quinta-feira, 2 de abril de 2009

Santa Casa da Misericórdia do Porto

Porto ganha centro de emergência médica
24 Março 2009

INEM e misericórdia do Porto assinam hoje acordo para reforço dos meios de emergência médica


O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e a Santa Casa da Misericórdia do Porto assinam hoje um memorando de entendimento sobre a localização do futuro centro de emergência médica naquela cidade.

Através deste acordo, a Santa Casa disponibiliza ao INEM uma parte dos terrenos do Hospital Conde Ferreira, onde irão funcionar a Delegação Regional do Porto, o Centro de Formação do Porto, a sede da futura Escola Nacional de Emergência Médica e o heliporto. Este projecto possibilita ao INEM a concentração e rentabilização de meios, além de uma localização privilegiada, já que o terreno em causa se situa em plena Via de Cintura Interna.
DN

Santa Casa da Misericórdia de Sangalhos

Sangalhos: Lions Clube Bairrada visita Lar da Misericórdia
2009-03-24




No passado dia 12 de Março doze Companheiros e Companheiras quiseram partilhar a sua tarde, com mais de uma centena de idosos que se encontram no regime de internos e de utentes diários, no Lar da Misericórdia de Sangalhos.

Para lhes dar um pouco mais de alegria, levaram consigo os alunos do 2º ano da Escola EB 1 de Sangalhos conduzidos pela Professora, também Companheira Lion, Isilda Bento e pela Professora de música Maria Irene.

Os meninos e meninas cantaram e dançaram, com imensa alegria, transmitindo uma nota de ternura e de solidariedade.
O lanche partilhado entre todos foi mais doce e mais guloso, pois viveu-se uma tarde de encantamento.

À despedida o Vice-Provedor da Misericórdia Senhor Herculano não escondeu o seu contentamento e teve palavras de simpatia para os visitantes.
Com este simples gesto foi fácil dar um pouco de alegria que, não substituindo o afecto, o carinho e o calor das famílias, mostra aos nossos idosos que não estão”arrumados” no Lar e que, mesmo em dias talvez sombrios, poderá haver um raio de luz no sorriso de uma criança e uma presença amiga a amenizar a solidão.

Cª.L. Maria Emília Cristiano

Santa Casa de Misericórdia de Oleiros

UNIDADE CRIA POSTOS DE TRABALHO
Misericórdia de Oleiros cria creche com berçário
Vão ser gastos 315 mil euros. Candidatura aos PARES foi aprovada



A Santa Casa de Misericórdia de Oleiros vai criar um novo espaço para creche e berçário, que vai surgir num edifício paralelo ao actual jardim-de-infância.

As obras de adaptação vão custar cerca de 315 mil euros. Com vista a obter financiamento foi apresentada uma candidatura ao Programa PARES, já aprovada. O contra-to de comparticipação já foi assinado. A Santa Casa vai gastar 90 mil euros. O restante vem do PARES. Espera-se também o apoio da Câmara de Oleiros.

A unidade vai criar mais postos de trabalho: uma ou duas educadoras de infância e três ou quatro auxiliares.

A Santa Casa adquiriu o imóvel, que tem dois pisos e vai ser alvo de obras de rea-daptação profunda, aos herdeiros de António Martins da Silva. Apenas serão mantidas a cobertura e as paredes exte-riores.

A fachada vai conservar-se, de modo a conservar a traça original. O espaço interior será dividido conforme as neces-sidades do projecto, também para não destoar do aspecto arquitectónico dos outros edifícios.

A unidade vai ter mobiliário novo e salas para a prá-tica de diversas actividades pedagógicas por parte das 33 crianças que vai receber, in-cluindo já o berçário que re-ceberá miúdos dos três meses aos três anos.

O provedor da Santa Casa, João Mateus, sublinha a necessidade de arrancar com a nova valência de berçário, pois os pais trabalham e não têm onde deixar as crianças. Muitas vezes é necessário recorrer a particulares. O provedor esclarece que a Santa Casa já dispunha de um espaço que funcionava como berçário, mas apresentava pouco espaço e condições.

João Mateus lembra a importância social das valências da Santa Casa, uma vez que os preços praticados são baixos, realçando ainda a vertente de solidariedade social daquela entidade.

Relembre-se que Misericórdia realizou obras no jardim-de-infância, nomeadamente a nível de ampliação da cozinha.

Santa Casa da Misericórdia de Macedo de Cavaleiros

Redescobrir a pedagogia de aperfeiçoamento interior


A Quaresma apresenta-se como um tempo favorável para a procura de Deus e para o confronto com a verdade nas nossas vidas. Aproveitando este tempo litúrgico, 4 Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do Distrito de Bragança estiveram em retiro em Balsamão no dia 21 do corrente, para redescobrir a pedagogia de aperfeiçoamento interior, através dos sinais expressivos da Quaresma, a oração, o jejum e a partilha fraterna.
A iniciativa partiu do capelão da Santa Casa da Misericórdia de Macedo de Cavaleiros e do capelão dos Centros Sociais Paroquiais de Santa Comba de Rossas, de Santo Estêvão de Pinela e de S. Roque de Salsas, tendo sido convidadas todas as IPSS do Distrito através da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social do Distrito de Bragança— UIPSSDB.

