sábado, 16 de julho de 2011

Santa Casa da Misericórdia de Silves

Mário Rita expõe na Misericórdia de Silves
Na Igreja da Misericórdia, em Silves, vai ser inaugurada uma exposição de pintura de Mário Rita, no dia 16 de julho, pelas 21:30 horas, que reúne cerca de 30 trabalhos.

Mário Rita é detentor de uma longa carreira, que iniciou em 1979, altura em que foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Desde essa altura não apenas participou em numerosas exposições, como tem vindo a integrar as coleções de instituições como a Caixa Geral de Depósitos, o Banco de Fomento Nacional, o Banco Totta Finance Serviços Financeiros S.A., a EDP – Eletricidade de Portugal, o Banco Mais, a Galeria de Desenho do Museu Municipal de Estremoz, a Fundação D. Luís I – Centro Cultural de Cascais e diversas coleções particulares, em Portugal e no Estrangeiro.

Foi mesmo realizado por Álvaro Queiróz um filme sobre a sua obra e o espaço onde trabalha realizado, que consta do arquivo da Cinemateca Portuguesa – ANIM (Arquivo Nacional das Imagens em Movimento).

A mostra do autor, que, de acordo com Emília Ferreira, revelam a essência da sua obra. Diz a conhecida crítica de arte: “A escala é um ponto de vista. Como bem percebeu Alice. Nos trabalhos da presente exposição do pintor Mário Rita, o habitual jogo geométrico e dimensional, bem conhecido nas suas obras, abre inúmeras portas novas”.

Redacção/RS
10:51 sexta-feira, 15 julho 2011

Santa Casa da Misericórdia de Bragança

Volta a Portugal do Voluntariado arrancou em Bragança, um dos distritos mais solidários do País
foto
Voluntários precisam-se em Bragança

Fátima Moreira é estudante em Bragança e aproveita os dias mortos, depois dos exames, para fazer voluntariado na Santa Casa da Misericórdia de Bragança.

Para além de trabalhar com os idosos do Lar da Terceira Idade, também ajuda a tomar conta das crianças do ATL. “É uma mais-valia e um trabalho em que nos valoriza e um gosto em ajudar”, explica.
É uma das várias voluntárias que todos os dias passam pela Santa Casa da Misericórdia de Bragança. Algumas até já lá estagiaram.
“Hoje em dia [o voluntariado] é pouco valorizado. É importante porque ajuda as pessoas e sempre se aproveitam recursos humanos que não são pagos.
Nunca tinha trabalhado com os idosos e tem sido uma experiência fantástica, sobretudo pelas experiências de vida deles”, sublinha.
De facto, Bragança ainda é um dos distritos em que o voluntariado ainda vai tendo mais adesão. O provedor da Santa Casa de Bragança, Eleutério Alves, um dos promotores da Semana do Voluntariado, que decorreu até sábado, revela que a saúde e a área social são as mais necessitadas, apesar de serem também as que mais voluntários chamam.

Caminho passa pelo regresso às relações de vizinhança, sobretudo nas grandes cidades

“O voluntariado é sempre preciso e para mim é a forma mais interessante de cidadania. Todos nós podemos dar algo do nosso tempo e das nossas competências na defesa e promoção do bem comum e a ajudar alguém a ser mais feliz” refere, acrescentando que “em Bragança o voluntariado já está muito enraizado, mas é necessário mais”.
Sobretudo dos mais novos, já que entre os adultos, a participação é bastante. “Para que percebam o que é o voluntariado e a forma como podem ajudar”, refere. Até porque o voluntariado “não é para substituir o trabalho profissional”. “Não se dá emprego a voluntários. O trabalho voluntário é um trabalho que complementa o trabalho dos profissionais nas instituições”, explica.
Já Eugénio Fonseca, o presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado, defende que se deve regressar às origens, sobretudo nas grandes cidades. Ou seja, às velhas relações de vizinhança, algo “que ainda se vai encontrando nas zonas rurais do interior”, como no distrito de Bragança, “por força até das circunstâncias do isolamento em que essas zonas se encontram”.
Eugénio Fonseca salienta que é preciso “recuperar o dinamismo de outrora e levá-lo para as grandes cidades onde o anonimato é maior”.
Ao longo da semana foram várias as actividades que serviram para assinalar o Ano Europeu do Voluntariado, como conferências, workshops, uma largada de balões temáticos, um desfile de época com utentes de IPSSs (ver texto em baixo), espectáculos musicais, um encontro de gerações (ver texto na página seguinte) e uma actividade de limpeza no S. Bartolomeu.

