Roberto Jujales
Funeral de Matilde Augusta Paulo realizou-se ontem em Alcantarilha26 Abril 2009 - 00h30
Alcantarilha: Caso de alegado desvio de dinheiro no lar da Santa Casa da Misericórdia
Suspeito foi ao funeral de vítima
Familiares de Matilde Augusta Paulo ficaram indignados com a presença de um funcionário do Lar da Misericórdia de Alcantarilha, ontem, no funeral da idosa. O indivíduo é suspeito de se ter apropriado indevidamente dos bens da senhora, munido de uma procuração.
"Devia respeitar a família, pelo menos neste momento", protestou Gabriela Alves, sobrinha de Matilde Paulo. "Já não basta o que fez, ainda aparece no funeral da minha tia", acrescenta. No final da cerimónia, o homem abandonou o cemitério de Alcantarilha, fugindo às tentativas de contacto do CM.
Segundo os familiares de Matilde Paulo, o funcionário obteve uma procuração da idosa para se apoderar de todos os bens. A situação só foi descoberta quando a casa da senhora foi esvaziada e colocada à venda pelo indivíduo, conforme o CM noticiou no início de Março.
"Fiquei chocada quando soube que havia uma procuração para vender os bens da minha tia, que está incapacitada, sem termos conhecimento", explicou, na altura, Gabriela Alves. Uma queixa foi apresentada à PJ de Portimão que, desde então, está a investigar o Lar da Misericórdia. A família queixa--se, ainda, do desaparecimento de 60 mil euros da conta da idosa.
Além do funcionário em questão e de uma notária que o terá ajudado a obter a procuração, a Judiciária está a investigar a eventual existência de um ‘saco azul’ na instituição durante a vigência da anterior direcção do lar, substituída em Janeiro.
João Mira Godinho
CM
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES PUBLICADAS SOBRE AS ACTIVIDADES DAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA
domingo, 26 de abril de 2009
Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim
Misericórdia assinalou a Canonização de Nuno Alvares Pereira
Dom, 26 Abr 2009 14:31 Póvoa de Varzim
A Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim, em conjunto com o Corpo Nacional de Escutas e Fraternidade Nuno Alvares, assinalou na manhã deste domingo, 26 de Abril, a canonização de D. Nuno Alvares Pereira – cuja imagem se venera na Igreja da Misericórdia desde 1930.A iniciativa contemplou uma concentração de escuteiros, na Praça do Almada, que seguiu em desfile pela Rua Dr. Sousa Campos, Praça da República, Rua Dr. Manuel Silva, Rua Cidade do Porto, Praça Marquês de Pombal e Avenida Mouzinho de Albuquerque até à Igreja da Misericórdia, onde decorreu uma Missa Solenizada. Após a celebração eucarística, realizou-se novo desfile até ao Monumento da Independência onde foi depositada uma coroa de flores. O Grupo Coral da Misericórdia ilustrou o momento.
Póvoa Semanário
Dom, 26 Abr 2009 14:31 Póvoa de Varzim
A Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim, em conjunto com o Corpo Nacional de Escutas e Fraternidade Nuno Alvares, assinalou na manhã deste domingo, 26 de Abril, a canonização de D. Nuno Alvares Pereira – cuja imagem se venera na Igreja da Misericórdia desde 1930.A iniciativa contemplou uma concentração de escuteiros, na Praça do Almada, que seguiu em desfile pela Rua Dr. Sousa Campos, Praça da República, Rua Dr. Manuel Silva, Rua Cidade do Porto, Praça Marquês de Pombal e Avenida Mouzinho de Albuquerque até à Igreja da Misericórdia, onde decorreu uma Missa Solenizada. Após a celebração eucarística, realizou-se novo desfile até ao Monumento da Independência onde foi depositada uma coroa de flores. O Grupo Coral da Misericórdia ilustrou o momento.
Póvoa Semanário
sábado, 25 de abril de 2009
Santa Casa da Misericórdia de Valpaços
Valpaços
“Trabalhos forçados” na Misericórdia
Um dos utentes fotografado enquanto trabalhava numa obra da Santa Casa da Misericórdia
Alguns utentes da Santa Casa da Misericórdia de Valpaços trabalham, de forma árdua, para a própria instituição. O provedor desvaloriza: “Não escravizamos ninguém. Eles trabalham porque querem”. Mas a Segurança Social defende que “os utentes não devem trabalhar para a instituição”. E mais. Diz que “quem conhecer este tipo de situações deve denunciá-las”.
