Mostrar mensagens com a etiqueta Misericcórdia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Misericcórdia. Mostrar todas as mensagens

sábado, 15 de janeiro de 2011

Santa Casa da Misericórdia de Caldas da Rainha

The English Centre oferece prendas à Misericórdia Publicado a 14 de Janeiro de 2011
A escola de línguas The English Centre angariou mais de duas centenas de presentes para as crianças e adolescentes do Centro de Acolhimento Temporário e Lar Interno Feminino, da Santa Casa da Misericórdia de Caldas da Rainha.
À semelhança de anos anteriores a “Operation Christmas Present” levada a cabo pela escola voltou a contar com o apoio dos alunos, encarregados de educação e público em geral, que entre 29 de Novembro e 17 de Dezembro, doaram roupas e brinquedos a quem mais precisa.
A responsável pelos serviços da Santa Casa da Misericórdia de Caldas, Teresa Roque, disse que “os presentes fizeram a alegria dos mais pequenos, tendo surpreendido pela quantidade de artigos novos”, agradecendo a contribuição de todos os que ajudaram.
Para o The English Centre esta campanha foi uma vez mais um êxito porque “conseguiu motivar toda a comunidade escolar para no melhor espírito natalício e de solidariedade, contribuírem de forma assertiva”, disse Carlos Ribeiro, relações externas da escola.

A.E.S.
Gazeta das Caldas

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Santa Casa da Misericórdia de Mirandela

17-06-2010 - 15:59
Santa Casa da Misericórdia publica livro com a história da instituição

Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, Manuel Araújo

AdicionarFoi com o objectivo de descrever as várias fases na vida da Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, que levaram a instituição a criar um livro.
O livro contem a historia da instituição desde a sua fundação até aos dias de hoje. Desta forma a Santa Casa da Misericórdia de Mirandela (SCMM) decidiu lançar o livro “Percursos de uma vida”. Para tal, a instituição juntou uma equipa de profissionais de forma a compilarem uma obra sobre a instituição.
Para o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, Manuel Araújo, a apresentação do livro foi “um momento importante” pois considera que “o crescimento que a santa casa teve nestes últimos anos é um marco muito importante e que devíamos assinalar com uma publicação”. A SCMM tem dois infantários, um centro de actividades de tempos livres e três lares. O provedor da SCMM, referiu que este tipo de instituições servem para “ajudar as famílias”, pois considera que “ a família tem cada vez mais dificuldades” e acrescenta que “por isso mesmo é que devemos estar atentos à vida social onde estamos inseridos”.
Para o futuro, a SCMM, já tem alguns projectos, como a restauração da Igreja da Misericórdia, que Manuel Araújo considera que “está em ruínas”. Outro projecto que a SCMM tem, passa pela criação de uma universidade sénior “para desenvolver actividades lúdicas com as pessoas, e tentar manter as pessoas activas”, explicou o provedor da SCMM. Ao nível do turismo, Manuel Araújo, falou na criação de uma quinta pedagógica, com a qual, a SCMM quer dar a conhecer os produtos da região de Trás-os-Montes e podendo assim também “criar postos de trabalho”, sublinhou Manuel Araújo. Para o provedor da SCMM estes projectos “interessamo-nos, pois é necessário desenvolver novos projectos e novas ideias.
Manuel Araújo pretende que a SCMM seja uma instituição que auxilie “nos mais diversos ramos de actividade que possam ajudar as pessoas”.

Terra Quente

domingo, 13 de dezembro de 2009

Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca do Campo

O presidente do Governo dos Açores apelou à fraternidade e à renovação do sentido da solidariedade

Carlos César assegura que o Governo Regional não varre para trás das costas as necessidades das pessoas

O presidente do Governo dos Açores apelou hoje à fraternidade e à renovação do sentido da solidariedade, dizendo que “aquilo que cada um de nós fizer a mais tem consequências na qualidade de vida dos outros”.

Carlos César, que falava no decorrer de um almoço de Natal com cerca de quinhentos idosos da Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca do Campo, acrescentou que “é por isso que, hoje, no tempo que vivemos, governar não é só tarefa dos governantes, é tarefa de todos os cidadãos”.

O governante sublinhou a contribuição dos presentes para a construção de um presente bem melhor do que o passado, adiantando que “há poucos anos atrás os idosos estavam entregues a si próprios”, não havendo pensões, nem praticamente nenhuns equipamentos de apoio aos idosos.

“Hoje, nós temos nos Açores 215 equipamentos – desde lares a centros de convívio – que dão apoio directo a mais de oito mil idosos e cerca de onze mil idosos são apoiados na compra de medicamentos, através do COMPAMID”, frisou.

Enumerando outras medidas de apoio na área social promovidas pelo Governo Regional, Carlos César realçou que essas medidas dão mais tranquilidade às pessoas, num tempo sem dúvida diferente.

“Um tempo em que nós temos consciência de que ainda existe pobreza e necessidade, mas um tempo em que nos dedicamos a que haja cada vez menos pobreza, cada vez menos necessidade. Não varremos para trás das costas as necessidades das pessoas. Queremos ver essas necessidades, queremos vencer essas dificuldades, queremos apoiar quem mais precisa”, garantiu o presidente do Governo.

Para esse objectivo muito tem contribuído a acção das Misericórdias e de outras instituições particulares de solidariedade social, numa cooperação frutuosa com o Governo Regional, que, como reafirmou, quer que “todos os que precisam, tenham; que todos os precisam mais, tenham mais; e que todos os que precisam menos tenham menos, em benefício dos que precisam mais”.

