terça-feira, 10 de novembro de 2009

Santa Casa da Misericórdia de Belmonte

Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Belmonte reeleito
Escrito por: Nelson Fernandes
João Gaspar, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Belmonte há 34 anos, foi ontem reconduzido no cargo.

O acto eleitoral decorreu durante uma Assembleia-Geral que contou com a presença de 62 membros da irmandade que decidiram primeiro, por maioria, que o actual Provedor poderia candidatar-se de novo ao cargo para um mandato de dois anos. De seguida, João Gaspar foi eleito por maioria, com 56 votos a favor, quatro votos contra e dois votos em branco.

Com esta reeleição, João Gaspar sublinha o apoio da irmandade "com este voto de confiança" e destaca "as dificuldades que a Santa Casa da Misericórdia de Belmonte tem atravessado nos últimos anos". Para o exterior, João Gaspar critica "a análise que por vezes é feita à gestão" desta IPSS de Belmonte.
O Provedor aproveitou para definir prioridades para o futuro da instituição que passa pela gestão e recuperação financeira e pela questão da obra de construção Lar da terceira idade de Caria. Neste caso particular, João Gaspar continua decidido, e não fecha a porta a qualquer acordo, incluindo a "união de esforços" com a Câmara Municipal de Belmonte.

Ambições a médio prazo para o futuro da Santa Casa da Misericórdia de Belmonte, com ideias transmitidas ontem no final da Assembleia-Geral que reconduziu João Gaspar no cargo de Provedor da instituição. Ontem pela primeira vez a Assembleia-Geral votou um pedido de autorização para uma candidatura ao lugar de Provedor e João Gaspar acabou por ser reeleito para mais um mandato de dois anos.
Na liderança da Mesa da Assembleia está agora João Paiva e no Definitório, nome dado ao órgão fiscalizador, preside Vítor Afonso. Todos os órgãos foram ontem eleitos, na Assembleia-Geral que decorreu no Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Belmonte, com capacidade para três centenas de pessoas.

Actualizado em ( Terça, 03 Novembro 2009 09:23 )
Rádio Caria

Santa Casa da Misericórdia do Sabugal

O “Cinco Quinas falou com o Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal sobre a provável Unidade de Cuidados Continuados

Apesar das dificuldades económicas em que a Santa Casa da Misericórdia do Sabugal se encontra o Provedor da Instituição, Romeu Bispo, revela que “tudo faremos para realizar este projecto”, isto é, a criação de uma Unidade de Cuidados Continuados no S

Quando é que a Santa Casa de Misericórdia do Sabugal (SCMS) começou a pensar em fazer a unidade de cuidados continuados?
Romeu Bispo (RB) – O conceito de "Cuidados Continuados" é relativamente recente.
Integra-se na nova conjuntura e visão actual do Governo. Anteriormente não se falava em "Cuidados Continuados", mas sim em "Unidades de Apoio Integrado" (UAI), cujo fundamento seria o mesmo, embora integrado noutra filosofia. Há já oito anos que a Misericórdia do Sabugal tem um projecto (UAI) aprovado e proposto a vários programas para financiamento o que nunca se chegou a verificar e por esse facto nunca chegou a avançar.

O Cinco Quinas sabe que o actual Presidente da Câmara do Sabugal, quando iniciou o mandato, pretendia criar uma unidade dessas, na zona da Colónia Agrícola Martin Rei. Mas depois de contactar as IPSS do concelho acabou por não avançar com a ideia, por ver que havia pouco interesse por parte das mesmas. O que é que se passou?
RB – Pelo que estamos a ver a Misericórdia do Sabugal já há algum tempo que tinha notado a falta de uma unidade deste tipo, até para dar resposta a casos difíceis e terminais que vão aparecendo nos nossos Lares. A nossa Instituição não aderiu a esta ideia porque, no nosso entender, não passou disso mesmo; além disso aparece quando se está a dar a alteração no modo de ver e entender estas unidades. Quando no princípio se pensava na Unidade para responder a casos de saúde para os quais os Lares não estão preparados, os "Cuidados Continuados" estão dependentes do Ministério da Saúde que gere as camas protocoladas com as Instituições em causa. Se tivermos um protocolo de
30 camas, estes lugares têm de estar livres para serem utilizados quando a Unidade Hospitalar, a que estão agregados, assim o entender.

Quando é que a ideia foi retomada?
RB – A ideia foi retomada no ano de 2008, mas sem grande entusiasmo dada a experiência negativa com o projecto UAI. Tivemos nessa altura consciência que o projecto tinha de ser alterado, dadas as mudanças e novas exigências que entretanto surgiram. Houve novo impulso quando há alguns meses uma pessoa amiga do Sabugal e da Misericórdia nos facilitou alguns contactos que irão permitir o avanço do processo.

