quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Santa Casa da Misericórdia de Serpa

Santa Casa da Misericórdia de Serpa dá “Mimos de Natal”

A Santa Casa da Misericórdia de Serpa está a promover uma acção de solidariedade intitulada “Mimos de Natal”.
De acordo com Telma Saião, da Santa Casa da Misericórdia de Serpa, esta acção tem como objectivo “recolher roupa e outro tipo de bens e distribuí-los pela população mais carenciada”.
Em Serpa, a Santa Casa da Misericórdia, o Gabinete de Inserção Profissional, as Juntas de Freguesia de Salvador e de Santa Maria, a Escola Básica 2,3 Abade Correia da Serra e a Cresce e o Jardim de Infância Nossa Senhora da Conceição vão funcionar como pontos de recolha. Os interessados podem doar os materiais nestes locais, para que mais tarde sejam levantados pelas famílias mais carenciadas.

Rádio Pax

Santa Casa da Misericórdia do Porto

António Tavares foi eleito provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto
Por Álvaro Vieira

Provedor eleito convidou o bispo emérito D. Manuel Martins para colaborar no fundo de emergência para carenciados que quer ver instituído já em 2011

António Tavares, que, na sequência do falecimento de José Luís Novaes, em Agosto passado, já vinha assumindo as funções de provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, foi ontem eleito para o cargo. A lista que propôs para a mesa administrativa, o órgão executivo que elege o provedor entre os seus membros, obteve 506 votos. Guimarães dos Santos, que foi provedor da Misericórdia do Porto entre 2004 e 2008 não conseguiu regressar ao cargo. A lista que liderou para a mesa administrativa ficou-se pelos 370 votos.

"Foi uma votação expressiva, que nos permite começar a trabalhar bem", comentou ontem à noite António Tavares, ressalvando que, agora, "já não há lista A nem lista B, mas apenas Misericórdia".

Para António Tavares, que foi vice-provedor na equipa de José Luís Novaes, a acção social é mais do que uma prioridade, é uma imposição. O provedor eleito disse ao PÚBLICO que já convidou o bispo emérito de Setúbal, D. Manuel Martins, para ajudar a criar o "fundo de emergência para famílias carenciadas e cidadãos" que deverá estar já a apoiar necessitados em 2011. António Tavares recordou o papel desempenhado por D. Manuel Martins entre 1983 e 1985, na procura de soluções para as famílias acossadas pelos salários em atraso e desemprego no distrito de Setúbal, e manifestou-se convicto de que ele será "um bom conselheiro". "Não vamos deixar para trás os nossos concidadãos apanhados por esta crise, que atinge pessoas mesmo da classe média", prometeu.

Dentro de dias, serão inaugurados os cinco apartamentos protegidos que a Misericórdia do Porto preparou para jovens entre os 16 e os 18 anos que não tenham família. O projecto, no qual António Tavares já estava envolvido, visa apoiar a inserção destes jovens na vida activa.

António Tavares garante que não deixará cair duas bandeiras eleitoriais: a criação de uma residência assistida para doentes com Alzheimer; e a criação do museu da da Misericórdia do Porto, uma aspiração centenária da instituição, que devera ser instalado na Rua das Flores, para "reanimar a Baixa do Porto". Os novos corpos gerentes tomam posse a 3 de Janeiro.

Público

Santa Casa da Misericórdia de Viseu

Misericórdia reforça valências
2010-11-29
Teresa Cardoso
A Santa Casa da Misericórdia de Viseu (SCMV) inaugurou, ontem, as novas instalações do berçário e creche da instituição. O investimento, na ordem do milhão de euros, recupera o edifício onde durante décadas funcionou a Pediatria do velho hospital de S. Teotónio.


A extensa lista de crianças à espera de uma vaga, associada à exiguidade do espaço que as duas valências partilhavam com o Jardim de Infância, junto à sede da instituição, levaram a SCMV a investir cerca de um milhão de euros na requalificação e adaptação das instalações onde durante décadas funcionou a Pediatria do antigo Hospital de Viseu.

António Magalhães Soeiro, que no último sábado foi reeleito para um quinto mandato, de três anos, à frente da provedoria da SCMV, sublinha o empenho e esforço financeiro da instituição para assegurar o investimento sem pedir um cêntimo ao Estado.