Além de utentes, quatro homens, com idades compreendidas entre os 40 e os 52 anos de idade, executam, com regularidade diária e há já vários anos, trabalho para a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços.
Dois deles, operam, sobretudo, na quinta que a Misericórdia possui em Valverde, onde fazem todo o tipo de trabalho, desde cavar vinhas, ao trabalho inerente à produção, em estufa, de todo o tipo de hortícolas. No Verão, começarão a trabalhar às 06h00.
Além disso, por vezes, ajudarão, inclusivamente, em obras de construção civil que decorrem na instituição ou nas valências. Um terceiro utente está no bar durante todo o dia. E um quarto estará, há cerca de oito meses, altura em que o barbeiro que prestava serviço na instituição se reformou, a assegurar, sozinho, a feitura das barbas dos restantes utentes da Misericórdia e das valências. Aliás, já o faria nas férias do barbeiro.
No entanto, apesar da dureza de algumas das tarefas, o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Eugénio Morais, fala em “entretenimento”. “Não obrigamos ninguém, eles é que querem fazer. Se não trabalham, não se sentem realizados. É isso. Nós não escravizamos ninguém”, garante o provedor, referindo-se aos dois homens que trabalham na quinta e que diz terem “à volta dos 30 anos”. O Semanário TRANSMONTANO sabe que um tem 40 e outro 52 anos.
“Por exemplo, hoje, podamos as vinhas, eles andaram a apanhar as vides. Acho que isso não é um trabalho árduo!”, frisa Eugénio Morais, negando que o serviço do bar seja assegurado por um utente, bem como o da barbearia. “Mas se fizesse uma ou outra barba, acha que tinha algum mal?”, questiona o provedor.
“Os utentes não devem trabalhar para as instituições e não o fazem. As mulheres podem fazer bordados, os homens outro tipo de coisas para se entreterem ou se sentirem mais ágeis, mas de forma voluntária e sempre como actividade considerada ocupacional”, defende, em “abstracto”, o coordenador do Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real, Rui Santos, frisando que não conhece a situação em concreto. Em tese, Rui Santos advoga ainda que “o trabalho forçado” por parte de utentes “não é razoável” e que quando são conhecidas situações desta natureza devem ser comunicadas para que os serviços de fiscalização averigúem.
Por: Margarida Luzio
“Trabalhos forçados” na Misericórdia
Um dos utentes fotografado enquanto trabalhava numa obra da Santa Casa da Misericórdia
Alguns utentes da Santa Casa da Misericórdia de Valpaços trabalham, de forma árdua, para a própria instituição. O provedor desvaloriza: “Não escravizamos ninguém. Eles trabalham porque querem”. Mas a Segurança Social defende que “os utentes não devem trabalhar para a instituição”. E mais. Diz que “quem conhecer este tipo de situações deve denunciá-las”.
Além de utentes, quatro homens, com idades compreendidas entre os 40 e os 52 anos de idade, executam, com regularidade diária e há já vários anos, trabalho para a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços.
Dois deles, operam, sobretudo, na quinta que a Misericórdia possui em Valverde, onde fazem todo o tipo de trabalho, desde cavar vinhas, ao trabalho inerente à produção, em estufa, de todo o tipo de hortícolas. No Verão, começarão a trabalhar às 06h00.
Além disso, por vezes, ajudarão, inclusivamente, em obras de construção civil que decorrem na instituição ou nas valências. Um terceiro utente está no bar durante todo o dia. E um quarto estará, há cerca de oito meses, altura em que o barbeiro que prestava serviço na instituição se reformou, a assegurar, sozinho, a feitura das barbas dos restantes utentes da Misericórdia e das valências. Aliás, já o faria nas férias do barbeiro.
