Idosos: «Sente-se maltratado? Conte-nos a sua história»
Consultas de psicologia querem ajudar vítimas de maus-tratos, mas a sociedade tende a ignorar estes casos
Por: Catarina PereiraVota Resultado
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No dia em que a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) decidiu revelar que, em 2008, atendeu 650 idosos vítimas de maus-tratos, o PortugalDiário descobriu que poucos são os que procuram apoio.
Dentro do Grupo de Estudos e Avaliação das Pessoas Idosas Vítimas de Maus-Tratos (GEAVI), a Universidade do Minho, a Santa Casa da Misericórdia de Vieira do Minho, a Santa Casa da Misericórdia de Ovar e a Universidade de Coimbra disponibilizam consultas gratuitas aos idosos vítimas de maus-tratos, mas a vergonha e o preconceito fazem com que os números sejam mínimos: foram atendidas cinco pessoas ao todo, mais «algumas» por telefone.
«A nossa mensagem ainda não chegou aos idosos, isto é uma temática nova. É necessário um trabalho de consciencialização. Os maus-tratos existem, são uma realidade», alertou o responsável pelo Serviço de Consulta Psicológica e Desenvolvimento Humano da Universidade do Minho, José Ferreira-Alves.
Como tal, o professor apelou aos idosos: «Se se sente ofendido, maltratado ou insultado, venha contar-nos a sua história. Pode ligar para o 253 604 245, porque é mais fácil por telefone do que dar a cara. Às vezes os idosos só precisam de alguém que os ouça.»
Idosos: médicos criam consultas para vítimas de maus tratos
Partindo do pressuposto que «há uma relação de confiança entre o agressor e a vítima», José Ferreira-Alves revelou que o principal objectivo das consultas é «arranjar soluções sociais» e não «arranjar um culpado», dando «apoio psicológico» e «capacitando as vítimas para reverterem a situação».
«Há uma má informação à volta do tema, que se associa apenas a abusos físicos e esquecem-se do abuso financeiro, dos maus-tratos emocionais e da negligência», explicou, acrescentando que, «se não houver solução para um caso que ultrapasse o razoável, desde que com o acordo da pessoa, podemos eventualmente denunciar às autoridades».
Baseado «em vários estudos», o professor de Braga denunciou os factores de risco de maus-tratos nos idosos: «O isolamento social e a pouca vigilância, o facto do idoso depender de outra pessoa e estar mal de saúde, a pessoa que cuida do idoso precisar de dinheiro ou habitação, ou ter dependência de drogas e álcool, ou ter alguma psicopatologia, ou mesmo ter sido abusado no passado.»
O que fazer?
Para José Ferreira-Alves, a sociedade necessita de acordar para o problema e há um alvo preferencial. «A nossa estratégia passa por informar os profissionais de saúde, porque toda a gente vai ao médico. Precisamos de actuar nas consultas de cuidados primários nos centros de saúde, para que os médicos referenciem as nossas consultas», anunciou.
Ainda em relação às estatísticas da APAV, que garantem que, das vítimas com 65 anos ou mais, 525 eram mulheres e 120 homens, o responsável admitiu que «a mulher tem menos maneiras de lidar com os maus-tratos, mas o número homens tem vindo a aumentar, ainda que haja muita dificuldade em admitirem e queixarem-se disso».
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PUBLICADAS SOBRE AS ACTIVIDADES DAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Santa Casa da Misericórdia de Machico
UMa e Misericórdia de Machico sensibilizam idosos para benefícios da actividade física
Acção pretende associar qualidade de vida com a manutenção do exercício físico
Data: 16-02-2009
Os alunos de Educação Sénior da Universidade da Madeira realizam amanhã, terça-feira, uma acção de sensibilização para os benefícios do exercício físico dirigida a utentes da Santa Casa da Misericórdia de Machico.
A iniciativa inserida no projecto de parceria entre as instituições pretende associar a ideia de bem-estar e aumento da qualidade de vida à prática de exercício físico. A actividade decorrerá no salão polivalente do Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico, a partir das 16 horas.
