sábado, 7 de janeiro de 2012

Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde

Misericórdia amplia hospital de Vila Verde

07 Jan 2012 Daniel Lourenço
A Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde vai avançar, a partir do mês de abril, com obras de ampliação e modernização do hospital. O anúncio foi feito ontem por Bento Morais, no dia em que tomou posse para mais um mandato – para o triénio 2012-2014 – como provedor daquela instituição de solidariedade. De acordo com Bento Morais, após as obras, o hospital terá mais 65 por cento de capacidade de internamento relativamente à atual dimensão, bem como melhores condições para acolhimento dos doentes, com a criação de quartos duplos e quartos individuais e melhores sanitários. O financiamento está garantido e o projeto pronto a ser executado, assegurou o responsável.
 
Diário do Minho
Posse da Mesa da Misericórdia de Águeda

Posse da Mesa da Misericórdia de Águeda

por SP em Janeiro 07,2012
 

A posse da nova mesa da Misericórdia de Águeda está marcada para hoje, dia 7 de Janeiro, em cerimónia presidida por D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro. Amorim Figueiredo continua como provedor.

O programa começa com a celebração de eucarista na capela do hospital (11 horas), seguindo-se um momento musical (12), a entrega do certificado de qualidade APCER (12,10), o acto de posse (12,20), o hastear da bandeira APCER (13) e o almoço volante.
O médico Amorim Figueiredo foi reeleito provedor, para o triénio 2012/14, nas eElições de 11 de Novembro. Os novos órgãos sociais são os seguintes:
- MESA: Amorim Figueiredo (provedor), Mota Rodrigues (vice-provedor), Jorge Castro Madeira (secretário), Fernando Dias (tesoureiro) e Luísa Bexiga Roque, M. Alice Silva, Regina Rodrigues, Joana Patrícia Santos, José Lito Pereira e Gil Abrantes.
- ASSEMBLEIA GERAL: A. Faria Gomes (presidente), Daniel Oliveira, Wilson Gaio, Graciete Neves, Albano Melo e João N.Oliveira.
- CONSELHO FISCAL: Carlos Albano Abrantes (presidente), Osória V. Miranda, Helena Seabra Almeida, Arsénio Braga, Eunice Neto e José Armando Roque.

Soberania do Povo

Santa Casa da Misericórdia de Paredes

António Almeida Dias, presidente da CESPU
“No final de 2012 o Hospital será auto-suficiente”
Amanhã, sábado, os irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Paredes voltam a reunir-se para votar a proposta de passar as acções do Hospital para uma empresa chamada PRD – Solidária. Em cima da mesa estará ainda a contracção de um empréstimo de 3,75 milhões de euros que, nesta entrevista, o presidente da CESPU explica para que servirão. António Almeida Dias sustenta que este dinheiro, ao qual se junta outros 3,75 milhões de euros já assumidos pela CESPU, é fundamental para viabilizar um Hospital que, diz, está pronto para ser auto-suficiente. O líder da CESPU revela também que a PRD – Solidária estará na base de uma unidade de cuidados continuados e residências geriátricas com 120 camas e que, caso a Misericórdia não aprove este projecto, a Cooperativa vai ter de encontra novos parceiros.