O apelo teve acolhimento junto de dezena e meia de trabalhadores das IPSS, que participaram na actividade denominada, “Dinamismos de Mudança”. Segundo o Pe. Eduardo Novo, capelão da Santa Casa de Macedo de Cavaleiros, “trata-se da primeira iniciativa do género, para o sector social no distrito de Bragança e como tal valeu a pena. Mais, a esta deverá ser dada continuidade nos próximos anos”, referiu.

Também a maioria dos participantes declarou que tinha sido a primeira vez que tinham estado em retiro, mas, “foi algo que não estávamos à espera, mas que valeu a pena”.

A fita do tempo começou a correr pelas 9.30h com o acolhimento, apresentação dos participantes e a oração inicial. Às 11.00h apresentou-se, em traços gerais, o ano litúrgico, partindo da festa do Pentecostes e da Páscoa. Depois de se fazer uma abordagem aos “exercícios quaresmais”, o jejum, a esmola e a oração, seguiu-se um espaço de reflexão individual até à hora do almoço. De tarde, ampliou-se, por mais alguns momentos, o silenciamento pessoal e a oração da “Palavra de Deus”, havendo ainda espaço para a reconciliação individual e para o encerramento da jornada com a celebração da eucaristia. Os trabalhos encerraram pelas 19.00h.


Nacional | Pe. Basileu Pires| 25/03/2009 | 11:05 | 2012 Caracteres | 205 | Diocese de Bragança-Miranda

Santa Casa da Misericórdia de Braga

Misericórdia de Braga lança revista

A Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Braga promove hoje o lançamento do n.º 4/2008 da Revista Misericórdia de Braga. A sessão decorre a partir das 21h30, no salão nobre da instituição, anexo à igreja da Misericórdia, na Rua D. Diogo de Sousa. A apresentação desta publicação está a cargo do mesário da Santa Casa da Misericórdia monsenhor Domingos Silva Araújo.
Foto,
Publicado a 01-04-2009
Diário do Minho

Santa Casa da Misericórdia de Pedrógão Grande

Misericórdia e Câmara dividem custos de unidade de cuidados continuados
A Misericórdia e a Câmara de Pedrógão Grande dividem os custos da unidade de continuados continuados



A Santa Casa da Misericórdia e a Câmara Municipal de Pedrógão Grande vão dividir os custos de uma unidade de cuidados continuados a construir no concelho após o Verão, anunciou o presidente da autarquia, João Marques.

João Marques disse à agência Lusa que o projecto está a ser alterado e ultimado, na sequência da decisão de abandonar o antigo hospital local para a instalação da unidade, aproveitando, por sua vez, as instalações da Casa da Criança, propriedade da Santa Casa da Misericórdia.

“No edifício da Casa da Criança ficarão os serviços administrativos e de apoio à unidade de cuidados continuados, e, num espaço contíguo, a construir de raiz, os quartos da nova valência”, explicou o presidente da Câmara Municipal.

Segundo João Marques, cabe à Misericórdia de Pedrógão Grande a reabilitação e requalificação do edifício da Casa da Criança, enquanto o município fica com a responsabilidade da construção do espaço que vai albergar os quartos.

O edifício vai ter capacidade para 32 camas, 12 em quartos duplos e oito em quartos individuais, acrescentou o autarca, sublinhando que a obra “é muito importante”, pois “está vocacionada para responder a um concelho envelhecido”, além de que vai “gerar emprego”. “Estes equipamentos sociais trazem sempre consequências positivas na economia local”, observou o responsável.

Por outro lado, o autarca referiu que “o centro de saúde de Pedrógão Grande funciona até às 20 horas” e, embora a unidade de cuidados continuados não pretenda substituir o seu funcionamento, “vai dispor de médicos e enfermeiros em permanência”.

A unidade de cuidados continuados de Pedrógão Grande tem um custo previsto de 1,4 milhões de euros e um financiamento assegurado na ordem dos 50 por cento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), cabendo às duas entidades assegurar a restante verba.

A gestão da valência vai ser da responsabilidade da Misericórdia, que tem creche, jardim-de-infância e actividades de tempos livres, com cerca de 90 de crianças.

Para a terceira idade, esta entidade dispõe no concelho de três centros de dia, presta apoio domiciliário e tem um lar para idosos, com um total de 185 utentes.