Artur de Freitas Sousa
Acção pretende associar qualidade de vida com a manutenção do exercício físico
Data: 16-02-2009
Os alunos de Educação Sénior da Universidade da Madeira realizam amanhã, terça-feira, uma acção de sensibilização para os benefícios do exercício físico dirigida a utentes da Santa Casa da Misericórdia de Machico.
A iniciativa inserida no projecto de parceria entre as instituições pretende associar a ideia de bem-estar e aumento da qualidade de vida à prática de exercício físico. A actividade decorrerá no salão polivalente do Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico, a partir das 16 horas.
Artur de Freitas Sousa
Santa Casa da Misericórdia da Maia
ACÇÃO SOCIAL – Equipa de Rua da Cruz Vermelha da Maia realizou hoje a sua primeira intervenção
2009-02-16 18:01:38 - Ainhoa C. Robles
Hoje teve lugar a primeira intervenção da Equipa de Rua da Cruz Vermelha Portuguesa – Núcleo da Maia. Esta iniciativa está integrada no Programa Operacional de Respostas Integradas (PORI), protocolo de colaboração assinado pelo IDT (Instituto da Droga e Toxicodependência), a autarquia, a Santa Casa da Misericórdia e a Cruz Vermelha da Maia, entre outras instituições, para lutar pela «Redução de Riscos e Minimização de Danos” das drogas e bebidas alcoólicas. As áreas de actuação da Equipa de Rua são o Bairro do Sobreiro e a Vila do Castêlo.
A equipa pretende, diminuir o número de consumidores de substâncias psicoactivas sem ligação aos serviços de saúde, melhorar o estado de saúde geral dos toxicodependentes, diminuir a incidência de doenças infecciosas, reduzir os comportamentos de risco e minimizar danos associados ao consumo endovenoso e a práticas sexuais de risco.
Por volta das 11 horas e meia, o presidente da Câmara Municipal, Bragança Fernandes, cortou a fita que dava por inaugurada a ambulância que percorrerá as ruas da Maia nos próximos dois anos. O autarca admitiu que «actualmente existem mais drogados e mais alcoólicos no concelho do que antes, mas este assunto é preocupante desde o momento em que há um. Por isso, agora temos uns técnicos que identificam quem são e as equipas de rua vão as suas casas e tentam ajudá-los. É impossível acabar com a droga, mas queremos que ao menos reduza».
Os responsáveis do projecto esperam que mais de cem pessoas beneficiem deste programa, se bem que, segundo o Nogueira dos Santos, estão identificados 312 casos.
O PORI abrange outros dois eixos: a Prevenção e a Reinserção, ambos da principal responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia da Maia. A data final do projecto está prevista para Dezembro de 2010, mas existe a possibilidade de prologá-lo se os resultados são positivos.
2009-02-16 18:01:38 - Ainhoa C. Robles
Hoje teve lugar a primeira intervenção da Equipa de Rua da Cruz Vermelha Portuguesa – Núcleo da Maia. Esta iniciativa está integrada no Programa Operacional de Respostas Integradas (PORI), protocolo de colaboração assinado pelo IDT (Instituto da Droga e Toxicodependência), a autarquia, a Santa Casa da Misericórdia e a Cruz Vermelha da Maia, entre outras instituições, para lutar pela «Redução de Riscos e Minimização de Danos” das drogas e bebidas alcoólicas. As áreas de actuação da Equipa de Rua são o Bairro do Sobreiro e a Vila do Castêlo.
A equipa pretende, diminuir o número de consumidores de substâncias psicoactivas sem ligação aos serviços de saúde, melhorar o estado de saúde geral dos toxicodependentes, diminuir a incidência de doenças infecciosas, reduzir os comportamentos de risco e minimizar danos associados ao consumo endovenoso e a práticas sexuais de risco.
Por volta das 11 horas e meia, o presidente da Câmara Municipal, Bragança Fernandes, cortou a fita que dava por inaugurada a ambulância que percorrerá as ruas da Maia nos próximos dois anos. O autarca admitiu que «actualmente existem mais drogados e mais alcoólicos no concelho do que antes, mas este assunto é preocupante desde o momento em que há um. Por isso, agora temos uns técnicos que identificam quem são e as equipas de rua vão as suas casas e tentam ajudá-los. É impossível acabar com a droga, mas queremos que ao menos reduza».