No entanto, apesar da dureza de algumas das tarefas, o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Eugénio Morais, fala em “entretenimento”. “Não obrigamos ninguém, eles é que querem fazer. Se não trabalham, não se sentem realizados. É isso. Nós não escravizamos ninguém”, garante o provedor, referindo-se aos dois homens que trabalham na quinta e que diz terem “à volta dos 30 anos”. O Semanário TRANSMONTANO sabe que um tem 40 e outro 52 anos.
“Por exemplo, hoje, podamos as vinhas, eles andaram a apanhar as vides. Acho que isso não é um trabalho árduo!”, frisa Eugénio Morais, negando que o serviço do bar seja assegurado por um utente, bem como o da barbearia. “Mas se fizesse uma ou outra barba, acha que tinha algum mal?”, questiona o provedor.
“Os utentes não devem trabalhar para as instituições e não o fazem. As mulheres podem fazer bordados, os homens outro tipo de coisas para se entreterem ou se sentirem mais ágeis, mas de forma voluntária e sempre como actividade considerada ocupacional”, defende, em “abstracto”, o coordenador do Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real, Rui Santos, frisando que não conhece a situação em concreto. Em tese, Rui Santos advoga ainda que “o trabalho forçado” por parte de utentes “não é razoável” e que quando são conhecidas situações desta natureza devem ser comunicadas para que os serviços de fiscalização averigúem.
Por: Margarida Luzio
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Santa Casa da Misericórdia de Valpaços
Utentes trabalham no duro na Misericórdia
Ontem
MARGARIDA LUZIO
A Misericórdia de Valpaços está a pôr alguns utentes a trabalhar para a própria instituição. O provedor desvaloriza: "Não escravizamos ninguém". "Os utentes não devem trabalhar para a instituição", diz a Segurança Social.
Além de utentes, quatro homens, entre os 40 e os 52 anos, executam, com regularidade diária e há já vários anos, trabalhos para a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços. Dois deles operam, sobretudo, na quinta em Valverde da Misericórdia, onde fazem todo o tipo de trabalho, desde cavar vinhas, à criação, em estufa, de todo o tipo de hortícolas. No Verão, começarão a trabalhar às seis horas.
Além disso, por vezes, ajudarão em obras que decorrem na instituição ou valências. Um terceiro utente está no bar durante todo o dia. E um quarto estará, há cerca de oito meses, altura em que o barbeiro que prestava serviço na instituição se reformou, a assegurar, sozinho, a feitura das barbas dos restantes utentes.
No entanto, apesar da dureza de algumas das tarefas, pelo menos, o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Eugénio Morais, fala em "entretenimento". "Não obrigamos ninguém, eles é que querem fazer. Se não trabalham, não se sentem realizados. Não escravizamos ninguém", garante, referido-se aos dois homens que trabalham na quinta e que diz terem "à volta de 30 anos", mas que o JN sabe que um tem 40 e outro 52. "Por exemplo, hoje, podámos as vinhas, eles andaram a apanhar as vides. Acho que isso não é um trabalho árduo!", frisa Eugénio Morais, negando que o serviço do bar seja assegurado por um utente, bem como o da barbearia. "Mas se fizesse uma ou outra barba, acha que tinha algum mal?", questiona.
"Os utentes não devem trabalhar para as instituições e não o fazem. As mulheres podem bordar, os homens outro tipo de coisas para se entreterem ou sentirem-se mais ágeis, mas de forma voluntária e sempre como actividade ocupacional", defende, em "abstracto", o coordenador do Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real, Rui Santos, frisando que não conhece a situação. Em tese, Rui Santos advoga ainda que "o trabalho forçado" de utentes "não é razoável" e que quando são conhecidas situações dessa natureza, devem ser comunicadas para que os serviços de fiscalização averiguem.
JN
Ontem
MARGARIDA LUZIO
A Misericórdia de Valpaços está a pôr alguns utentes a trabalhar para a própria instituição. O provedor desvaloriza: "Não escravizamos ninguém". "Os utentes não devem trabalhar para a instituição", diz a Segurança Social.
Além de utentes, quatro homens, entre os 40 e os 52 anos, executam, com regularidade diária e há já vários anos, trabalhos para a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços. Dois deles operam, sobretudo, na quinta em Valverde da Misericórdia, onde fazem todo o tipo de trabalho, desde cavar vinhas, à criação, em estufa, de todo o tipo de hortícolas. No Verão, começarão a trabalhar às seis horas.