Domingo, dia 13 de Dezembro de 2009

Açores Digital

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo

DIA 18 Santa Casa de Angra festeja o Natal
Publicado na Quinta-Feira, dia 03 de Dezembro de 2009, em Actualidade

O Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo vai realizar a sua festa de Natal no próximo dia 18 de Dezembro.

No programa previsto constará a celebração de Missa e actuação do Coro com músicas de Natal representado por um grupo de idosos do Lar.

Haverá ainda distribuição de prendas e jantar de Natal para os idosos e seus familiares.

A União

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Misericórdias: Vila Verde e Arganil são exemplos de empreendedorismo e inovação

Misericórdias: Vila Verde e Arganil são exemplos de empreendedorismo e inovação

autor
Lusa

As Santas Casas da Misericórdia de Vila Verde, em Braga, e Arganil, em Coimbra, são dois exemplos de empreendedorismo e inovação a apresentar no Congresso da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), que se inicia quinta-feira no Funchal.O caso de Vila Verde é considerado uma prova de que as Misericórdias podem ser grandes geradoras de emprego na área social, enquanto Arganil é uma das Santas Casas que aderiu a um projecto de inovação tecnológica no apoio aos idosos.A Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde arrancou há dez anos com 54 trabalhadores e hoje tem 307 funcionários e mais 90 trabalhadores com prestação de serviço, num contínuo crescimento de actividade e de emprego, referiu à Lusa o provedor Bento Morais.Apontada como exemplo de empreendedorismo, a Santa Casa da Misericórdia começou a alargar a sua actividade, criando empresas e serviços, como uma unidade de cuidados continuados e um hospital, a par de uma farmácia, uma loja de produtos paramédicos, um lar para deficientes profundos, um centro de actividade ocupacional para deficientes e várias empresas que dão trabalho a deficientes, como uma lavandaria, uma padaria/pastelaria e uma unidade de jardinagem.'Estamos atentos, não visamos o lucro, visamos servir os utentes, criando trabalho e satisfação às pessoas que nos rodeiam', referiu, com orgulho, Bento Morais.No entanto, este crescimento não tem sido isento de dificuldades, nomeadamente no que diz respeito a apoios por parte do Estado.'Temos dificuldades. Neste país não se apoia o empreendedorismo, não se apoia quem trabalha', lamentou o provedor, referindo que há dois anos que espera por acordos de cooperação para a construção de mais creches e jardins-de-infância, com 150 crianças a aguardar pelas obras.'Na Saúde também aguardamos os novos protocolos que estão em discussão eternamente, que nunca se concretizam. Esperemos que a tutela olhe para quem faz alguma coisa neste país', desabafou.As necessidades de quem acorre à Misericórdia aumentaram nos últimos anos, disse, razão pela qual foi sextuplicada a capacidade de resposta na creche, de 50 para 300 crianças, enquanto os apoios a idosos aumentaram em 100 por cento.A inovação tecnológica é o orgulho da Santa Casa da Misericórdia de Arganil, distrito de Coimbra, que aderiu a um projecto apoiado pelo programa Progride.Trata-se do chamado Atendimento Permanente, uma solução tecnológica que consiste na instalação em casa dos utentes de aparelhos ligados a um centro de atendimento nacional que faz a triagem das necessidades e encaminha para as respectivas Misericórdias.Com este Atendimento Permanente a idosos isolados cumpre-se um dos grandes objectivos, explicou à Lusa José Coimbra, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Arganil: 'retardar ao máximo a ida do idoso para lares ou residências assistidas, mantendo-o no seio da família e junto dos amigos, nas suas comunidades de origem'.Em caso de necessidade, seja de saúde, seja de alimentação, higiene ou mesmo um simples problema com um televisor, o utente contacta o centro de atendimento, explica o que pretende e os serviços da Misericórdia são accionados para dar resposta.Neste momento há cerca de 150 utentes ligados ao sistema da Misericórdia de Arganil, que envolveu um investimento de 800 mil euros.'Este projecto desenvolveu-se ultimamente mais na Saúde, como apoio domiciliário integrado. Nos primeiros tempos só fazíamos o apoio domiciliário na refeição e higiene diária do utente, mas verificámos que era necessário avançarmos mais no domínio da Saúde', referiu José Coimbra, indicando que actualmente o utente tem ao seu dispor, entre outros, serviços de enfermagem, de fisioterapia, de nutrição e de psicologia, além de compra de medicamentos.
Correio do Minho

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Santa Casa da Misericórdia de Alcochete

Alunos de Alcochete oferecem cadeiras de rodas
em Quarta-feira, Maio 13, 2009, 10:20

