domingo, 31 de janeiro de 2010

Misericórdias do distrito de Braga

Secretariado regional de Braga quer mais união
Misericórdias reafirmam-se parceiras sociais do Estado

A nova direcção do secretariado regional de Braga da União das Misericórdias Portuguesas, que ontem foi eleita, reafirma a disponibilidade daquelas instituições em continuarem a ser parceiras do Estado mas rejeitam ser menosprezadas por aquele no que respeita ao diálogo que reivindicam necessário para uma intervenção social mais eficaz.
Estas foram algumas das ideias defendidas pelo provedor da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, António Pedras, que passa a liderar a estrutura regional sucedendo a Bernardo Reis, provedor da Misericórdia de Braga. Na direcção, o novo presidente tem a colaboração das provedoras das Misericórdias de Fão e Guimarães, Maria Emília Zão e Noémia Pacheco, respectivamente.Texto, Álvaro Magalhães
Foto,
Publicado a 23-01-2010
Diário do Minho

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo

Desinfestação profunda provoca intoxicação a funcionários da farmácia da Misericórdia de Angra
Publicado: 2010-01-28 11:31:08 Actualizado: 2010-01-28 11:31:08
Por: Luciano Barcelos

tamanho da letra ajuda áudio
enviar artigo
imprimir
Nove funcionários da farmácia da Misericórdia de Angra do Heroísmo foram atendidos na urgência do hospital, vítimas de intoxicação.

O caso deu-se na sequência duma desinfestação das instalações da farmácia.

Contactada pela RTP/Açores, a empresa responsável pela desinfestação adianta que podem não ter sido respeitadas as regras de segurança por parte dos frequentadores do espaço.

A direcção da misericórdia está a averiguar as circunstâncias em que se verificou o incidente.

Notícia: Marta Silva, Informação às 11, RTP/A

domingo, 24 de janeiro de 2010

Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo

Berta Cabral defende funcionários das IPSS “com equiparação à carreira da função pública”

A presidente do PSD/Açores defendeu que os funcionários das instituições particulares de solidariedade social (IPSS) devem ter “as mesmas condições de carreira dos funcionários públicos, dado o relevante papel que prestam a diversas causas, entre elas o cuidados a idosos e desfavorecidos”, disse Berta Cabral ao início de uma curta estadia na Terceira.

Numa visita efectuada ao lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo, a líder social-democrata referiu que, “sobretudo os técnicos superiores e os colaboradores dessas instituições e dos serviços das Santas Casas devem ser equiparados às carreiras da função pública. Esta tem sido sempre uma proposta do PSD e que vamos continuar a defender”, recordou.

“Estas instituições desenvolvem actividades que cabem ao Estado, e assim sendo, não faz sentido que, ao desempenharem esse papel, os seus colaboradores não tenham uma remuneração idêntica e compatível com o que se pratica em relação os funcionários do Estado”, afirmou.

No decorrer da visita às instalações da Santa Casa local, Berta Cabral reafirmou que “os idosos fazem parte das nossas prioridades em termos de políticas sociais”, pelo que é vontade dos social-democratas “trabalhar no sentido de haver uma aproximação da pensões de reforma e invalidez aos valores de salário mínimo nacional e regional”, assim como “os idosos que têm pensões sociais não devem pagar os medicamentos para as doenças crónicas e decorrentes do envelhecimento”, explicou.

“É impensável que se continue a assistir, e isso acontece numa simples ida à farmácia, aos idosos a escolherem os medicamentos que podem ou não levar mediante o custo que têm”, exemplificou, acrescentando que “é por demais triste ver que há idosos que não aviam as suas receitas por falta de condições económicas para fazê-lo, e essa é uma situação que tem de acabar”.

“Uma sociedade que se quer inclusiva e com o maior respeito por quem trabalhou e descontou a vida toda não pode permitir que esta realidade se continue a verificar. Temos de prestar sempre uma grande atenção aos idosos, mas nesta altura de graves dificuldades económicas ainda mais”, concluiu Berta Cabral.




Sábado, dia 23 de Janeiro de 2010


Azores Digital

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima

segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010 15:59 Imprimir Enviar por Email

Santa Casa suspende funcionária por suspeitas de agressão

A Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima suspendeu por 90 dias uma auxiliar da creche da instituição, por «indícios» de agressão a um bebé de sete meses, disse hoje à Lusa o provedor.