Os responsáveis do projecto esperam que mais de cem pessoas beneficiem deste programa, se bem que, segundo o Nogueira dos Santos, estão identificados 312 casos.
O PORI abrange outros dois eixos: a Prevenção e a Reinserção, ambos da principal responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia da Maia. A data final do projecto está prevista para Dezembro de 2010, mas existe a possibilidade de prologá-lo se os resultados são positivos.
Santa Casa da Misericórdia de Águeda
Misericórdia de Águeda precisa de voluntários
por SP em Fevereiro 16,2009
A Santa Casa da Misericórdia de Águeda teve que adaptar as suas obras aos tempos que correm. E precisa de voluntários.
Os lares, inicialmente, eram asilos onde se recebiam os sem-família, os pobres e os abandonados. Hoje, nesta sociedade de consumo, o idoso, para não ficar só em casa, vai para o lar, por vezes sem necessidades económicas, mas por necessidade da família. A Misericórdia tem mais de 250 pessoas a seu cuidado, entre idosos internados, centro de dia e apoio domiciliário.
“Ajudem-nos, ajudando-os! Queremos contar consigo! Queremos ser uma sociedade solidária! Já somos alguns, mas queremos ser muitos!”, diz o provedor Amorim de Figueiredo, sugerindo que os interessados se inscrevam na Misericórdia, em Águeda ou Barrô, onde “serão dadas todas as explicações”.
Desde que tenha boa vontade, o voluntário “pode ser velho ou novo, letrado ou analfabeto, rico ou pobre, branco ou preto”. “Só necessitamos de bondade que é, afinal, a grande sabedoria”, comentou Amorim de Figueiredo.
Soberania do Povo
por SP em Fevereiro 16,2009
A Santa Casa da Misericórdia de Águeda teve que adaptar as suas obras aos tempos que correm. E precisa de voluntários.
Os lares, inicialmente, eram asilos onde se recebiam os sem-família, os pobres e os abandonados. Hoje, nesta sociedade de consumo, o idoso, para não ficar só em casa, vai para o lar, por vezes sem necessidades económicas, mas por necessidade da família. A Misericórdia tem mais de 250 pessoas a seu cuidado, entre idosos internados, centro de dia e apoio domiciliário.
“Ajudem-nos, ajudando-os! Queremos contar consigo! Queremos ser uma sociedade solidária! Já somos alguns, mas queremos ser muitos!”, diz o provedor Amorim de Figueiredo, sugerindo que os interessados se inscrevam na Misericórdia, em Águeda ou Barrô, onde “serão dadas todas as explicações”.
Desde que tenha boa vontade, o voluntário “pode ser velho ou novo, letrado ou analfabeto, rico ou pobre, branco ou preto”. “Só necessitamos de bondade que é, afinal, a grande sabedoria”, comentou Amorim de Figueiredo.
Soberania do Povo
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Santa Casa da Misericórdia de Cascais
Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
Misericórdia tem novo lar
A Santa Casa da Misericórdia de Cascais (SCMC) inaugurou, no passado dia 4, em Alcoitão, a Residência Sénior Professora Maria Ofélia Leite Ribeiro.
Com um valor estimado em cerca de seis milhões de euros, dos quais a Câmara Municipal de Cascais apoiou em mais de 700 mil euros, esta nova residência sénior conta com projecto da autoria do arquitecto Manuel Maia, colocando ao serviço da população idosa um total de 84 camas, 45 em regime de lar lucrativo e 39 destinadas a pessoas em cuidados continuados de longa duração e manutenção.
De referir que esta é a primeira resposta de cuidados continuados de longa duração e manutenção existente no concelho e dará resposta prioritariamente aos munícipes.
Através de um protocolo de cooperação assinado entre a autarquia e a SCMC, esta entidade vai dar prioridade às vagas a favor da população idosa do concelho em cerca de 80 por cento da sua capacidade, dando preferência a situações sociais de emergência indicadas pela autarquia.
A cerimónia de inauguração contou com a presença do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Cascais, Elias Gonçalves, e do presidente da Câmara Municipal, António Capucho.