Três alunos da Escola Secundária de Alcochete, Ana Turíbio, Carlos Lopes e Ricardo Alves, estão a realizar um projecto que trata as acessibilidades em Alcochete. Já conseguiram angariar apoios para oferecer uma cadeira de rodas à Santa Casa da Misericórdia e ainda vão doar mais duas.
Vitorino Maria Pereira recebeu a primeira cadeira de rodas angariada pelos alunos. Aos 60 anos de idade, o utente da Santa Casa da Misericórdia sofre de esclerose múltipla há 12 anos.“Vim para a Santa Casa há um ano, não conseguia estar na minha casa por causa das escadas”, conta Vitorino Pereira. “Aqui em Alcochete fazem pouco pelas pessoas com necessidades especiais, por isso iniciativas como estas de jovens estudantes são tão importantes”, acrescenta.Ana Turíbio, Carlos Lopes e Ricardo Alves, conseguiram doar esta cadeira de rodas através do apoio da empresa ‘Special Care’. Segundo os alunos, “após muitos pedidos monetários de patrocínios a várias organizações, a ‘Special Care’ de Alcochete disponibilizou-se para oferecer uma cadeira de rodas assim que conheceu o projecto”.Os jovens conseguiram angariar três cadeiras de rodas, mas ainda só atribuíram uma. “As outras duas ainda serão oferecidas, já contactámos a Cruz Vermelha de Alcochete para nos darem a conhecer duas pessoas com dificuldades monetárias”, explicam.
O projecto dos alunos da Escola Secundária de Alcochete surgiu, “no âmbito da área curricular não disciplinar da área de projecto, quando um membro do grupo teve de usar canadianas temporariamente e sentiu dificuldades em certas acessibilidades”, explicam os alunos da área de ciências do 12º ano.A iniciativa tem como objectivos oferecer cadeiras de rodas a pessoas carenciadas, consciencializar a comunidade escolar e as instituições localizadas em Alcochete para os problemas que as pessoas com deficiências enfrentam na localidade, e alertar para a necessidade de melhorar os acessos.“No âmbito do projecto já conseguimos angariar três cadeiras de rodas para serem oferecidas a habitantes carenciados, fizemos uma actividade na escola, ‘Um dia com Obstáculos’, com o objectivo de sensibilizar as autoridades e a comunidade escolar para os obstáculos existentes na freguesia e que se podem mudar, e fizemos uma demonstração de basquetebol na escola com uma equipa de deficientes motores em cadeiras de rodas”, contam os alunos.Os patrocínios para avançar com o projecto foram conseguidos através do contacto a várias organizações, dando-lhes a conhecer os objectivos pretendidos. Algumas respostas foram negativas, mas sete organizações disponibilizaram-se para ajudar, nomeadamente o Instituto de Formação para o Desenvolvimento Humano (IFH), Mondo Ibérica SA , Special Care, Câmara Municipal de Alcochete, Sporting Clube de Portugal, Sport Lisboa e Central Cervejas.
A Escola Secundária de Alcochete também tem contribuído para a causa, “tem dado todo o apoio possível, disponibilizou o pavilhão para ser realizada a actividade ‘Um Dia com Obstáculos’, possibilitou a deslocação da equipa de basquetebol à escola com o pagamento das despesas e oferta de lanche à equipa, facilitou todos os contactos telefónicos às organizações, fotocópias e impressões de cartazes”, sublinham os alunos.Para Ana Turíbio, Carlos Lopes e Ricardo Alves “este projecto foi muito importante, uma vez que sensibilizou bastante a comunidade escolar”. Os alunos esperam “que a qualidade de vida em Alcochete melhore para as pessoas com deficiências motoras, visuais e genéticas”.“Pretendemos que futuros alunos da área curricular não disciplinar continuem o nosso trabalho, deixando assim a possibilidade de trabalhar as restantes deficiências, uma vez que se trata de um tema tão vasto e com tantas necessidades de apoio”, acrescentam.

sábado, 18 de abril de 2009

Santa Casa da Misericórdia de Vinhais

Santa Casa da Misericórdia de Vinhais assaltada esta madrugada




A Santa Casa da Misericórdia de Vinhais foi assaltada esta madrugada. Segundo fonte da GNR, o assaltante entrou nas instalações através de uma janela, e arrombou um cofre com um objecto metálico.


Os responsáveis da instituição ainda estão a fazer o levantamento do que terá sido levado, mas ao que foi possível apurar junto da Santa Casa de Vinhais no cofre estava dinheiro, documentos e alguns objectos pertencentes a utentes da Santa Casa.



No local estiveram já elementos do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Bragança a recolher indícios que possam ajudar às investigações.


Escrito por Brigantia

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Santa Casa da Misericórdia de Proença-a-Velha

Proença-a-Velha


Museu de Arte Sacra vai avançar
A freguesia de Proença-a-Velha, no concelho de Idanha, vai ter um Museu de Arte Sacra. Este é um sonho já antigo e um anseio que a Santa Casa alimenta há longos anos, desde finais da década de 60, no século XX. Tudo porque ali existem imagens de rara beleza e valor que merecem ter um espaço condigno para ser apreciadas. Agora o sonho vai concretizar-se.

O projecto para o tão almejado Museu de Arte Sacra, foi apresentado no passado sábado, dia 11, pelo arquitecto responsável, Nuno Travasso.

A casa onde ficará instalado o Museu, mesmo junto à Igreja da Misericórdia foi adquirida pela autarquia, por 30 mil euros, embora fique na posse da Santa Casa.

Como refere a Memória Descritiva do projecto, “o Museu de Arte Sacra de Proença-a-Velha deverá surgir como um complemento à Igreja da Misericórdia e estabelecer-se não só como um novo pólo de atracção turística, mas sobretudo como parte da identidade de Proença”.

Nuno Travasso refere que este projecto parte da intervenção numa pequena casa actualmente devoluta, com a qual se procura manter e recuperar a estrutura existente, dando-lhe uma maior clareza e dignidade. Verifica-se, no entanto, que a área exígua da construção não permite responder de modo satisfatório às exigências que a nova função impõe. Daí a necessidade de prever a ampliação do edifício.

Neste sentido e preservando a casa existente a proposta apresenta a construção de um outro espaço, aproveitando o logradouro, perfeitamente disfarçado, onde ficarão instaladas as valências e serviços de apoio ao Museu.

E é aqui que nasce, também, a principal sala, onde vão ficar as peças mais valiosas do calvário gótico. Um espaço que, como refere o arquitecto se transforma, assim, numa “espécie de relicário”.

Terá um revestimento metálico “onde não existe uma clara diferenciação entre paredes e cobertura. O carácter de excepção da nova construção ajuda ainda a caracterizar o novo uso do conjunto”, descreve a memória.

A casa a recuperar ficará ampla, sem qualquer tipo de divisões, nascendo duas salas, nos dois pisos do imóvel.