Segundo António Veloso, a alegada agressão foi denunciada a 28 de Dezembro pelos pais do bebé, tendo a Santa Casa de imediato aberto um inquérito interno.

«O nosso jurista, responsável pelo inquérito, concluiu que há indícios [de agressão] e, por isso, a Mesa decidiu suspender a funcionária por 90 dias, sem vencimento», acrescentou.

Diário Digital / Lusa

Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco

Idosos e meninos juntos e em festa


Santa Casa revive tradição
21 de Janeiro de 2010 às 15:24h
A Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco desenvolveu várias actividades, no último trimestre de 2009, no Lar.

O Plano de Actividades Sócio-culturais, segundo informações enviadas pela instituição, consiste em criar espaços e momentos de bem-estar físico e psicológico dos utentes. As técnicas adiantam que “cabe a nós «aliviar e dar ânimo» a esta ultima etapa dos que aqui se encontram”.

Em tempo de festa e tradição, como a recente época, “foi com grande ânimo e vida que festejámos o Natal”. A festa realizou-se no dia 19 de Dezembro, com grande alegria, houve a tradicional missa de Natal e depois a festa foi regada pela tradicional gastronomia da vila, pelo fim foram entregues os presentes da direcção para os utentes e funcionários desta instituição, a festa terminou com o tradicional baile onde a alegria primou”, diz a nota recebida na redacção.

Para além da troca de prendas houve ainda dois grandes momentos, os idosos cantaram na festa de Natal das crianças e estas viram fechar a quadra no dia dos Reis com os cantares populares da época.

Foi com alegria nos rostos que esta época terminou, tentando sempre dar um pouco de paz e amor a quem está nesta batalha da vida.

Reconquista

Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima

19 Janeiro 2010 - 00h30

Ponte de Lima: Menino tinha nódos negras na bochecha
Bebé agredido na Misericórdia
Uma funcionária da creche da Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima foi suspensa por 90 dias após os pais de um bebé de sete meses se terem queixado à instituição de que o filho era vítima de maus tratos. Depois de darem o alerta verbalmente na secretaria, foram apresentar queixa na PSP e no tribunal para que a "justiça seja feita".


O caso remonta a 28 de Dezembro, quando os pais do menino se aperceberam de uma nódoa negra na face esquerda. "Não sei ao certo o que foi, até porque o meu filho não fala nem se pode defender, mas tudo indica que seja um beliscão muito forte, pois aquilo demorou cerca de duas semanas a passar. Quando confrontámos a instituição, a auxiliar alegou que o menino tinha batido com a cara contra a grade da cama, mas isto são desculpas sem sentido", desabafou o pai da criança, adiantando que o filho "não voltará mais para lá".

O pai do bebé admite que a decisão de suspender a auxiliar foi acertada. "Que este caso sirva de exemplo para outros pais e outras crianças de forma a que não se repita algo do género", explicou.

"É UMA MEDIDA PREVENTIVA"

O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, onde está inserida a creche, admite que a decisão de suspender a auxiliar foi tomada depois de terem sido interrogados todos os funcionários. "Concluiu-se que houve indícios de agressão", contou ao CM António Veloso. O bebé foi assistido no hospital local no dia a seguir à agressão e o médico comprovou que a criança tinha a cara pisada.

Ainda não se sabe, contudo, se a auxiliar será despedida. "É uma medida preventiva", explicou António Veloso, adiantando que continua a decorrer o processo disciplinar.

Quanto à acusação feita pelos pais do bebé de que aqueles nunca foram convocados para a reunião que a Santa Casa fez com os outros encarregados de educação, o provedor prefere não comentar

CM

Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha

Ponto de Ajuda instala-se nas Caldas da Rainha para combater pobreza e exclusão
O concelho das Caldas da Rainha conta com um novo instrumento de promoção da inclusão social, combate à pobreza persistente e exclusão social e de criação de parcerias que ajudem a desenvolver o concelho. Trata-se do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) assinado entre a autarquia, o Instituto da Segurança Social e a Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha, a entidade coordenadora local.
Gazeta das Caldas / Joana Fialho
9:00 Sexta-feira, 22 de Jan de 2010

Na passada segunda-feira, dia 18, esta entidade abriu as portas do Ponto de Ajuda, nas antigas instalações da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo (Rua do Sacramento). É ali que, de segunda a sexta-feira, entre as 11h00 e as 18h00, se vão desenvolver as acções de intervenção do projecto, divididas em quatro eixos: Emprego, Formação e Qualificação, Intervenção Familiar e Parental, Capacitação da Comunidade e das Instituições, Informação e Acessibilidades.