Além disso, por vezes, ajudarão em obras que decorrem na instituição ou valências. Um terceiro utente está no bar durante todo o dia. E um quarto estará, há cerca de oito meses, altura em que o barbeiro que prestava serviço na instituição se reformou, a assegurar, sozinho, a feitura das barbas dos restantes utentes.
No entanto, apesar da dureza de algumas das tarefas, pelo menos, o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Eugénio Morais, fala em "entretenimento". "Não obrigamos ninguém, eles é que querem fazer. Se não trabalham, não se sentem realizados. Não escravizamos ninguém", garante, referido-se aos dois homens que trabalham na quinta e que diz terem "à volta de 30 anos", mas que o JN sabe que um tem 40 e outro 52. "Por exemplo, hoje, podámos as vinhas, eles andaram a apanhar as vides. Acho que isso não é um trabalho árduo!", frisa Eugénio Morais, negando que o serviço do bar seja assegurado por um utente, bem como o da barbearia. "Mas se fizesse uma ou outra barba, acha que tinha algum mal?", questiona.
"Os utentes não devem trabalhar para as instituições e não o fazem. As mulheres podem bordar, os homens outro tipo de coisas para se entreterem ou sentirem-se mais ágeis, mas de forma voluntária e sempre como actividade ocupacional", defende, em "abstracto", o coordenador do Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real, Rui Santos, frisando que não conhece a situação. Em tese, Rui Santos advoga ainda que "o trabalho forçado" de utentes "não é razoável" e que quando são conhecidas situações dessa natureza, devem ser comunicadas para que os serviços de fiscalização averiguem.
JN
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Utentes trabalham no duro na Misericórdia
Ontem
MARGARIDA LUZIO
A Misericórdia de Valpaços está a pôr alguns utentes a trabalhar para a própria instituição. O provedor desvaloriza: "Não escravizamos ninguém". "Os utentes não devem trabalhar para a instituição", diz a Segurança Social.
Além de utentes, quatro homens, entre os 40 e os 52 anos, executam, com regularidade diária e há já vários anos, trabalhos para a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços. Dois deles operam, sobretudo, na quinta em Valverde da Misericórdia, onde fazem todo o tipo de trabalho, desde cavar vinhas, à criação, em estufa, de todo o tipo de hortícolas. No Verão, começarão a trabalhar às seis horas.
Além disso, por vezes, ajudarão em obras que decorrem na instituição ou valências. Um terceiro utente está no bar durante todo o dia. E um quarto estará, há cerca de oito meses, altura em que o barbeiro que prestava serviço na instituição se reformou, a assegurar, sozinho, a feitura das barbas dos restantes utentes.
No entanto, apesar da dureza de algumas das tarefas, pelo menos, o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Eugénio Morais, fala em "entretenimento". "Não obrigamos ninguém, eles é que querem fazer. Se não trabalham, não se sentem realizados. Não escravizamos ninguém", garante, referido-se aos dois homens que trabalham na quinta e que diz terem "à volta de 30 anos", mas que o JN sabe que um tem 40 e outro 52. "Por exemplo, hoje, podámos as vinhas, eles andaram a apanhar as vides. Acho que isso não é um trabalho árduo!", frisa Eugénio Morais, negando que o serviço do bar seja assegurado por um utente, bem como o da barbearia. "Mas se fizesse uma ou outra barba, acha que tinha algum mal?", questiona.
"Os utentes não devem trabalhar para as instituições e não o fazem. As mulheres podem bordar, os homens outro tipo de coisas para se entreterem ou sentirem-se mais ágeis, mas de forma voluntária e sempre como actividade ocupacional", defende, em "abstracto", o coordenador do Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real, Rui Santos, frisando que não conhece a situação. Em tese, Rui Santos advoga ainda que "o trabalho forçado" de utentes "não é razoável" e que quando são conhecidas situações dessa natureza, devem ser comunicadas para que os serviços de fiscalização averiguem.
JN
Ontem
MARGARIDA LUZIO
A Misericórdia de Valpaços está a pôr alguns utentes a trabalhar para a própria instituição. O provedor desvaloriza: "Não escravizamos ninguém". "Os utentes não devem trabalhar para a instituição", diz a Segurança Social.