António Gonçalves Rodrigues
Nordeste

Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros

Em Alhos Vedros concelho da Moita
Inauguração da Unidade de Cuidados Continuados

Em Alhos Vedros concelho da Moita<br>
Inauguração da Unidade de Cuidados Continuados A Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros vai inaugurar, hoje, dia 16 de Julho, pelas 16:30h, a Unidade de Cuidados Continuados Integrados “Francisco Marques Estaca Júnior”.

A Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros vai inaugurar, no dia 16 de Julho, pelas 16:30h, a Unidade de Cuidados Continuados Integrados “Francisco Marques Estaca Júnior”. Este equipamento foi construído num terreno de 7500 m2 cedido pela Câmara Municipal da Moita, na Rua D. João de Almeida, no Bairro Gouveia, em Alhos Vedros.

sábado, 9 de julho de 2011

Santa Casa da Misericórdia de Loulé

Cavaco diz que Estado deve delegar cuidados de saúde se não os puder garantir
08.07.2011 - 21:34 Por Lusa

O Presidente da República defendeu hoje que todos os cidadãos têm direito a cuidados de saúde de qualidade, mas considerou que os que mais têm devem contribuir mais e o Estado deve delegá-los noutras organizações se não conseguir custeá-los.
O Presidente considera que "a prestação de cuidados de saúde pelo Estado atravessa uma encruzilhada" O Presidente considera que "a prestação de cuidados de saúde pelo Estado atravessa uma encruzilhada" (PÚBLICO/arquivo)

“Em democracia nenhum cidadão pode ser excluído dos cuidados de saúde por causa dos seus rendimentos. Por isso, podemos pedir às misericórdias que prestem esses cuidados se o fizerem com melhor qualidade e eficiência”, afirmou Cavaco Silva, na cerimónia de inauguração do Hospital da Misericórdia de Loulé.

A nova unidade de saúde alia serviços privados e públicos e foi recuperada ao abrigo de uma parceria entre a Santa Casa da Misericórdia de Loulé, a Câmara local e o Estado, que dispõe de uma Unidade de Cuidados Continuados que integra a rede nacional no local.

Cavaco Silva enalteceu o exemplo e disse que “se o Estado não tem capacidade de assegurar a qualidade e eficácia dos serviços de saúde, então deve delegar e partilhar com outras organizações, como é o caso das misericórdias”.

Face às dificuldades financeiras, acrescentou, “há obrigação de pensar de forma objectiva e desapaixonada sobre a melhor forma de responder à emergência social que o País atravessa”.

O Presidente da República disse que “a prestação de cuidados de saúde pelo Estado atravessa uma encruzilhada”, acrescentando serem “vários os modelos que se têm discutido e as soluções apresentadas” e realçando que se têm sublinhado “os elevadíssimos encargos com a saúde”, situação que “requer uma gestão muito racional, para que a saúde também contribua para a diminuição dos desperdícios e o aumento da produtividade”.

Para Cavaco Silva, “independentemente dos modelos e soluções que venham a ser adoptados”, há um ponto que não pode ser ignorado: “Os cidadãos têm o legítimo direito a cuidados de saúde de qualidade e eficazes, independentemente da sua situação económica”.