A Santa Casa da Misericórdia do Sabugal pretende ter quantas camas?
RB – Na perspectiva das conversações havidas o número para que apontamos é no mínimo de 30 camas, mas poderá ter mais.

E como é que vai funcionar? É somente para os utentes da Santa Casa do Sabugal?
RB – Como vê esta resposta já está dada numa das questões anteriores. A SCMS tem de ter disponíveis essas camas como hospital de retaguarda, mas são outros a geri-lo. Pode acontecer, em algum momento, que, mesmo necessitando, nem um utente nosso possa usufruir dos "Cuidados Continuados". Se houver um número de camas acima do protocolado, então essas camas estarão sob gestão da SCMS. (Continua na versão impressa do “Cinco Quinas”)


Por: LRC
Cinco Quinas

Santa Casa da Misericórdia de Monção

Encerrada Unidade de Cuidados Continuados de Monção
Enviado por vminho em Terça, 2009-11-03 11:10 MonçãoSaúde
A Santa Casa da Misericórdia de Monção disponibilizava até há pouco tempo, uma unidade de cuidados continuados de saúde no lar José Joaquim Esteves, estrutura de construção recente situada na Estrada dos Arcos, junto ao Centro de Saúde de Monção e à Escola Secundária de Monção.

No dia 8 de Março de 2007, arrancaram os cuidados de longa duração destinados a doentes, cujo acompanhamento será superior a 90 dias e mais tarde os cuidados de média duração, para doentes com recuperação variável entre 30 e 90 dias.

O acordo referente aos cuidados de longa duração foi assinado no dia 8 de Fevereiro nas instalações da segurança social no Porto, tendo a misericórdia local sido representada pelo vice provedor, Agostinho Caldas Afonso, dada a impossibilidade física do à data provedor, José Pinheiro Gonçalves.
A concretização deste acordo obrigou a santa casa a algumas alterações no edifício, nomeadamente a dotação de duas salas de enfermagem e ainda a ligação exterior entre os dois blocos do piso superior.

Com a entrada em funcionamento desta unidade, trinta dias após assinatura do acordo, a vila de Monção passou a dispor de um verdadeiro hospital de retaguarda, que era na época o único em todo o distrito de Viana do Castelo, garantindo os melhores cuidados aos doentes do distrito em período de convalescenças.

A presente estrutura veio alargar a oferta da santa casa que dispõe de dois lares de idosos, jardim-de-infância, e uma unidade de fisioterapia, cuja funcionalidade é assegurada por quatro profissionais.

Há alguns dias, a referida Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Monção foi encerrada unilateralmente pela Segurança Social. Ao que se sabe, as divergências entre a direcção da Santa Casa e os serviços da Segurança Social do Distrito de Viana do Castelo, vinham a agravar-se ao longo do tempo.

O processo de criação desta unidade foi longo e difícil e teve origem ainda no antigo provedor, o já falecido Professor José Pinheiro. Desde que o Padre Agostinho Caldas assumiu a provedoria, o Ex-Presidente de Câmara Armindo Ponte assumiu a gestão daquele serviço.

No entanto, nos últimos tempos, alguns incidentes, como o falecimento de um idoso por ingestão de um produto de limpeza e alguns problemas de saúde que ocorreram de forma simultânea entre alguns dos internados, levaram a Segurança Social e fazer determinadas exigências que, ao que se sabe, não foram cabalmente cumpridas.

Depois de um desaguisado entre o director do serviço e a inspecção da SS, a unidade foi encerrada e as pessoas transladadas para outras unidades, tal como a dos Arcos de Valdevez e Vila do Conde. Algum pessoal foi dispensado e outro afectado a outros serviços.

A população local ficou mais uma vez sem um serviço importante para o concelho e não vemos fácil a reabertura deste serviço com as mesmas pessoas, devido às incompatibilidades e incompreensões geradas.

Aguarda-se melhor e mais precisa informação da mesa que dirige a Santa Casa da Misericórdia de Monção.

www.valedomino.net

Santa Casa da Misericórdia de Sintra

10 Novembro 2009 - 00h30

Misericórdia de Sintra
Mais horas para atender pobres
O aumento da pobreza no concelho de Sintra obrigou a Misericórdia a alargar o horário das técnicas de acção social para atenderem as "famílias que não querem mostrar" as suas dificuldades económicas.


'A pobreza envergonhada tem aumentado muito. As pessoas são atendidas, às vezes à noite, pela nossa técnica que atende fora de horas algumas famílias que não se querem mostrar', explicou Lacerda Tavares, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Sintra, instituição que apoia mensalmente mais de 900 agregados.
Correio da Manhã

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Santa Casa da Misericórdia do Fundão

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA MARCADA PARA SÁBADO
Polémica regressa à Misericórdia
A Mesa Administrativa apresenta sábado, para votação, o Plano de Reestruturação Financeira da instituição

Na Santa Casa da Misericórdia do Fundão uma nova polémica está na ordem do dia, depois de no final do mês de Setembro um grupo de três irmãos ter entregue no Tribunal do Fundão uma acção declarativa de condenação com processo comum sob forma ordinária, em que estão em causa as eleições realizadas em Março deste ano, nas quais Jorge Gaspar foi eleito provedor.