O presidente da Junta está satisfeito por conseguir concretizar esta pretensão da Santa Casa e da população. Francisco Silva refere ao Reconquista que o Calvário, datado do século XIII vai, finalmente, ficar visível, embora bem guardado, dadas as características do espaço onde será colocado.

Para além disso, destaca que todo o espólio da Santa Casa e da paróquia vai poder ser apreciado, o que até aqui não acontecia, havendo muitas peças guardadas, devido ao seu valor.

No total, como refere o autarca, são mais de 170 metros quadrados que vão albergar todo este espólio valioso, num projecto orçado em 165 mil euros e para uma obra com prazo de execução de 18 meses.

Os Fundos Comunitários poderão ajudar e para isso vai ser feita a respectiva candidatura.


Por: Cristina Mota Saraiva

Santa Casa da Misericórdia de Ferreira do Alentejo

O Ministro da Cultura inaugura hoje o Arquivo Municipal de Ferreira do Alentejo


O Arquivo Municipal é um projecto “único” integrado no "Ferreira Sustentável", realça a autarquia.
Esta obra de construção do Arquivo Municipal - cujo investimento rondou os 600 mil euros – permitiu a utilização de materiais ecológicos, técnicas tradicionais como o adobe e a taipa, eficiência energética e reutilização de água pluviais entre outras soluções energeticamente eficientes.
O acervo histórico do Arquivo inclui um conjunto de exemplares, oriundos da Santa Casa da Misericórdia, desde o século XVI até ao século XX.
José António Pinto Ribeiro, Ministro da Cultura, inaugura, esta tarde, o Arquivo Municipal de Ferreira do Alentejo.

Santa Casa da Misericórdia de Freixo de Espada à Cinta

17-04-2009 - 09:36
Música e Teatro marcam o primeiro Dia Municipal da Cultura

AdicionarAntónio José Morgado, vereador da cultura da Câmara Municipal de Freixo, explica que este dia é para todos os freixenistas e que pretende mostrar o que de melhor se faz no município a nível cultural.
“Foi o primeiro ano que a Câmara desenvolveu esta actividade e a intenção é continuar nos próximos anos, sempre no Sábado de Páscoa porque é uma época em que estão cá muitos freixenistas que estão fora. É uma oportunidade de verem aquilo que se desenvolve no concelho. Deu para mostrar uma parte da cultura produzida dentro de casa e as pessoas e ficaram com um maior conhecimento daquilo que se fazia cá”, destacou.
Na opinião do vereador, o objectivo da criação deste dia foi cumprido, criou-se um dia de intertesse para os freixenistas em que se dá a conhecer tudo o que é cultural e que se produz dentro da vila manuelina.
O novo Espaço Multiusos acolheu cerca de 600 pessoas que ao longo de todo o dia se deslocaram até lá para conhecer parte da cultura de Freixo de Espada à Cinta.
A primeira edição teve lugar no dia 11 de Abril no Espaço Multiusos e contou com a participação da Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta, do Grupo de Teatro de Freixo, do Coral da Santa Casa da Misericórdia e o encerramento deste dia dedicado à cultura ficou a cargo da banda freixenista Under Spell.
Ainda no âmbito da cultura, o Auditório Municipal acolhe todas as quartas-feiras, desde o passado dia 01 de Abril, o I Ciclo de Cinema Português. Com entrada gratuita é uma oportunidade para ver alguns clássicos do cinema

Santa Casa da Misericórdia de Aveiro

Misericórdia de Aveiro com "prejuízos operacionais elevados"

Texto dePedro José Barros / Sara Pereira

Com 510 anos de história, a Santa Casa da Misericórdia de Aveiro é a mais conceituada instituição do distrito que presta apoio aos mais necessitados. Lacerda Pais é o provedor que dirige desde 2007 a instituição. Foi aos 15 anos que começou a estabelecer maior contacto com a missão de ajudar os outros, quando começou a colaborar com a Paróquia de Vera Cruz. Antes de receber o convite para Provedor da Misericórdia, foi dirigente do secretariado distrital das instituições de solidariedade social, altura em que começou a ter uma maior ligação com o serviço social.

Influenciada pela altura controversa que o país atravessa, a Santa Casa não escapa às dificuldades económicas que se fazem sentir. Se nada for feito, a valência com que a Santa Casa presta apoio às vítimas de violência doméstica em Aveiro pode acabar. No entanto, os projectos para a criação de novas valências que permitam abranger um maior número de pessoas são uma constante na mente do provedor. Antevê-se já a criação de uma unidade de cuidados continuados e ainda de um centro de dia e de acolhimento temporário para idosos com doenças mentais.



A Santa Casa da Misericórdia de Aveiro apresenta um peso histórico muito relevante, já lá vão mais de cinco séculos…

Ao longo dos tempos, na cidade, a Santa Casa da Misericórdia foi uma instituição muito considerada, talvez pelo encaminhamento que teve logo no início da sua actividade na assistência aos mais desamparados. Até ao 25 de Abril de 1974, praticamente tudo o que era actividade hospitalar em Aveiro passou por esta Santa Casa. Todo o apoio hospitalar era prestado aqui, até mesmo o apoio aos militares. A Santa casa vivia para o seu hospital e toda a sua actividade era desenvolvida em volta dele.

Como se encontra a situação actualmente?

Ao longo do tempo fomos incorporando um número de instituições que foram sendo criadas, nomeadamente o apoio a idosos e o apoio às crianças. Tivemos sempre a assistência religiosa na nossa igreja e fomos seguindo as actividades culturais e sobretudo a conservação do nosso espólio museológico, que é de grande valor. Neste momento possuímos um museu virtual, na Internet, com tudo devidamente catalogado. No entanto, actualmente a situação económica e financeira da Misericórdia não está boa, porque a maior parte das valências que temos estão com prejuízos operacionais elevados.