O que espera da próxima Assembleia-Geral da Misericórdia?
Espero que as pessoas estejam melhor informadas do que estiveram na última.
Acha que a decisão de recusar a transferência de acções para uma nova sociedade deveu-se a uma questão de desinformação?
Absolutamente.
O Hospital está, neste momento, numa fase de reabilitação e a seguir um modelo de auto-sustentabilidade que não dependa de maiores ou menores influências do sistema público, apostando em áreas que são claramente afectas ao sector privado na área da saúde.
Está, por exemplo, a ser desenvolvido um Centro de Medicina e Traumatologia do Desporto, que será uma coisa de grande dimensão para a região, e, neste momento, já temos todos os meios auxiliares de diagnóstico com convenções, nomeadamente com o SNS. Temos também a promessa que será assinado durante este mês de Janeiro o protocolo com a ADSE para mais convenções.
Foi o atraso na obtenção dessas convenções que levaram a que o Hospital tivesse problemas de liquidez?
Dificultaram.
Nos últimos dois, três anos as convenções estiveram praticamente bloqueadas e estes processos burocráticos podem levar a grandes flutuações do ponto de vista de implementação de actividades.
Mas este é um projecto importante para a região e importante para a CESPU. É tão importante que a CESPU tem, até hoje, investidos neste Hospital 3,4 milhões de euros.
Quanto é que já foi investido no Hospital?
No total estamos a falar de 5,5 milhões de euros.
E qual o montande da dívida?
Chegou a estar previsto para o primeiro trimestre de 2009 um endividamento máximo de sete milhões de euros, mas, em Agosto de 2011, esse valor era de 3,7 milhões.
Portanto, quando se diz que é necessário dinheiro neste momento é para renegociar o endividamento e reforçar os serviços do Hospital. A CESPU e a Misericórdia ao associarem-se na criação de uma empresa chamada PRD – Solidária podem perfeitamente alienar uma parte das participações – só precisam de ter 51% para serem dominantes – e com isso alavancar a criação de uma unidade de cuidados continuados e de residências geriátricas na parte de trás do edifício do Hospital. Estamos a falar de qualquer coisa como 120 camas que vinham melhorar a capacidade do concelho na área da geriatria para a qual não existe oferta.
Com uma dívida bancária de 3,7 milhões de euros porquê a necessidade de contrair um empréstimo de 7,5 milhões?
O que se pretende é substituir a dívida actual por uma outra dívida esticada de forma diferente no tempo.
Os 7,5 milhões de euros seriam, então, para pagar os 3,7 milhões de euros referentes ao actual endividamento bancário, mais uns leasings periféricos e para resolver algumas dívidas a fornecedores.
O objectivo é tornar o período de dívida mais extenso para que os encargos trimestrais sejam mais reduzidos.
Há, entre os irmãos da Misericórdia, quem defenda que este empréstimo de 7,5 milhões de euros só será possível de contrair dando como garantia o edifício do Hospital. Isto é verdade?
As negociações com a banca não passaram por aí.
Mas, em última instância e se a banca entender que para termos as melhores condições de financiamento é preciso dar como garantia o edifício, a CESPU estará disponível para dar as suas acções à Misericórdia como garantia. Maior sinal do que este a CESPU não pode dar.
Mas não é necessário. Está negociado com duas entidades bancárias um empréstimo sem que seja dado o edifício como garantia.
Os opositores desta medida defendem que o Hospital não tem capacidade para pagar os custos de funcionamento e muito menos terá capacidade para pagar os 7,5 milhões de euros da dívida a contrair. Como é que responde a isto?
Estando neste momento as convenções aprovadas, tenho a garantia da direcção que, no final de 2012, o Hospital é auto-suficiente do ponto de vista de garantir os custos fixos. Ainda não será o suficiente para pagar o serviço de dívida, mas terá receitas suficientes para ser autónomo e os accionistas não terão de meter dinheiro para pagar a fornecedores e a pessoal.
Enquanto o Hospital não tiver condições para pagar os encargos com o financiamento, quem será responsável por essa despesa?
Os 7,5 milhões de euros são para prolongar a dívida o tempo suficiente até ao Hospital a poder pagar.
Qual será a posição da CESPU caso a Assembleia-Geral da Misericórdia volte a vetar a transferência das acções do Hospital para a PRD – Solidária e a contracção do empréstimo?
Em primeiro lugar, a Misericórdia vai ter, caso não rectifique estes pontos, dizer qual a solução que quer dar ao problema.
Mas acho que essa questão vai ser ultrapassada, porque as pessoas não estavam suficientemente informadas. Pensavam que era para pedir mais 7,5 milhões de euros, o que não é verdade.
Mas o que acontece se os irmãos mantiverem o veto?
A CESPU fez sempre aquilo que esteve ao seu alcance, ou seja financiou sempre que isso foi possível. Chegou a altura de os outros accionistas assumirem as suas responsabilidades.
Mas podemos chegar a um impasse…
Acho que não há ninguém com coragem, até porque seria de uma enorme responsabilidade, para matar um projecto destes.
Garanto que a CESPU encontrará uma solução para defender os seus interesses.
Que poderá passar pela aquisição das acções da Misericórdia?
A Misericórdia vai ter de tomar uma posição. Não pode inviabilizar por inviabilizar e a CESPU terá de encontrar um parceiro que queira contibuir para a solução. Mas eu não quero ir por esse caminho, porque já demorámos muito tempo a ter este parceiro que é a Misericórdia.
Passaram anos para se criar uma confiança entre as duas instituições, que permitiu chegar ao casamento. Mas se não nada for feito tal será entendido como um divórcio em todos os sentidos e uma das partes teria de abdicar da sua posição.
A CESPU não abdicará, mas também estou convencido que a Misericórdia não o fará.
verdadeiroolhar.pt