As instalações foram devidamente remodeladas para acolher a equipa técnica deste projecto, composto por uma coordenadora técnica, um animador sociocultural, uma psicóloga, uma técnica superior de gestão, outra de serviço social e um técnico superior de informática. Uma equipa jovem, que deixa os responsáveis da autarquia e da Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha confiantes de que dentro de três anos (quando o CLDS chega ao fim), os resultados obtidos permitam a continuidade do projecto. Para já, está garantido um financiamento de mais de 500 mil euros, pelo Instituto da Segurança Social, para os 36 meses (201.242,81 euros nos primeiros 12 meses, 149.988,32 euros no segundo ano; e 149.978,92 euros para os últimos 12 meses).

A inauguração do Ponto de Ajuda foi uma oportunidade para Maria da Conceição Pereira, vereadora responsável pela Acção Social no concelho, voltar a firmar que "nas Caldas a solidariedade não é uma palavra vã" e que o CLDS é a prova disso. A escolha da Misericórdia caldense é justificada pela autarca pela "transversalidade das valências" que já existem na instituição.

Parcerias permitem acção diversificada

Salientando que todo o concelho é coberto por instituições de solidariedade, "o que mostra a dinâmica e o empenho do concelho", a vereadora destacou o facto de este projecto não ser intermunicipal, ao contrário de outros que estão a ser elaborados no país, o que permite "abranger um público mais vasto, na medida em que está especificamente orientado só para o concelho caldense". Para isso, contam com um conjunto vasto de parceiros, de diversas áreas.

Alguns exemplos são o Centro Hospitalar Oeste Norte e Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, juntas de Freguesia, Associação Industrial da Região Oeste e Centro de Emprego. Assim, fica facilitada a intervenção em áreas tão diferentes como o empreendedorismo, qualificação e apoio a cuidadores de idosos e crianças, programas de competências sociais e parentais, competências ao nível das Tecnologias de Informação e Comunicação, empregabilidade, promoção do associativismo juvenil e programa de gestão doméstica, entre muitas outras acções.

"A rede social do concelho tem um plano de acção no qual este projecto está perfeitamente enquadrado", garante a responsável pela Acção Social, acrescentando que "só em rede é que conseguimos dar resposta a muitas das situações que no chegam no dia-a-dia".

Da mesma opinião partilha o provedor da Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha, Lalanda Ribeiro. Naquele que disse ser "um dia realmente importante para a comunidade caldense", dada a área de intervenção do Ponto de Ajuda, afirmou que "este projecto é mais um trabalho que se mete nas mãos da Santa Casa da Misericórdia e que temos que levar a bom porto, como temos levado outros".

Primeiros resultados são "muito positivos"

Quem também esteve presente na inauguração do Ponto de Ajuda das Caldas da Rainha, foi Maria José Maia, a coordenadora executiva dos CLDS, que prometeu um acompanhamento regular do projecto.

À Gazeta das Caldas a coordenadora fez um balanço positivo de um projecto que arrancou em 2007 com oito projectos-piloto e que no final de 2009 contava já com cerca de meia centena de planos já aprovados, tendo sido assinados protocolos de compromisso para outros tantos. "Neste momento os resultados que já temos são bastante positivos", garante Maria José Maia que destaca sobretudo o trabalho levado a cabo ao nível da qualificação e empregabilidade, onde "tem havido um grande investimento por parte dos CLDS", e do trabalho com as famílias, nomeadamente no que diz respeito às competências parentais.

Mas se o crescimento exponencial dos CLDS no último ano se ficou a dever ao financiamento através do Plano Operacional do Potencial Humano, o fim do Quadro de Referência Estratégico Nacional, em 2013, pode ser um entrave à continuidade dos projectos depois dos três anos protocolados.

Maria José Maia garante que "os projectos protocolados não ficam ameaçados com o final do QREN, até porque os montantes já estão comprometidos e os projectos têm duração de 36 meses", estando previsto o seu terminus em 2012. "Não quer isto dizer que não venha a haver renovação, mas neste momento ainda não dispomos dessa informação", afirmou.