Prejuízos na ordem de…

Um prejuízo operacional anual de cerca de 500 mil euros. Efectivamente a Santa Casa não tem mais possibilidade de continuar com este prejuízo.


E o que é que vai acontecer?

Vamos fazer um comunicado aos irmãos e à própria comunidade alertando para o facto. Desde 2002 que nos foi cortado um apoio que tínhamos da Câmara Municipal de Aveiro que era de cinco mil euros mensais.

O que é que pretende referir no comunicado?

Pretendo denunciar a situação. Desde 2002 para cá que temos vendido património para suprir as dificuldades financeiras, mas efectivamente não dá para vender mais património. Ainda este mês vamos realizar um leilão para vender um apartamento que nos foi legado.


Uma grande parte do património já foi vendida para superar estas dificuldades?

Não, o que foi sendo vendido foi aquele património que não tinha nenhuma aptidão para a Misericórdia, como apartamentos, escritórios e o terreno da Barra que foi vendido para adquirir este edifício onde estamos.


Estas dificuldades têm-se reflectido, de alguma forma, nos serviços prestados pela Misericórdia?

Não, de maneira nenhuma. Eu já estou há vinte e tal anos ligado à solidariedade e posso dizer que os serviços prestados pelo pessoal que temos são excepcionais. As dificuldades vão fazer com que nós tenhamos que proceder a mais alienações, apelar à Câmara que nos dê o tal subsídio que nos tem faltado e à segurança social para que nos permita ter mais meios.



Apoio às vítimas de violência doméstica pode acabar

Ponderam fechar algumas valências?

Nós estamos conscientes do prejuízo que isso daria à nossa comunidade, mas efectivamente na valência da violência doméstica, se não houver uma negociação com a segurança social para que nos seja concedido um aumento das comparticipações, teremos que estudar bem o assunto e há o risco de a termos que fechar.


Quais as principais razões que fazem com que a valência da violência doméstica se encontre em maior risco de fechar?

Esta valência não é a que exige mais custos, mas é a que tem menos comparticipações. Só recebemos verbas da Segurança Social e esse valor nem chega para pagar ao pessoal. Por isso estamos em negociações para tentar manter activa essa secção. Eu tenho consciência da importância que esta valência tem para a comunidade.


Quantas pessoas são atendidas por mês neste âmbito?

No ano passado tivemos uma ocupação média sempre superior a 15 pessoas, chegámos a ter 18 por mês. Também damos apoio e acolhemos os filhos destas mulheres que chegam até nós. Integramos 11 crianças na valência de creche e pré-escolar, quatro frequentam o primeiro ciclo e cinco o segundo ciclo.


Houve algum aumento do número de pedidos de ajuda?

Nós não podemos receber mais ninguém porque temos o equipamento lotado.


Quais são os custos principais que esta valência exige?

Quem tem que transportar estas crianças para as escolas somos nós. E prestamos assistência jurídica às mães nos processos litigiosos e na execução das queixas. E outra coisa que não é nada barata é conseguir manter aqui vigilância 24 horas por dia através de uma empresa de segurança. Só para a segurança são 6700 euros por mês, fora as outras despesas diárias.


Há mais alguma valência que esteja em vias de encerrar?

Não. As outras encontram-se numa situação melhor. No sector da infância continuamos a dar o mesmo serviço que sempre demos. Sei da vontade do Governo em prosseguir com a construção de equipamentos para o pré-escolar mas não tenho tido grande experiência em trabalhos desenvolvidos com o Ministério da Educação, por isso não sei em que é que isto vai dar. Esperamos que os planos escolares da Câmara Municipal, que prevêem também a construção de alguns equipamentos escolares, não ultrapassem os prazos estabelecidos.



"Com mais ou menos dinheiro o espírito solidário está nas pessoas"

Que outros serviços costumam prestar à comunidade?

Neste momento temos a funcionar o rendimento de inserção social, damos assistência no complemento solidário para idosos e acompanhamos as famílias em dificuldades através do apoio domiciliário com visitas diárias dos técnicos que lhes proporcionam a alimentação e a higiene.


Como é que está a situação social em Aveiro?

Não tenho dúvida nenhuma que houve um agravamento da situação. Em alguns casos há uma tentativa das pessoas para diminuir os custos. Surgem os novos pobres mas eu desde miúdo que os vejo como os mesmos pobres. A vida das famílias tem altos e baixos e quando, de um momento para o outro, a situação social piora, por razões de saúde ou agora do desemprego, as pessoas ressentem-se. E há também muita pobreza envergonhada. Mas temos pelo concelho muitas viaturas e muitos técnicos para os ajudar.


Tem aumentado o número de casos dramáticos?

Em termos percentuais é difícil chegar a uma conclusão porque há casos e casos. Há alguns pontuais que logo a seguir melhoram, mas o que nós procuramos fazer é o encaminhamento. Neste momento procuramos dar mais o isco para as pessoas irem à pesca do que dar o próprio peixe. Talvez também porque os nossos técnicos já estavam a prever esta alteração, não verificamos um grande aumento.


Sente que de alguma forma, se não fossem as instituições de solidariedade social, as situações mais dramáticas poderiam resultar numa revolta social?

Não tenho nenhuma dúvida que isso iria acontecer. Nós seríamos todos muito mais pobres se efectivamente não existisse este trabalho de voluntários. Eu não estou a ver o Estado a fazer este trabalho sem estes voluntários.


Como é que está a solidariedade, neste momento, em Aveiro?