1 de Abril de 2009

Notícias do Centro

Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira

SECÇÃO: Local




Finanças da Santa Casa agravam-se, mas administração recusa alarmismos
Cresce o saldo negativo no balanço anual da Misericórdia. Não é grave, diz o provedor, convencido de que a instituição inverterá o cenário

As contas da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira foram aprovadas por unanimidade na passada segunda-feira, 30 de Março. O balanço financeiro de 2008 demonstra um agravamento dos resultados líquidos extraordinários em mais de 75 mil euros, passando de 194.916 euros negativos em 2007 para 270.411 euros negativos. Uma evolução que quebra a tendência de desagravamento verificada desde 2004 e que o provedor Alberto Pacheco espera ver comentada nos jornais pelos “críticos” da instituição, numa leitura que descreve como “possível” mas não “ajustada à realidade da Santa Casa”.

Alberto Pacheco justifica os números negativos com o “incremento da actividade social” superior a 16 por cento, no seguimento dos investimentos realizados pela Misericórdia nos últimos cinco anos. Para o provedor, 2008 marca o fim de um ciclo correspondente a um esforço financeiro de três milhões de euros, que é visível nas novas valências inauguradas no ano passado: Creche de Fundo de Vila e Unidade de Cuidados Continuados.

O provedor recusa uma análise “alarmista” das contas, embora reconheça que a situação financeira da Santa Casa continua no centro das preocupações da mesa administrativa. “Sempre soubemos que investimentos tão volumosos seriam de execução difícil, agravada pelo contexto operacional largamente desequilibrado como o que herdamos”, disse aos irmãos na passada segunda-feira. Mas não avançar seria “desaproveitar instrumentos públicos de financiamento” e culminaria na perda da posição central que a instituição tem ocupado na acção social do concelho e do distrito, argumentou Alberto Pacheco.

“O agravamento das dificuldades financeiras não é um fatalismo”, afirmou o provedor, seguro da reversão dos rácios financeiros. Alberto Pacheco acredita que o equilíbrio “é possível”, nomeadamente através da contenção em investimentos futuros, de um rigoroso controlo da gestão operacional e de um esperado impacto positivo dos investimentos recentes. Tudo isto, sem prejudicar a actividade assistencial, garantiu.

No entanto, também o conselho fiscal da instituição manifestou no seu relatório “grande preocupação com a fragilidade da situação financeira” da Misericórdia sanjoanense, recomendando à mesa administrativa que identifique e tome decisões de gestão que permitam melhorar “significativamente” os resultados operacionais e favoreça a libertação de meios financeiros que “contribuam decisivamente para o equilíbrio financeiro da instituição”.


Factores de agravamento


Para o agravamento dos resultados líquidos da Misericórdia contribuíram vários factores, como o início das amortizações da creche de Fundo de Vila e da UCC, provocando o aumento do volume total destas em 34,3 por cento (77.410 euros).

O fim dos investimentos culmina também no aumento do passivo. As dívidas à banca cresceram 495 mil euros, em 2008, estando actualmente nos 5,3 milhões de euros. Com o Estado, a instituição assegura ter a situação regularizada.

O incremento da actividade da instituição, resultante do funcionamento de novas valências, tem também reflexos no volume de custos e proveitos, que crescem acima dos 10 por cento.

A agravar a situação, a Misericórdia registou no ano passado baixos proveitos extraordinários. Estava prevista a venda de uns lotes de terreno, mas o atraso no licenciamento adiou a transacção para 2009, estando próxima a convocação da assembleia geral para autorizar o negócio. Também a captação de donativos foi, em 2008, menor.

No plano de actividades de 2008 foram apontados alguns eixos de intervenção para manter a tendência de diminuição dos resultados líquidos negativos, como a transferência de recursos humanos excedentários, a adopção de modelo de funcionamento “pontas e férias” nos ATL e a centralização da cozinha e lavandaria, entre outros, mas estas medidas não produziram efeito sobre a totalidade do ano, influenciando o balanço final.

Todas as valências da Santa Casa, à excepção do Lar de Idosos, Centro Comunitário “Porta Aberta”, e Trilho, apresentam balanços financeiros negativos. Apenas o Centro Comunitário “Porta Aberta”, o Centro de Acolhimento Temporário de Menores e o Centro Infantil melhoraram os seus resultados em relação a 2007.

Por outro lado, o cash-flow (fluxo de caixa) operacional melhora significativamente sobre 2007, assim como o cash-flow, em geral, que regista um valor positivo pelo segundo ano consecutivo.

O cenário traçado chamou a atenção do irmão e director do Centro de Ensino Integral Joaquim Valente, assumidamente preocupado com a “acumulação de resultados negativos”. “Vemos que o capital próprio da Santa Casa começa a estar muito absorvido pelo prejuízo”, alertou, recomendando a adopção de “medidas mais radicais”. Em resposta, o director de serviços da Misericórdia esclareceu que o agravamento das amortizações desempenhou um papel de peso no aumento dos custos e as comparticipações do Estado também foram menores. “O que quer dizer que a Misericórdia está menos subsídio-dependente e mais prestadora de serviços”, concluiu Vítor Gonçalves.


Por: Anabela S. Carvalho


Labor