Visivelmente satisfeito, o provedor da SCMC revelou que “levou muito tempo para todos nós concretizarmos este velho sonho, mas as coisas são assim mesmo”, acrescentando ainda que “este percurso foi muito importante porque aprendemos nas dificuldades a bondade de cada um. A partilha de todos nós é hoje motivo da nossa alegria”.
No seu discurso, Elias Gonçalves fez questão de frisar “o grande esforço para a SCMC ter esta unidade a trabalhar em Cascais”, certo de que “vai modificar o panorama da nossa terra”.
O provedor aproveitou o momento para anunciar as principais novidades da nova residência. “Esta unidade tem duas novas valências: os cuidados continuados e a capela/sacristia”, salientando que “nestas alturas de crise é muito importante criarmos o modelo de união das antigas Misericórdias portuguesas”.
“Está à disposição uma casa que é vossa”, concluiu o responsável.
António Capucho, por sua vez, prestou um agradecimento especial à Santa Casa por “mais esta obra que consegue pôr à disposição da população idosa, um trabalho que deveria ser do Estado”.
Quanto à nova residência, o autarca referiu que “este é um equipamento que será prolongado na sua oferta com a importantíssima valência dos cuidados continuados”. Algo que, na sua opinião, é “de grande importância para Cascais e para Portugal que tem cada vez mais idosos, a quem é absolutamente fundamental dar uma resposta”.
António Capucho destacou que “de acordo com a Carta Social elaborada pela câmara municipal, e tendo em conta as projecções até 2016, só na freguesia de Alcabideche são necessários mais seis equipamentos destes”.
Apesar da crise, Capucho reafirmou que “a primeira prioridade da câmara para este ano incide na Acção Social, pela consciência que vamos ter de acorrer a diversas necessidades, proporcionando a todos melhores condições de vida”.
Publicada por Mafalda Ribeiro às 15:03
Misericórdia tem novo lar
A Santa Casa da Misericórdia de Cascais (SCMC) inaugurou, no passado dia 4, em Alcoitão, a Residência Sénior Professora Maria Ofélia Leite Ribeiro.
Com um valor estimado em cerca de seis milhões de euros, dos quais a Câmara Municipal de Cascais apoiou em mais de 700 mil euros, esta nova residência sénior conta com projecto da autoria do arquitecto Manuel Maia, colocando ao serviço da população idosa um total de 84 camas, 45 em regime de lar lucrativo e 39 destinadas a pessoas em cuidados continuados de longa duração e manutenção.
De referir que esta é a primeira resposta de cuidados continuados de longa duração e manutenção existente no concelho e dará resposta prioritariamente aos munícipes.
Através de um protocolo de cooperação assinado entre a autarquia e a SCMC, esta entidade vai dar prioridade às vagas a favor da população idosa do concelho em cerca de 80 por cento da sua capacidade, dando preferência a situações sociais de emergência indicadas pela autarquia.
A cerimónia de inauguração contou com a presença do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Cascais, Elias Gonçalves, e do presidente da Câmara Municipal, António Capucho.
Visivelmente satisfeito, o provedor da SCMC revelou que “levou muito tempo para todos nós concretizarmos este velho sonho, mas as coisas são assim mesmo”, acrescentando ainda que “este percurso foi muito importante porque aprendemos nas dificuldades a bondade de cada um. A partilha de todos nós é hoje motivo da nossa alegria”.
No seu discurso, Elias Gonçalves fez questão de frisar “o grande esforço para a SCMC ter esta unidade a trabalhar em Cascais”, certo de que “vai modificar o panorama da nossa terra”.
O provedor aproveitou o momento para anunciar as principais novidades da nova residência. “Esta unidade tem duas novas valências: os cuidados continuados e a capela/sacristia”, salientando que “nestas alturas de crise é muito importante criarmos o modelo de união das antigas Misericórdias portuguesas”.
“Está à disposição uma casa que é vossa”, concluiu o responsável.
António Capucho, por sua vez, prestou um agradecimento especial à Santa Casa por “mais esta obra que consegue pôr à disposição da população idosa, um trabalho que deveria ser do Estado”.