A solidariedade já esteve melhor. Nós vivemos também de donativos e as empresas não se encontram numa boa situação. Aquelas receitas que devíamos esperar de empresas e associações também estão a diminuir e tem que ser tudo repensado.


E este problema explica-se com a crise ou a crise é já uma desculpa para todos os problemas?

As actividades económicas têm altos e baixos e eu prefiro dizer que as empresas neste momento estão em maré baixa, mas ela também enche e há sectores em que isto é assim e nós temos que jogar com aquilo que temos. Com mais ou menos dinheiro o espírito solidário está nas pessoas e estou convencido que vamos levar isto avante. Ao longo da história a própria Casa da Misericórdia esteve quase na bancarrota, depois subia, voltava a descer e já andou assim. Dependemos de ciclos, mas temos sobrevivido.



Novos projectos em vista

Seria possível, em Aveiro, a Santa Casa da Misericórdia voltar a apoiar ao nível hospitalar as pessoas, podendo levar à diminuição das listas de espera dos hospitais?

A actividade hospitalar que as misericórdias tiveram tornou-se nula, mas neste momento está viva de novo através das unidades de cuidados continuados e paliativos que pretendemos construir. Vamos apresentar uma candidatura para este projecto à Câmara com o objectivo de construir este edifício no complexo social da Moita.


Para quantas pessoas será essa unidade?

Para cerca de 40 utentes.


Que outros projectos têm em vista concretizar?

Temos também prevista a criação de um centro de dia e de acolhimento temporário para utentes idosos com doenças mentais. Neste momento estamos a formar o núcleo de Aveiro em colaboração com a Alzheimer Portugal. A classe etária para que mais trabalhamos situa-se acima dos 80 anos. Temos neste momento muita gente em lista de espera. Prevemos também construir em Sarrazola um centro de dia e uma valência para a juventude. Neste tipo de instituições de solidariedade social nós procuramos não ser concorrentes uns dos outros. O dinheiro é escasso e não vale a pena estar a utilizá-lo num local em que já existe um centro igual ao lado. Costumamos ter sempre esse cuidado.


Em que aspectos a adesão ao mundo virtual veio favorecer o trabalho desenvolvido pela Santa Casa?

Veio facilitar a divulgação cultural e a catalogação do nosso património. E este património é muito procurado por historiadores, por documentalistas e por outras pessoas que têm gosto por épocas antigas. Infelizmente, em Aveiro, alguma documentação que existia respeitante à própria história da cidade desapareceu e aquilo que ainda resta são as actas das mesas administrativas da Misericórdia e os documentos que temos aqui. Mas sobretudo, o site é muito consultado.

ed. 890, 17 de Abril de 2009

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Santa Casa de Misericórdia de Alfaiates

Bispo garante eleições no prazo máximo de meio ano


Misericórdia de Alfaiates tem de regularizar situação dos Irmãos

A polémica sobre as eleições para a Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Alfaiates, no concelho do Sabugal, continua a indignar a população, que queria validar junto da Diocese da Guarda as eleições, já por duas vezes realizadas.

O Bispo da Guarda emitiu um decreto para solucionar a situação, prevendo eleições no prazo máximo de meio ano, e nomeou uma Comissão Administrativa para o efeito. A Cúria critica a população por comportamentos menos correctos e ameaçadores.


O Bispo da Guarda, que recebeu recentemente um grupo de habitantes e Irmãos da Santa Casa de Misericórdia de Alfaiates, emitiu um decreto para resolução da situação que se verifica desde o início do ano, com sucessivos problemas na realização das eleições para a Irmandade.

D. Manuel Felício refere assim que, “tendo sido levantadas dúvidas sobre a legitimidade de alguns ‘irmãos’ intervirem como eleitores e elegíveis na assembleia eleitoral que esteve marcada para 7 de Fevereiro último” e, “tendo constatado posteriormente que não há qualquer registo do cumprimento por parte dos ‘irmãos’ inscritos”, cumprindo uma das premissas para exercer o direito de “irmãos”, que passa pela assinatura de um documento em que os mesmos se compromentem a desempenhar o dever de “irmãos”, levaram o Bispo a nomear uma Comissão Administrativa para proceder à regularização da situação.

Segundo ordenou D. Manuel Felício, a eleição definitiva para a Irmandade “deve realizar-se no prazo máximo de meio ano”, tempo este que o Bispo da Guarda estipula para a Comissão Administrativa concluir o processo de registo de irmãos, agora iniciado.


Cúria critica violência da população

A Cúria Diocesana criticou o comportamento “violento” de alguns habitantes de Alfaiates, contra as decisões que haviam sido tomadas por este órgão e pela Diocese.

Segundo afirma, “no dia 30 de Março, apareceu no Paço Episcopal de Guarda um grupo de pessoas, vindas de Alfaiates, que foram recebidas pelo Bispo diocesano. Algumas destas tiveram comportamentos incorrectos para com o mesmo Bispo”. A Cúria acusa ainda que, no dia seguinte, “dezenas de pessoas de Alfaiates dirigiram-se para a casa do Presidente da Comissão Administrativa, em Vale de Espinho, e aí insultaram-no e ameaçaram-no de morte”.

Tais reacções, considera a Cúria, visaram “intimidar” a comissão que gere, neste momento, a Santa Casa da Misericórdia de Alfaiates.

“Esperamos que impere o bom senso e sejam criadas todas as condições objectivas para que a Comissão Administrativa cumpra a missão que lhe foi confiada”, pede a Cúria Diocesana, à população de Alfaiates.