Além de utentes, quatro homens, entre os 40 e os 52 anos, executam, com regularidade diária e há já vários anos, trabalhos para a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços. Dois deles operam, sobretudo, na quinta em Valverde da Misericórdia, onde fazem todo o tipo de trabalho, desde cavar vinhas, à criação, em estufa, de todo o tipo de hortícolas. No Verão, começarão a trabalhar às seis horas.
Além disso, por vezes, ajudarão em obras que decorrem na instituição ou valências. Um terceiro utente está no bar durante todo o dia. E um quarto estará, há cerca de oito meses, altura em que o barbeiro que prestava serviço na instituição se reformou, a assegurar, sozinho, a feitura das barbas dos restantes utentes.
No entanto, apesar da dureza de algumas das tarefas, pelo menos, o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Eugénio Morais, fala em "entretenimento". "Não obrigamos ninguém, eles é que querem fazer. Se não trabalham, não se sentem realizados. Não escravizamos ninguém", garante, referido-se aos dois homens que trabalham na quinta e que diz terem "à volta de 30 anos", mas que o JN sabe que um tem 40 e outro 52. "Por exemplo, hoje, podámos as vinhas, eles andaram a apanhar as vides. Acho que isso não é um trabalho árduo!", frisa Eugénio Morais, negando que o serviço do bar seja assegurado por um utente, bem como o da barbearia. "Mas se fizesse uma ou outra barba, acha que tinha algum mal?", questiona.
"Os utentes não devem trabalhar para as instituições e não o fazem. As mulheres podem bordar, os homens outro tipo de coisas para se entreterem ou sentirem-se mais ágeis, mas de forma voluntária e sempre como actividade ocupacional", defende, em "abstracto", o coordenador do Centro Distrital de Segurança Social de Vila Real, Rui Santos, frisando que não conhece a situação. Em tese, Rui Santos advoga ainda que "o trabalho forçado" de utentes "não é razoável" e que quando são conhecidas situações dessa natureza, devem ser comunicadas para que os serviços de fiscalização averiguem.
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Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca de Xira
Relatório da Santa Casa confirma agressões
A Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca de Xira confirma a existência de agressões entre uma idosa e a filha à frente de assistente social, envolvendo bengaladas, no final de Março. O relatório apresentado à mesa da instituição pela assistente social, Zaida Ratia, reitera a existência de agressões físicas, noticiadas por O MIRANTE e relata ter sido a técnica quem teve de levantar a idosa do chão, segundo Caetano Dias, provedor da instituição. O mesmo relatório considera ter sido “adequada” a actuação da técnica social.
A Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca de Xira confirma a existência de agressões entre uma idosa e a filha à frente de assistente social, envolvendo bengaladas, no final de Março. O relatório apresentado à mesa da instituição pela assistente social, Zaida Ratia, reitera a existência de agressões físicas, noticiadas por O MIRANTE e relata ter sido a técnica quem teve de levantar a idosa do chão, segundo Caetano Dias, provedor da instituição. O mesmo relatório considera ter sido “adequada” a actuação da técnica social.
Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo
Misericórdia de Ílhavo: Bênção da obra do hospital marca aniversário
Misericórdia de Ílhavo assinala hoje 90 anos. Fernando Duarte acredita na conclusão das obras até ao final do ano
A bênção da obra do Hospital de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo marca as cerimónias do 90.o aniversário, que se assinala hoje. O hospital é, aliás, a conquista mais relevante da instituição, e que tem “um grande significado”, nas palavras de Fernando Duarte.
O provedor da Misericórdia de Ílhavo recorda que a actividade do último ano esteve “muito centralizada na obra do hospital” que, defende, “vem trazer maior qualidade de vida à população mais velha”. Talvez por isso o projecto mereça “grande carinho da população”, que tem apoiado a angariação de fundos.
O projecto está orçado em quatro milhões de euros, “um encargo financeiro muito elevado”, recorda Fernando Duarte. A sua concretização resulta de um protocolo com a Câmara de Ílhavo – “a nossa parceira neste investimento” –, de um projecto aprovado pela Administração Regional de Saúde do Centro no valor de 750 mil euros e de um empréstimo de 2,5 milhões de euros contraído à banca.