Considerou ainda que “a saúde não é imune ao princípio da justiça social”, razão pela qual, concluiu, “cidadãos com diferentes rendimentos podem eventualmente dar diferentes contribuições para a distribuição dos encargos com a saúde”.

Santa Casa da Misericórdia de Braga

Procuram-se alternativas para o antigo hospital

2011-07-08

autor Teresa M. Costa

Vai decorrer, ainda este mês, a primeira reunião da comissão constituída para definir o uso a dar às antigas instalações do Hospital de S.Marcos, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Braga.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, Mesquita Machado, convidado para integrar a comissão, não quis ontem adiantar se leva alguma proposta para aquela reunião.
Mesquita Machado, que falava no final da reunião ordinária do executivo, acredita que a comissão será um auxiliar da Misericórdia para tomar uma decisão, arranjando “alternativas válidas” de ocupação do espaço que, durante cinco séculos, albergou o hospital de Braga.
O edil bracarense só se irá pronunciar na reunião, mas ontem já disse que têm de ser “alternativas válidas e que não afectem o erário público nem da Misericórdia”.
Quanto à proposta avançada pela coligação ‘Juntos por Braga’ de ocupar parte das instalações com um Centro Cívico que dê espaço a colectividades concelhias, Mesquita Machado interpretou-a como um ‘delírio’ da oposição.
O líder da coligação, Ricardo Rio, que se reuniu recentemente com a Mesa Administrativa da Misericórdia, defendeu que “a câmara não deve ter uma atitude passiva” e ocupar parte das instalações. A proposta do Centro Cívico é no sentido de colmatar uma lacuna existente no concelho. Ricardo Rio argumenta que basta olhar para os pedidos de ocupação de espaço na antiga estação de caminhos-de-ferro para perceber que essa lacuna existe.
É neste contexto que o líder da oposição reclama um papel da câmara na criação de condições para as colectividades locais ao mesmo tempo que contribui para revitalizar as antigas instalações do hospital e para dinamizar a vida no centro da cidade.

O presidente da câmara questionou ainda os números avançados publicamente de que o hospital no centro da cidade movimentava 10 a 12 mil pessoas por dia. Mesquita Machado diz que “é preciso apresentar esse estudo”, até porque, a avaliar pelas visitas e pelo número de consultas do hospital o máximo que podia atingir era cinco mil, isto no dia com mais visitas, que é o domingo.
Correio do Minho

Santa Casa da Misericórdia do Corvo

GaCS: Ensino pré-escolar tem "resposta adequada" na ilha do Corvo - actualizada


Horta, 8 de Julho de 2011
Ensino pré-escolar tem "resposta adequada" na ilha do Corvo - actualizada ( anexo disponível no site )

A Secretária Regional da Educação e Formação assegurou hoje, no parlamento açoriano, que o ensino pré-escolar no Corvo tem uma “resposta adequada” ao número de alunos inscritos.
 Cláudia Cardoso salientou que, na Região, à semelhança do que acontece no todo nacional, a rede de oferta do ensino pré-escolar divide-se entre a rede pública e a rede privada, muitas vezes tendo um carácter de complementaridade. Conforme referiu, “existe uma tabela de comparticipação. Essa tabela tem em vista por um lado garantir que a parte da componente educativa é integralmente gratuita e também tem a ver com a capitação por agregado familiar, resultando num montante”.
 Na ilha do Corvo, o ensino pré-escolar é assegurado pela Santa Casa da Misericórdia do Corvo, no âmbito de um acordo celebrado com a Secretaria Regional da Educação e Formação. E, como referiu, a Secretária Regional da Educação e Formação, o acordo que “temos com a Santa Casa da Misericórdia do Corvo, garante a componente educativa gratuita, sendo o restante valor calculado com base naquele que é o custo de um aluno no ensino regular, rede pública. “O grande objectivo”, referiu Cláudia Cardoso, “é reduzir os custos suportados pela família e isto tem sido feito no caso da Santa Casa da Misericórdia do Corvo, desde 2007”.
 “Se nós decidíssemos eventualmente pela integração do pré-escolar na [EBI] Mouzinho da Silveira, teríamos que manter as duas soluções em paralelo, com um esforço financeiro significativo”, argumentou a governante.
Ao intervir na discussão de uma proposta de resolução do PPM, propondo a integração do ensino pré-escolar na rede de ensino público, Cláudia Cardoso referiu ainda que o esforço financeiro feito pelas famílias “não é maior no Corvo do que nas restantes ilhas”.
 A Secretária Regional admitiu, porém, que face à “excepcionalidade” que se verifica no Corvo, na medida em que a rede pública não oferece ensino pré-escolar, o Governo poderá reconsiderar o pagamento dos encarregados de educação no jardim-de-infância daquela ilha.
Porém, é entendimento da SREF que o serviço que tem vindo a ser prestado pela Santa Casa assegura e dá resposta às necessidades da ilha, ao nível do ensino pré-escolar, pelo que a proposta do PPM.
“A Santa Casa da Misericórdia fornece”, também, prolongamento de horário, o que não acontece no ensino regular, disse.