"Era um esforço necessário, atendendo aos inúmeros pedidos que todos os dias nos chegavam", justifica o responsável. A demonstrar a intensa procura, está o facto de as novas instalações, em funcionamento desde Setembro, com cerca de uma centena de crianças, estarem quase a atingir a sua lotação máxima.

"Nas antigas instalações tínhamos pouco mais de três dezenas de crianças. Nestas triplicámos a capacidade de resposta e, não tarda nada, ficaremos impossibilitados de aceitar novos pedidos", acrescenta Magalhães Soeiro.

No Dia da Misericórdia de Viseu, ontem assinalado, dezenas de mesários percorreram os espaços interior e exterior dos novos berçário e creche. O governador civil, Miguel Ginestal, associou-se às comemorações.

"É um espaço modelar que além da sua importância social, enquanto resposta a uma necessidade da comunidade, recupera um edifício de memória para os viseenses. Sendo de sublinhar o esforço desta instituição que, em tempo de grande contenção, investiu nesta obra sem pedir nada ao Estado", declarou Ginestal.
As novas valências, localizadas junto à Pousada de Viseu, juntam-se ao serviço de Actividades de Tempos Livres e ao Refeitório Social que funcionam em espaços separados dentro do mesmo complexo assistencial.

O provedor da SCMV não esconde o desejo de transformar, no decurso do mandato que agora inicia, a antiga maternidade, também contígua, em centro social.

JN

Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim

Centro de Estudos e Apoio à Paramiloidose Integra Rede de Cuidados Continuados

Misericórdia da Póvoa de Varzim Concretizou Uma Aspiração de Há Muito Tempo

Silva Pereira
Rotulado pelos presentes como histórico, foi assinado, sexta-feira, um acordo de cooperação entre a Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N) e a Segurança Social para a reconversão do CEAP – Centro de Estudos e Apoio à Paramiloidose.


A agora intitulada “Unidade de Média Duração e Reabilitação Corino de Andrade”, está dotada com 21 camas, duas reservadas em regime de exclusividade para doentes de paramiloidose e as restantes, embora preferenciais para os mesmos doentes, abertas à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

A Vopz da Póvoa

Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros

Sociedade : Câmara da Moita atribui subsídio ao Projecto "Entre Nós" da Misericórdia
em 2010/11/27 10:50:00
Na reunião pública da Câmara Municipal da Moita, realizada em 25 de Novembro de 2010, na Sociedade Filarmónica Recreio União Alhosvedrense, em Alhos Vedros, foi deliberada a atribuição de um subsídio no montante de 7.969,36 € ao Projecto “Entre Nós”, da Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros.

No âmbito do Progride - medida 1, a Câmara Municipal da Moita e a Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, entre outros parceiros, celebraram um Protocolo com vista ao desenvolvimento e implementação do Projecto "Entre-Nós".

Em conformidade com o Protocolo, a Câmara atribuiu um subsídio relativo à contratação de uma auxiliar para integração na equipa "Eco-Lar", correspondente ao período de Janeiro a Junho de 2010 (data de término do Protocolo e do financiamento do Projecto "Entre-Nós"), que respeita a 3.926,16€.

Na deliberação, procede-se também ao pagamento da auxiliar no período de Julho a Dezembro de 2010, o que corresponde a uma quantia de 4.043,20€, pois que a Acção "Eco-Lar" continua a intervir e a responder às múltiplas situações sinalizadas, embora sem financiamento por parte do Instituto da Segurança Social, IP, propomos

O montante global do subsídio a atribuir em 2010 é de 7.969,36€ (3.926,16€+4.043,20€), no âmbito de "Projectos Sociais em Parceria.

Este apoio enquadra-se no apoio, pelos meios adequados, a actividades de interesse municipal de natureza social, no âmbito de "Projectos Sociais em Parceria.

O Rio.pt

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Santa Casa da Misericórdia de Paredes

Idalina Ruão não concorda com investimento no Hospital de Paredes
Provedora da Misericórdia de Paredes demitiu-se

Idalina Ruão demitiu-se da provedoria da Santa Casa da Misericórdia de Paredes. A mulher que liderou esta instituição nos últimos 16 anos está em desacordo com o reforço da posição da Misericórdia no capital social do Hospital de Paredes.

Solidários com Idalina Ruão, também os membros da Assembleia-Geral e do Conselho Fiscal vão apresentar a sua demissão.