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Santa Casa da Misericórdia de Chaves

Presidente da União das Misericórdias Portuguesas visita Misericórdia de Chaves

A Santa Casa da Misericórdia de Chaves recebeu, na passada terça feira, a visita de Manuel de Lemos, presidente do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Em tempos de crise, o dirigente da UMP considera que o papel das Misericórdias é fundamental
Os constrangimentos económicos e financeiros são a nota dominante para a maior parte das Instituições Particulares de Solidariedade Social do país, à qual a Misericórdia de Chaves não é excepção.
“Conhecer a realidade desta Misericórdia, as principais preocupações e constrangimentos por que está a atravessar, para que não deixe de cumprir a missão para que está destinada” foi o principal objectivo que norteou a deslocação deste responsável.
As declarações de Manuel de Lemos foram feita na provedoria da Misericórdia, enquanto dialogava com os membros da Mesa Administrativa daquela Instituição, que lhe deram a conhecer as principais dificuldades que a têm deixado numa situação de fragilidade e as mudanças e reestruturações operadas, desde que tomaram posse, em Setembro passado.
Para o provedor da Misericórdia de Chaves “foi dado mais um passo importante, no sentido desta Instituição ter apoio e cooperação para a viabilidade do exercício dos serviços a prestar, bem como o cumprimento dos compromissos assumidos desta nova Mesa Administrativa perante instituições e colaboradores desta casa”, referiu João Paulo Abreu.
Os trabalhadores da Misericórdia de Chaves têm, neste momento, quatro salários em atraso e dois subsídios de férias e “estão a ser fortemente sacrificados”, frisou. Em tempos de crise, o dirigente da UMP considera que o papel das Misericórdias é fundamental.
Na reunião de trabalho estiveram presentes Paulo Moreira da UMP, Belmiro Vilela, presidente do Secretariado Regional de Vila Real, Bernardo Reis, provedor da Misericórdia de Braga, Aurelino Ramalho, provedor do Vimieiro.
O programa da visita contemplou ainda a passagem pelas Misericórdias de Cerva, Ribeira de Pena, Boticas e Vila Pouca de Aguiar.

Sandra Gonçalves
@ctual
No lar de idosos MISERICÓRDIA DE ANGRA QUER APURAR RENDIMENTO DE UTENTES

Publicado na Quarta-Feira, dia 04 de Janeiro de 2012, em Actualidade

A Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo pretende apurar o rendimento dos cerca de 180 utentes que tem a seu cargo no lar de idosos para poder gerir a qualidade/custo desta valência. Os utentes e os familiares poderão ser chamados a contribuir com mais apoio financeiro com novas regras de comparticipação a acordar com a Segurança Social.

O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo refere que é intenção da instituição proceder a um levantamento acerca dos rendimentos globais dos utentes que frequentam o Lar da Idosos.
Trata-se de uma medida que, segundo informou ao jornal “a União” António Marcos, quer contrabalançar o binómio “qualidade/custo” perante um período de “contenção” financeira que a instituição prepara-se para enfrentar.
Ao todo, são cerca de 180 os utentes que, contas feitas pelo responsável, tem um gasto médio de 1.300 euros por mês.
Actualmente, e segundo as regras firmadas pela Segurança Social, a SCMAH recebe de cada utente uma comparticipação em valor correspondente a 80 por cento do rendimento mensal dos idosos, que equivale à respectiva pensão.
Porém, este é um cálculo que, nem sempre corresponde ao rendimento total dos pensionistas.
Segundo o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Angra, “entre 10 a 15 por cento” dos casos reportam-se a utentes que têm mais capacidade financeira do que as declaradas e que são equacionadas na fórmula da comparticipação à SCMAH e à Segurança Social.
Uma forma de apurar os rendimentos dos utentes será, adianta, através do IRS.