GaCS/FG/HB
 
Correio do Norte

Santa Casa da Misericórdia de Salvaterra de Magos

Futuro do campo de futebol do Salvaterrense nas mãos da Misericórdia
A Câmara de Salvaterra de Magos e a direcção do Clube Desportivo Salvaterrense vão reunir com a Santa Casa da Misericórdia local para tomarem um decisão sobre a construção do novo campo de futebol da vila. Se a Santa Casa não permitir que se realizem obras no terreno onde está localizado o actual campo de futebol coloca-se a hipótese de construir o campo noutro local. A informação foi avançada pela presidente da câmara, Ana Cristina Ribeiro (BE), durante a última sessão da assembleia municipal.
Ana Cristina Ribeiro aguarda a marcação de uma nova assembleia-geral da Misericórdia de Salvaterra de Magos para saber o que foi decidido. Este é um assunto que se arrasta há 13 anos e a autarquia afirmou que vai apresentar dois projectos à Santa Casa. Mediante a sua resposta avança com o projecto. “Queremos construir o campo sintético para o Clube Desportivo Salvaterrense e os balneários uma vez que o actual campo de futebol não tem condições para os atletas treinarem e jogarem”, referiu.
O problema da falta de condições do campo de futebol de Salvaterra de Magos foi levantado no início deste ano pelos vereadores socialistas em reunião camarária (ver edição 10-02-2011). Na altura, o vereador Hélder Esménio (PS) sugeriu que a melhor ideia seria colocar um relvado sintético no actual campo de futebol pelado mantendo toda a estrutura já existente.
“A ideia do município de Salvaterra de Magos, como parece indicar o Plano e o Orçamento da autarquia para 2011, de construir um novo campo de futebol na zona desportiva entre a Metalmagos e o Pavilhão Municipal é, do ponto de vista financeiro, “desfavorável”, referiu o vereador. E acrescentou. “Além de ter que fazer um novo piso, nova vedação, balneários e sanitários e iluminação ainda tem que arrancar dezenas de árvores o que comporta um custo financeiro e ambiental muito relevante”, critica o vereador socialista.
Outra opção que está em cima da mesa da maioria que dirige a autarquia é a doação de um terreno, por parte da Santa Casa da Misericórdia de Salvaterra de Magos, para construção de um novo campo de futebol para o Clube Desportivo Salvaterrense. “A Misericórdia manteria a posse do resto do terreno e comercializaria cerca de 3500 metros quadrados. Esta opção não é a melhor do ponto de vista financeiro e do ponto de vista urbanístico é a pior. O campo de futebol ficaria ‘entalado’ entre pavilhões já construídos e a Estrada Nacional 118”, destacou Hélder Esménio em Fevereiro deste ano.

O Mirante