos de Ovar e S. João da Madeira; e os parceiros de acompanhamento do Projecto: Fundação de Serralves, Universidade de Aveiro, Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), a Federação Europeia das Cidades com Carnaval (FECC), a Fundação do Carnaval, a Chamartín Imobiliária e 48 colectividades concelhias.
2009/02/03
O Maiscentro aprovou o Plano de Acção do projecto “Ovar – Um Centro Urbano Criativo e Sustentável”, no âmbito da candidatura, apresentada pela Câmara Municipal de Ovar, ao “Programa integrado de valorização de áreas de excelência urbana, nomeadamente, centros históricos, frentes ribeirinhas e marítimas”, no âmbito do QREN no valor global de 10.686.140,53 euros.
A taxa de comparticipação é de 56 por cento, admitindo-se um investimento privado no valor de 3,1 milhões de euros.
Segundo comunicado da autarquia, o projecto tem por objectivos «valorizar a identidade, o património natural e construído e a vivência cultural, e que abrange áreas como o ambiente, a cultura, a economia e o social».
A carteira de projectos integra a Requalificação da Praça da República e arruamentos envolventes (obra adjudicada); beneficiação das Ruas Dr. Manuel Arala, Dr. Francisco Zagalo; João de Deus e do Casal; renovação da iluminação pública do centro de Ovar (Obra concluída); parque Urbano de Ovar; consolidação das margens do Rio Cáster e Ribeira da N. Sra. da Graça; beneficiação do Mercado Municipal de Ovar (em curso); reabilitação e Valorização das Fonte dos Combatentes e Júlio Dinis; aquisição e Reconversão da Fábrica de Pasta de Papel e Reabilitação Urbana e Paisagística da envolvente e remodelação do edifício do Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Ovar;
A Câmara candidata ainda sete projectos: Habitat de Experimentação e Criatividade de Ovar (HECO); Valorização empresarial do Azulejo Tradicional de Ovar; Valorização empresarial do Pão-de-ló de Ovar; PALCO - Programa de Animação Local e Criatividade de Ovar; Acções de Monitorização Ambiental de Ovar; Com Ovar – Programa de Comunicação e Animação da Parceria e Ovar + - Programa de Valorização do Tecido Comercial da Cidade de Ovar.
O Programa Integrado reúne vários parceiros como a Associação Amigos do Cáster, Santa Casa da Misericórdia de Ovar e a Associação Comercial dos Concelhos de Ovar e S. João da Madeira; e os parceiros de acompanhamento do Projecto: Fundação de Serralves, Universidade de Aveiro, Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), a Federação Europeia das Cidades com Carnaval (FECC), a Fundação do Carnaval, a Chamartín Imobiliária e 48 colectividades concelhias.
Misericórdia da Mealhada
2009-02-03 11:31:21
Misericórdia da Mealhada com exames de diagnóstico
Acordo entre unidade de saúde e SNS
O Hospital da Misericórdia da Mealhada passou a assegurar a realização de um conjunto de exames de diagnóstico, complementado com todos os serviços na área da Imagiologia.
Esta conquista do hospital foi possível através de um acordo estabelecido com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que visa a realização dos exames aos utentes que apenas irão pagar a taxa moderadora.
O acordo permite a realização de Raio-X, ecografia, mamografia, desitometria, TAC, «ou qualquer outro exame complementar de diagnóstico na área da Imagiologia», refere a nota do Hospital da Misericórdia da Mealhada, citada pelo Diário de Coimbra.
A população da Mealhada apenas irá pagar com o novo serviço «a taxa moderadora igual à que é paga em qualquer hospital público do país», sendo que as pessoas que estiverem isentas, continuarão a usufruir desse estatuto.
A realização dos exames estará em funcionamento das 8h00 às 22h00, de segunda a sexta-feira, sendo apenas necessário ligar para a unidade para proceder à marcação.
O Hospital da Misericórdia da Mealhada aguarda ainda um outro acordo do SNS, na área de Medicina Física e Reabilitação.
Fábrica de Conteúdos
Misericórdia da Mealhada com exames de diagnóstico
Acordo entre unidade de saúde e SNS
O Hospital da Misericórdia da Mealhada passou a assegurar a realização de um conjunto de exames de diagnóstico, complementado com todos os serviços na área da Imagiologia.
Esta conquista do hospital foi possível através de um acordo estabelecido com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que visa a realização dos exames aos utentes que apenas irão pagar a taxa moderadora.
O acordo permite a realização de Raio-X, ecografia, mamografia, desitometria, TAC, «ou qualquer outro exame complementar de diagnóstico na área da Imagiologia», refere a nota do Hospital da Misericórdia da Mealhada, citada pelo Diário de Coimbra.
A população da Mealhada apenas irá pagar com o novo serviço «a taxa moderadora igual à que é paga em qualquer hospital público do país», sendo que as pessoas que estiverem isentas, continuarão a usufruir desse estatuto.
A realização dos exames estará em funcionamento das 8h00 às 22h00, de segunda a sexta-feira, sendo apenas necessário ligar para a unidade para proceder à marcação.
O Hospital da Misericórdia da Mealhada aguarda ainda um outro acordo do SNS, na área de Medicina Física e Reabilitação.
Fábrica de Conteúdos
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