Por: José Paiva
Nova Guarda

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Santa Casa da Misericórdia da Madalena

Centro de Actividades Ocupacionais inaugurou sala de Snoezelen

Confiança e o relaxamento incentivados através de terapias não directivas

O Centro de Actividades Ocupacionais da Santa Casa da Misericórdia da Madalena inaugurou segunda-feira a sala de Snoezelen.O Snoezelen proporciona conforto, através do uso de estímulos controlados, e oferece uma grande quantidade de estímulos sensoriais, que podem ser usados de forma individual ou combinada dos efeitos da música, notas, sons, luz, estimulação táctil e aromas.O ambiente, que a sala de Snoezelen proporciona, é seguro e não ameaçador, promovendo o auto-controlo, autonomia, descoberta e exploração, bem como efeitos terapêuticos e pedagógicos positivos.O ambiente multisensorial permite estimular os sentidos primários tais como o toque, o paladar, a visão, o som, o cheiro, sem existir necessidade de recorrer às capacidades intelectuais mas sim às capacidades sensoriais dos indivíduos. A confiança e o relaxamento são incentivados através de terapias não directivas.O uso de um ambiente multisensorial permite que as terapias sejam únicas para cada utente.Na inauguração da sala, José António Soares, provedor da Santa Casa da Misericórdia da Madalena, disse que o espaço permite que grupos como centros de saúde, santas casas e escolas possam participar e beneficiar do espaço.Os grupos são sobretudo pessoas que passam por incapacidade de desenvolvimento mental, perturbações de stress pôs traumático, autistas, controlo da dor e envelhecimento.O projecto contou com o apoio do Instituto da Acção Social de cerca de 17 mil euros e toda a adaptação da sala foi feita pela Santa Casa da Madalena.A obra vem sobretudo beneficiar todos os utentes do Centro de Actividades Ocupacionais que tem usuários de toda a ilha.

Fonte: Rádio Pico ©
Data: 2009-04-08 12:59:41

Santa Casa da Misericórdia da Chamusca

Festival Taurino na Chamusca
2009-04-08 10h09


No Domingo de Páscoa, 12 de Abril, pelas 16h, o Tauródromo Chamusquense inicia a temporada quando comemora 90 anos de actividade.

O Festival Taurino, a favor da Santa Casa da Misericórdia da Chamusca, terá na arena os cavaleiros Francisco Cortes, Filipe Gonçalves, Manuel Telles Bastos, Marcos Tenório (Bastinhas) e os praticantes Duarte Pinto e Tiago Lucas, acompanhados pelas respectivas quadrilhas de bandarilheiros.

Três grupos de Forcados Amadores vão abrilhantar a festa: Chamusca (cabo Nuno Marques), Aposento da Chamusca (cabo Tiago Prestes) e Académicos de Elvas (cabo Ivan Nabeiro), com seis touros da Ganadaria Herdeiros Cunhal Patrício.

Os bilhetes têm preços a partir de 10€.

Santa Casa da Misericórdia de Sintra

2009-04-08 10:47:12

Sintra recebe Maria João e Mário Laginha
Concerto a 11 de Abril


O Centro Cultural Olga de Cadaval, em Sintra, recebe o concerto da dupla Maria João e Mário Laginha, no próximo dia 11 de Abril.

Maria João e Mário Laginha voltam a juntar-se e apresentam o novo álbum «Chocolate». O trabalho mostra combinações de originais e sonoridades bem conhecidas do jazz.

O trabalho assinala os 25 anos da profícua relação musical entre a cantora e o pianista.

Os bilhetes para este espectáculo variam entre os 10 e os 15 euros. As receitas revertem em benefício das actividades desenvolvidas pela Santa Casa da Misericórdia de Sintra.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Santa Casa da Misericórdia de Ferreira do Alentejo

Ferreira do Alentejo avança com a criação de Pólo de Arte Sacra


O município de Ferreira do Alentejo lançou o concurso público para a criação do Pólo de Arte Sacra. O projecto surge, segundo a autarquia, "da necessidade de recuperar o espaço da Igreja da Misericórdia". A reabilitação do imóvel vai permitir a criação de um núcleo museológico onde será exposto o espólio da Misericórdia. O Pólo de Arte Sacra deverá ter ainda uma área para a realização de concertos e uma para exposições. Neste momento decorre a fase de apresentação de propostas para a reabilitação da Igreja da Misericórdia de Ferreira do Alentejo. A obra, que ronda um investimento na ordem dos 500 mil euros, deverá estar concluída em 2010.

Santa Casa da Misericórdia de Faro

FARO: Procissão do Enterro do Senhor sai da Igreja de S. Francisco
06-04-2009 19:06:00

A Procissão do Enterro do Senhor, em Faro, tem este ano um ponto de partida e chegada diferente do habitual. É a Igreja de São Francisco que vai receber esta festa religiosa.
A Procissão, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Faro e Moto Clube de Faro, acontece no dia 10 de Abril, com partida da Igreja de São Francisco, às 21h00.

O cortejo, que junta anualmente milhares de pessoas, passa pela Rua D. Teresa Ramalho Ortigão, Rua da PSP, Largo Combatentes G. Guerra, Rua de Santo António, Rua da Misericórdia e regressa à Igreja de São Francisco.

Recorde-se que esta manifestação religiosa esteve em risco de não se realizar este ano, devido ao estado de conservação da Igreja da Misericórdia, que deverá ser restaurada em breve (ver aqui).