Quanto à nova residência, o autarca referiu que “este é um equipamento que será prolongado na sua oferta com a importantíssima valência dos cuidados continuados”. Algo que, na sua opinião, é “de grande importância para Cascais e para Portugal que tem cada vez mais idosos, a quem é absolutamente fundamental dar uma resposta”.
António Capucho destacou que “de acordo com a Carta Social elaborada pela câmara municipal, e tendo em conta as projecções até 2016, só na freguesia de Alcabideche são necessários mais seis equipamentos destes”.
Apesar da crise, Capucho reafirmou que “a primeira prioridade da câmara para este ano incide na Acção Social, pela consciência que vamos ter de acorrer a diversas necessidades, proporcionando a todos melhores condições de vida”.
Publicada por Mafalda Ribeiro às 15:03
Santa Casa da Misericórdia da Chamusca
Praça de Toiros da Chamusca adjudicada a grupo de aficionados locais
A praça de Toiros da Chamusca foi adjudicada a um grupo de aficionados da Chamusca composto por José Soares, Luís Inácio e André Nalha Condeço por um ano e mais dois de opção. A proposta deste grupo que irá formar-se em sociedade, a apresentar brevemente em conferência de imprensa, foi aceite pela Santa Casa da Misericórdia da Chamusca em detrimento de algumas propostas apresentadas por empresas de renome.
Ainda sem dados concretos, sabe-se que o projecto é bastante aliciante e visa dinamizar a praça de Toiros da Chamusca, para além da feira taurina na Ascensão, com as habituais corridas de quinta-feira e de sábado. Os aficionados chamusquenses que tomaram conta dos destinos do espaço pretendem efectuar ainda outros espectáculos taurinos. O valor da adjudicação foi de 12.500 euros ano.
O Mirante
A praça de Toiros da Chamusca foi adjudicada a um grupo de aficionados da Chamusca composto por José Soares, Luís Inácio e André Nalha Condeço por um ano e mais dois de opção. A proposta deste grupo que irá formar-se em sociedade, a apresentar brevemente em conferência de imprensa, foi aceite pela Santa Casa da Misericórdia da Chamusca em detrimento de algumas propostas apresentadas por empresas de renome.
Ainda sem dados concretos, sabe-se que o projecto é bastante aliciante e visa dinamizar a praça de Toiros da Chamusca, para além da feira taurina na Ascensão, com as habituais corridas de quinta-feira e de sábado. Os aficionados chamusquenses que tomaram conta dos destinos do espaço pretendem efectuar ainda outros espectáculos taurinos. O valor da adjudicação foi de 12.500 euros ano.
O Mirante
Santa Casa da Misericórdia de Faro
Igreja da Misericórdia de Faro vai para obras
A Câmara Municipal de Faro vai financiar a recuperação da Igreja da Misericórdia de Faro, no coração da baixa da cidade.
As obras de reabilitação no valor de 100 mil euros incluem o restauro do retábulo, paramentos e arco da Capela-mor, oito pinturas sobre tela, para além dos rebocos e pintura de todo o interior.
De referir que a Santa Casa da Misericórdia apresentou uma candidatura para o financiamento destas obras ao programa de comparticipação de equipamentos urbanos de utilização colectiva, assumindo a Câmara Municipal de Faro a comparticipação do remanescente, cerca de 30 mil euros.
Caso a candidatura da Santa Casa não seja aprovada, a autarquia farense irá financiar a totalidade das obras, no valor de 100 mil euros.
Algarve Notícias
A Câmara Municipal de Faro vai financiar a recuperação da Igreja da Misericórdia de Faro, no coração da baixa da cidade.
As obras de reabilitação no valor de 100 mil euros incluem o restauro do retábulo, paramentos e arco da Capela-mor, oito pinturas sobre tela, para além dos rebocos e pintura de todo o interior.
De referir que a Santa Casa da Misericórdia apresentou uma candidatura para o financiamento destas obras ao programa de comparticipação de equipamentos urbanos de utilização colectiva, assumindo a Câmara Municipal de Faro a comparticipação do remanescente, cerca de 30 mil euros.
Caso a candidatura da Santa Casa não seja aprovada, a autarquia farense irá financiar a totalidade das obras, no valor de 100 mil euros.
Algarve Notícias
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