Jorge Gaspar confrontado com esta situação afirma à Gazeta que "a polémica vem desde o período pré-eleitoral", para realçar que "pensava que tinha ficado sanada com as eleições", uma vez que "o resultado eleitoral não deixou margem para dúvidas para ninguém, com um número recorde de irmãos a votar", destacando "o número de votos que a minha lista recolheu, que ultrapassou os 80 por cento".

Reforça que "julgava que a polémica estava ultrapassada, com uma resposta tão clara da irmandade", apesar de admitir que o grupo de três irmãos "ao instaurar a acção está no seu direito" e concluir que "estou descansado, o Tribunal decidirá", sendo certo que "vamos trabalhar cada dia cada vez melhor".

O irmão Hélder Almeida, em declarações à Gazeta afirma que em causa "está um conjunto de actos praticados que na perspectiva de um grupo de irmãos, não é transparente, contraria os estatutos da instituição", pelo que, assim, podem "ser considerados ilegais e consequentemente nulos".

No que se refere à destituição dos anteriores órgãos, afirma que "parece-nos que não terá sido a mais correcta e tudo indica que as coisas estavam previamente concertadas", realçando que "na Assembleia Geral de 30 de Novembro de 2007 foi tomada uma decisão que o foi independentemente da deliberação da Assembleia", acrescentando que "na ocasião já estava presente o vigário, em representação do senhor Bispo, com um despacho deste, onde estava prevista a nomeação do comissário e a cessação de funções dos corpos eleitos". Por outro lado, continua, "já estavam feitos convites a pessoas para serem apresentadas nesse dia como elementos da Comissão".

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Santa Casa da Misericórdia do Fundão

Fundão (JF Diário)
30 Out, 14:58h

Misericórdia analisa plano de reestruturação financeira
“Gastar menos, poupar mais e sem diminuir a qualidade dos serviços”. É a máxima da direcção da Santa Casa da Misericórdia em relação ao plano de reestruturação financeira que este sábado será votado pelos irmãos da Misericórdia do Fundão. Jorge Gaspar, provedor da instituição explicou à Rádio JF que o objectivo da mesa administrativa passa por “equilibrar as contas das várias valências da instituição, criar um economato ou uma central de compras e pagar imediatamente todas as contas caucionadas da instituição”. Quanto à venda de algum património para fazer face às despesas, Jorge Gaspar relembra “que já a anteriores mesas administrativas tinham deliberado alienar património”, mas que será a assembleia – geral a “analisar uma nova proposta que incidirá sobre outros imóveis”. Sem adiantar muito mais sobre a matéria, Jorge Gaspar também elege a “regularização dos pagamentos aos fornecedores como uma decisão para economizar dinheiro. Os irmãos da Santa Casa reúnem este sábado a partir das 14.30 para autorizar a mesa administrativa a “executar um plano de reestruturação financeira que implica a contratação de financiamentos bancários até ao montante máximo de três milhões de euros”, lê-se na convocatória, enviada aos irmãos da Misericórdia.

Por: Dulce Gabriel


Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde

Igreja da Misericórdia recebe obras de restauro

Qui, 29 Out 2009 17:17 Vila do Conde

As obras de conservação e restauro da Igreja da Misericórdia de Vila do Conde devem estar concluídas até ao final deste ano. A empreitada, orçada em 500 mil euros, deverá estar pronta a tempo das comemorações dos 500 anos da Instituição.
Iniciadas em Junho passado, estão a decorrer a bom ritmo as obras de requalificação da Igreja da Misericórdia de Vila do Conde. Orçada em cerca de 500 mil euros, a empreitada de recuperação é suportada pela Misericórdia, contando com o apoio técnico do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR).

A Misericórdia local apresentou uma candidatura a fundos comunitários, mas de acordo com o Provedor Arlindo ainda não houve resposta: “Esperemos que isso venha a acontecer, porque se trata de uma obra de grande envergadura, de interesse público e muito necessária”.

O Mesário Rui Maia é o responsável pela obra e salienta que esta requalificação se reveste de particular importância, já que foi há cerca de 40 anos que foi efectuada uma intervenção ao nível do telhado e há 8 no altar-mor. “Está a ser tudo trabalhado ao nível interior, para recuperar tudo o que é talha, azulejos, pinturas, todo o espólio imagens e também a parte exterior da Igreja, para que as humidades não se infiltrem no monumento”.

(Entrevista completa na edição nº562 do Jornal Póvoa Semanário)