Falta, agora, saber o que irá fazer o padre Vitorino Soares e os restantes elementos da Mesa Administrativa. Caso se decidam também pela demissão, haverá eleições antecipadas.

O Verdadeiro Olhar

Santa Casa da Misericórdia de Penafiel

PJ investiga Misericórdia de Penafiel
Provedor desmente acusações e diz que situação foi suscitada devido ao acto eleitoral

Fernando Gonçalves, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Penafiel desmentiu, em declarações ao TVS, existirem quaisquer indícios de irregularidade e gestão danosa que envolvam a sua administração, conforme avançou o JN, na edição do último domingo.

Segundo este órgão de comunicação, a Segurança Social terá requerido ao Ministério Público de Penafiel, após inspecção realizada à instituição, a destituição dos corpos gerentes da Santa Casa e a nomeação de um gestor judicial. O requerimento da Segurança Social deu entrada nos serviços do Ministério Público de Penafiel e data de meados de Fevereiro deste ano. Na origem desta situação estarão pagamentos a um empreiteiro e a alienação de património, ainda por explicar. A inspecção da Segurança Social realizada aponta, ainda, indícios de gestão danosa. Em causa estão "o pagamento de cerca de 280 mil euros a uma empresa de construção civil a quem foram adjudicadas obras no antigo hospital da Santa Casa e um contrato com uma empresa, a quem foi arrendado espaço para funcionar uma clínica de hemodiálise, que foi inaugurada, mas nunca funcionou".

Para Fernando Gonçalves esta situação terá sido suscitada por estar a decorrer um acto eleitoral cujo escrutínio se irá realizar esta sexta-feira. "Estou de consciência tranquila. Toda esta situação está sanada. Muitas das queixas partem de denúncias anónimas e sem qualquer consistência", adiantou. Fernando Gonçalves revelou, ainda, que já prestou os devidos esclarecimentos aos responsáveis pela investigação e lembrou que tem um longo historial à frente da instituição. "Sou o único Provedor com curso no nosso país e que ao longo destes 25 anos deixou obra feita e um vasto património".

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Candidatos remetem caso para instâncias competentes


Contactados pelo TVS, tanto o candidato da lista A, Júlio Mesquita, como o candidato da lista B, Agostinho Gonçalves, remeteram esta situação para as entidades responsáveis. "Não tenho quaisquer comentários a fazer. Segundo sei, o caso foi entregue ao Ministério Público, que tomará as diligências que achar necessárias. O actual Provedor já admitiu que foi chamado pelo Ministério para prestar declarações. Só sei o que li na notícia. Nada mais e como tal não gostaria de me alongar sobre este assunto. Desconheço se as denúncias têm quaisquer fundamentos. Teremos de esperar que o Ministério Público conclua as investigações. Para já, o caso encontra-se em segredo de justiça", adiantou Júlio Mesquita que reiterou os propósitos de fazer uma gestão moderna, transparente e rigorosa caso seja eleito esta sexta-feira. "Se formos eleitos queremos promover uma gestão rigorosa. " Todos conhecem o meu trabalho e a gestão que tenho feito enquanto presidente dos Bombeiros Voluntários de Penafiel. Posso gabar-me da instituição ter as suas contas em dia. Espero ter a oportunidade de na Santa Casa poder colocar estes princípios em marcha".

O candidato rejeitou, ainda, a suspensão das eleições conforme foi também anunciado pelo JN. "Não vejo por que razão as eleições têm de ser suspensas. Nem por quem. Estatutariamente as eleições têm de se realizar até ao dia 30. Como é público o escrutínio vai decorrer esta sexta-feira. Só uma decisão do Tribunal poderia suspender o acto. Não podemos misturar as coisas. Uma coisa é a investigação que está a decorrer, a outra o acto eleitoral", revelou.

Já Agostinho Gonçalves, irmão do actual provedor da Santa Casa, preferiu não fazer quaisquer comentários sobre esta situação. "Não gostaria de fazer qualquer comentário sobre o assunto. Nem tenho de responder. Pronunciar-se-á quem tiver de se pronunciar", salientou.

Quanto à suspensão do acto eleitoral assegurou: "Não vejo porque razão se haveria de suspender o acto eleitoral".

O processo encontra-se sob segredo de Justiça

TVS