“Vamos lutando, com a ajuda de várias instituições e organizações, da população em geral e da comunidade imigrante nos Estados Unidos da América”, realça.
O Hospital de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, cuja obra terá avançado “25 por cento”, avalia Fernando Duarte, contempla 55 camas destinadas ao internamento de média e longa duração, sendo composto por três pisos, uma sala de estar e de convívio, um bar e refeitório, e uma zona administrativa e de provedoria.
A obra avança “a bom ritmo, dentro dos prazos previstos”, o que faz com que o provedor continue a acreditar que estará terminada no final deste ano, conforme previsto. “Tenho esperança que vamos conseguir entrar em funcionamento no primeiro trimestre de 2010”.
Para além da bênção da obra, pelo Bispo de Aveiro, as comemorações do 90.o aniversário contemplam ainda uma missa de Acção de Graças, pelas 19.15 horas, na Igreja Matriz, com a assinatura do “Compromisso dos Novos Irmãos”, seguida do jantar de aniversário onde marcarão presença 140 pessoas.
A Misericórdia de Ílhavo tem valências na área da infância – creche, amas e pré-escolar –, Rendimento Social de Inserção (RSI), Espaço Sénior, apoio domiciliário e saúde – serviço de imagiologia e medicina física e reabilitação. Apoia diariamente 300 crianças, 120 idosos no apoio domiciliário, 130 famílias no RSI e uma média de 70 utentes diários em cada um dos serviços de saúde.
Soraia Amaro
Diário de Aveiro
Misericórdia de Ílhavo assinala hoje 90 anos. Fernando Duarte acredita na conclusão das obras até ao final do ano
A bênção da obra do Hospital de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo marca as cerimónias do 90.o aniversário, que se assinala hoje. O hospital é, aliás, a conquista mais relevante da instituição, e que tem “um grande significado”, nas palavras de Fernando Duarte.
O provedor da Misericórdia de Ílhavo recorda que a actividade do último ano esteve “muito centralizada na obra do hospital” que, defende, “vem trazer maior qualidade de vida à população mais velha”. Talvez por isso o projecto mereça “grande carinho da população”, que tem apoiado a angariação de fundos.
O projecto está orçado em quatro milhões de euros, “um encargo financeiro muito elevado”, recorda Fernando Duarte. A sua concretização resulta de um protocolo com a Câmara de Ílhavo – “a nossa parceira neste investimento” –, de um projecto aprovado pela Administração Regional de Saúde do Centro no valor de 750 mil euros e de um empréstimo de 2,5 milhões de euros contraído à banca.
“Vamos lutando, com a ajuda de várias instituições e organizações, da população em geral e da comunidade imigrante nos Estados Unidos da América”, realça.
O Hospital de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, cuja obra terá avançado “25 por cento”, avalia Fernando Duarte, contempla 55 camas destinadas ao internamento de média e longa duração, sendo composto por três pisos, uma sala de estar e de convívio, um bar e refeitório, e uma zona administrativa e de provedoria.
A obra avança “a bom ritmo, dentro dos prazos previstos”, o que faz com que o provedor continue a acreditar que estará terminada no final deste ano, conforme previsto. “Tenho esperança que vamos conseguir entrar em funcionamento no primeiro trimestre de 2010”.
Para além da bênção da obra, pelo Bispo de Aveiro, as comemorações do 90.o aniversário contemplam ainda uma missa de Acção de Graças, pelas 19.15 horas, na Igreja Matriz, com a assinatura do “Compromisso dos Novos Irmãos”, seguida do jantar de aniversário onde marcarão presença 140 pessoas.
A Misericórdia de Ílhavo tem valências na área da infância – creche, amas e pré-escolar –, Rendimento Social de Inserção (RSI), Espaço Sénior, apoio domiciliário e saúde – serviço de imagiologia e medicina física e reabilitação. Apoia diariamente 300 crianças, 120 idosos no apoio domiciliário, 130 famílias no RSI e uma média de 70 utentes diários em cada um dos serviços de saúde.
Soraia Amaro
Diário de Aveiro
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