APOIO DAS FAMÍLIAS
“Numa perspectiva futura, eventualmente, as famílias deverão poder apoiar os seus idosos”, antecipou António Marcos.
Assim, ainda “este ano”, a SCMAH pretende saber “se existem mais rendimentos disponíveis” por parte dos utentes para fazer face às despesas que existem”.
O responsável refere existirem casos de idosos que auferem duas pensões, mas cuja dedução é apenas efectuada sobre uma pensão.
Sem adiantar um calendário em concreto, nem as novas regras, o provedor refere que deverão ser introduzidas alterações neste mecanismo de comparticipações. Alterações que, aliás, acresce estão a preparar a sua introdução em diversas instituições na região com acompanhamento por parte da Segurança Social: “os acordos com a Segurança Social vão ser alterados”.
António Marcos defende que além dos 80 por cento das pensões e do apoio do estado, parte do “diferencial” deve ser suportado pela família do utente.
“A pergunta que aqui se coloca é a seguinte: vamos apostar na qualidade ou na quantidade?”, questiona António Marcos.
É por isso que o provedor deixa o seguinte apelo: “uma vez que isso entre em execução, faço um apelo às famílias para que assumem a sua responsabilidade em apoiar aquilo que a segurança social não apoia”.

SAÚDE FINANCEIRA “RAZOÁVEL”
“Já entrámos num período de contracção”, disse, em jeito de balanço, o provedor da SCMAH, referindo que, apesar de classificar de “razoável” a saúde financeira da instituição, já está em curso um plano de corte de despesas.
Segundo o responsável, a instituição está a realizar um estudo para apurar a “resistência” financeira da SCMAH aos tempos de crise.
Para já, não está na mesa a redução do quadro de pessoal.
Em 2011, admitiu, “não fomos muito penalizados, mas 2012 vai ser um ano experimental”.
Sem apontar valores, as contas de 2011 da SCMAH, informou, deverão estar fechadas em Março.

Humberta Augusto
haugusto@auniao.com

Santa Casa da Misericórdia de Monção


    Monção: crianças da Santa Casa celebram chegada dos Reis Magos
  • 2012-01-06

autor

Redacção

Acompanhadas pelas educadoras e auxiliares da instituição e tocadores de concertina, desfilaram pelo centro histórico com paragens no edifício dos Paços do Concelho e Lar de Idosos Dona Maria Teresa Salgueiro.

A habitual Cantata dos Reis das crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção realizou-se, esta manhã, com passagem pelas principais ruas do centro histórico da vila e paragens no edifício dos Paços do Concelho e Lar de Idosos Dona Maria Teresa Salgueiro.

Os pequenos “Reis Magos”, acompanhados pelas educadoras e auxiliares da instituição e tocadores de concertina, entoaram cânticos próprios da época ao som de pandeiretas e ferrinhos, tendo-se apresentado vestidos a rigor com capas e coroas.

Nos Paços do Concelho, foram recebidos pelo Vereador das Obras e Urbanismo, Alberto Lima, e a Chefe de Gabinete, Conceição Soares, que desejaram aos presentes um bom ano e presentearam os cantores de palmo e meio com um pequeno “mimo” em forma de chocolate.
Correio do Minho

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Santa Casa da Misericórdia de Portalegre

Portalegre: José Mouzinho é o novo provedor da Misericórdia Imprimir
01-Jan-2012
José João Mouzinho Serrote é o novo provedor da Santa Casa da Misericórdia de Portalegre, eleito na passada sexta-feira.
No último triénio Piedade Murta, manteve-se como provedora, cargo que ocupou durante quase duas décadas.
A RP já contactou o provedor, mas José Mouzinho, remeteu para amanhã esclarecimentos sobre o seu projecto para a Santa Casa da Misericórdia de Portalegre.
Carla Aguiã

Rádio Portalegre