Santa Casa da Misericórdia de Vila Real

07-04-2009
Santa Casa da Misericórdia de Vila Real aprova as contas de 2008

Reuniu a Assembleia-geral da Santa Casa da Misericórdia de Vila Real para apreciação e aprovação do Relatório e Contas de Gerência do ano de 2008. No início da Assembleia o senhor Provedor, P. José J. Gomes, quis prestar contas do que “foi feito ou não foi feito”, seguindo o Plano de actividades de 2008.
Através desta prestação de contas verifica-se que a Misericórdia de Vila Real tem em execução um vasto programa nas vertentes cultural e assistencial. Em relação à primeira está em execução a História da Misericórdia, apoiada por fundos comunitários e ainda a catalogação e conservação do rico acerbo documental, através da preciosa colaboração do Arquivo Distrital e finalmente o Restauro de Obras de Arte e o Núcleo Museológico (este para mais tarde).

Mas é na vertente assistencial que a Misericórdia encontra a sua realização e a sua benemérita acção. O ano de 2008 foi o ano de arranque de uma nova valência: a Unidade de Cuidados Continuados de média duração e reabilitação. Esta unidade “é uma grande conquista, na medida em que era uma maneira de regressar aos cuidados de saúde, tão memorável nesta Santa Casa da Misericórdia”.

De acordo com as palavras do Provedor não foi fácil chegar à abertura desta unidade e por isso afirmou que “foi com enorme persistência e paciência que se calcorreou um acidentado caminho que felizmente, culminou com a jubilosa cerimónia de assinatura do protocolo, a inauguração, contratação de profissionais entrada dos profissionais, entrada dos primeiros doentes, e bênção desta Unidade”.

Para além desta unidade o senhor Provedor fez a análise do trabalho realizado nas diversas unidades desde a Creche, Jardim-de-infância, Florinhas da Neve, Lar de idosos, Lar hotel e apoio domiciliário. Seguiu-se a análise dos números das contas, dos funcionários e dos utentes.

Através destes números verificámos que a santa Casa da Misericórdia tem no seu quadro de pessoal 170 trabalhadores a que se juntam 33 prestadores de serviços. Com estes funcionários são apoiadas 266 crianças e jovens e 174 idosos dos quais 66 em apoio domiciliário. A unidade de cuidados continuados tem capacidade máxima para 27 utentes.

Para a realização destas tarefas a Misericórdia de Vila real teve de proveitos 3.434.063,56 euros e de custos 3.295.099,34 euros. Os proveitos correspondem a 16% de capitais próprios, 33% dos utentes, 36 euros da Segurança Social e 8% das jóias do Lar Hotel. Finalmente o senhor Provedor disse que o grande desafio para 2009 será a concretização do Refeitório Social para apoio aos mais carenciados e, possivelmente, a construção de um novo Lar para idosos.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Santa Casa da Misericórdia da Murtosa

Assinados Contratos de Desenvolvimento Social
2009/04/04
Quatro Protocolos de Compromisso no âmbito dos Contratos Locai de Desenvolvimento Social (CLDS) no valor de 2,1 milhões de euros foram assinados este sábado, no Governo Civil de Aveiro, numa sessão presidida pelo Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva.

Os contratos foram celebrados entre o Instituto da Segurança Social, os municípios de Arouca, Estarreja, Murtosa e Sever do Vouga e as Entidades Coordenadoras Locais (Centro Social Maria da Glória Pinho, de Sever do Vouga, Centro Paroquial Assistência de Pardilhó, Estarreja, Santa Casa da Misericórdia da Murtosa e ADRIMAG, de Arouca).

Os Contratos são um instrumento criado no âmbito do PNAI- Plano Nacional de Acção para a Inclusão com uma distribuição geográfica resultante das realidades territoriais específicas e têm em vista a formalização de uma nova geração de políticas sociais e de empregabilidade assentes em medidas que visam a protecção social, a inclusão social e a coesão territorial dos cidadãos.

Promovem a inclusão social dos cidadãos através de acções a executar em parceria com a administração local, cujo objectivo é o combate à pobreza e à exclusão social, reforçando o papel dos Municípios na tomada de decisão e na intervenção social nos seus territórios.

Identificadas como as melhores práticas de inclusão e combate à pobreza, estas acções serão definidas e implementadas em cada um daqueles concelhos, em áreas de intervenção como o Emprego e a Inserção Profissional, a Formação e Qualificação, a Intervenção Familiar e Parental, a Capacitação das Instituições, e a Acessibilidade às Novas Tecnologias da Informação.

Santa Casa da Misericórdia de Albufeira

Autarquia apoia Misericórdia de Albufeira

VRSA/AR
*5-4-2009 |

A Câmara de Albufeira vai conceder uma comparticipação financeira à Santa Casa da Misericórdia de Albufeira para assegurar a realização das várias actividades da instituição.

O município irá contribuir com uma verba destinada à compra de material de desgaste para as várias valências da Santa Casa (Lar Gaivota, Lar Roseiral, Lar de São Vicente, Lar Casa da Paz, Lar Pirilampos, Casa da Cegonha, Creche Arco-Íris, Bússula, Casa Abrigo).

Esta associação actua ao nível da acção social nas áreas de protecção de infância, juventude, adultos, deficientes e idosos em situação de risco ou de exclusão social, e família em situação vulnerável.

Através deste apoio, a Câmara de Albufeira ambiciona “proporcionar uma melhoria na qualidade de vida dos utentes das diversas instituições”.



Editorial

--------------------------------------------------------------------------------

O 52.º Aniversário do Jornal do Algarve

--------------------------------------------------------------------------------
Semanal

Ampliar

Pais

--------------------------------------------------------------------------------
PCP: Crise económica e social vai dominar Jornadas Parlamentares segunda e terça-feira



Editora francesa lança livro sobre portugueses em Paris



Cardeal Patriarca apela a que não se "separe a fé da vida" na homilía de Domingo de Ramos


Adopção Internacional: 53 crianças estrangeiras adoptadas por portugueses nos últimos seis anos