sábado, 3 de dezembro de 2011

Santa Casa da Misericórdia de Machico

O grupo parlamentar do CDS-PP visitou a instituição e reuniu com a direcção
Misericórdia de Machico é um modelo a seguir
O Grupo Parlamentar do CDS-PP visitou ontem a Santa Casa da Misericórdia de Machico e depois de reunir com a direcção, sublinhou o excelente trabalho que ali está a ser desenvolvido.
Lopes da Fonseca considerou aquela misericórdia, uma instituição modelo, um exemplo a ser seguido.
Referindo-se aos atrasos nas verbas devidas que têm sido notícia, o parlamentar centrista disse que o Governo Regional «não pode falhar» nos compromissos assumidos com as instituições de solidariedade social que estão em dificuldades financeiras.
O CDS promete trabalhar para que sejam garantidos os apoios necessários à continuidade do serviço disponibilizado por estas instituições, à população que delas necessita.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Santa Casa da Misericórdia de Chaves

Funcionários da Santa Casa não fizeram greve apesar dos salários em atraso

Actualmente, os cerca de 267 funcionários da Santa Casa da Misericórdia de Chaves lidam com as dificuldades inerentes a dois meses de salário e um subsídio de férias em atraso, mas no dia 24 de Novembro “não houve uma única comunicação de qualquer trabalhador que iria aderir à greve geral”, avançou o Provedor da instituição, João Paulo Abreu, elogiando o “brio profissional” e “empenho” demonstrados.
A equipa de animação optou por não fazer greve para realizar o projecto sociocultural “Envelhecer com Vida”. “De facto, a instituição está a passar uma fase menos boa, no entanto acho que tenho dever não só profissional, mas sobretudo ético para com os idosos e não poderia deixá-los sozinhos”, justificou Pedro Pinto de Almeida, animador sociocultural da Santa Casa. “Sabemos que é uma situação bastante complicada, mas acima de tudo queremos trabalhar. Se não o fizermos, se a Casa não andar para a frente, não há dinheiro. Não havendo, também não há para pagar os ordenados. Por isso, o objectivo é continuar a trabalhar e ter paciência”, rematou Pedro Pinto de Almeida.
“Esta nova mesa administrativa está a envidar todos os esforços no sentido de que esta situação seja normalizada o mais rapidamente possível”, admitiu João Paulo Abreu, há nove semanas na direcção da Santa Casa de Chaves. Até lá, “queremos unir e ouvir toda a comunidade flaviense porque entendemos que é em conjunto que se criam condições para que haja uma evolução positiva da instituição”, apontou o Provedor. No que toca à realização de obras urgentes nos equipamentos da Santa Casa, João Paulo Abreu tem apelado à autarquia e aos empresários da região, que têm vindo a demonstrar “abertura”.
Sandra Pereira
@tual

Santa Casa da Misericórdia de Paredes

Proposta da Mesa Administrativa foi recusada em Assembleia-Geral
Irmãos da Misericórdia recusaram empréstimo bancário de 3,75 milhões de euro
A Santa Casa da Misericórdia de Paredes já não vai contrair um empréstimo bancário de 3,75 milhões de euros para investir no Hospital. A medida foi, no sábado, reprovada pela maioria dos irmãos presentes na Assembleia-Geral e que, apesar de terem aprovado a constituição da PRD – Solidária, Lda, recusaram também transferir para esta sociedade as acções que a instituição paredense possui do capital social do hospital.
O padre Vitorino Soares, provedor da Misericórdia que tinha proposto a ratificação destas medidas, não quer, por agora, abordar este tema e guarda para depois de uma reunião com os restantes membros da Mesa Administrativa uma tomada de posição.
Dinheiro serviria para fazer o saneamento financeiro do Hospital da Misericórdia
Tal como o VERDADEIRO OLHAR tinha adiantado na última edição, as propostas da Mesa Administrativa não eram consensuais. Vários irmãos contestavam o facto de se contrair mais um empréstimo para investir num Hospital que, ainda em Novembro do ano passado, tinha absorvido mais de um milhão de euros só da Misericórdia na sequência de um aumento de capital social.
Mesmo assim, à Assembleia-Geral foram apresentados três pontos, o primeiro dos quais pedia a ractificação da constituição da PRD – Solidária, Lda, sociedade composta em partes iguais pela Misericórdia de Paredes e pela CESPU.
Este ponto foi aprovado, o que já não aconteceu quando em votação esteve a transferência das acções do hospital detidas pela Misericórdia para a PRD – Solidária. A proposta foi recusada por ampla margem, assim como o foi a contracção de um empréstimo bancário de 3,75 milhões de euros.
Este dinheiro seria canalizado para as contas do Hospital da Misericórdia em virtude de um acordo celebrado entre a Santa Casa e a CESPU, que se comprometeu a investir outros 3,75 milhões de euros. Os 7,5 milhões de euros seriam utilizados para fazer face a compromissos financeiros e para viabilizar o plano de recuperação financeira do Hospital da Misericórdia.
Contactado pelo VERDADEIRO OLHAR, o provedor guardou para depois de uma reunião com os restantes membros da Mesa Administrativa uma tomada de posição sobre a reprovação do empréstimo.
Também o presidente do Conselho de Administração da CESPU, Almeida Dias, não comentou a decisão dos irmãos, e as consequências que este terá no futuro do hospital, por se encontrar em Angola.

O Verdadeiro Olhar

Santa Casa da Misericórdia de Vagos

Paulo Gravato reeleito Provedor da Misericórdia de Vagos

Dirigente foi eleito para o cargo, pela primeira vez, em 1986, e tem cumprido sucessivos mandatos. Vai manter-se à frente da Santa Casa até 2014

Aprovada por unanimidade, uma moção conducente à admissão da candidatura do actual Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vagos, e outros membros efectivos da Mesa Administrativa e Definitório, levou à reeleição, em lista única, de António Paulo Gravato. Vai cumprir novo mandato (2012/2014), numa altura em que completa 25 anos, à frente dos destinos da Santa Casa da Misericórdia de Vagos.
Bancário de profissão, está ligado à instituição desde 1982, altura em que foi tesoureiro da direcção liderada por João Carlos Loureiro. Em Dezembro de 1986 tomou posse como Provedor, cargo que ainda mantém.
Na referida moção, os Irmãos admitem que estão em causa os “superiores interesses da instituição”, e consideram que, para além dos encargos assumidos com investimentos realizados no final do último mandato, existem, também, projectos em execução, com apoios financeiros garantidos, nomeadamente no âmbito do PRODER, Modelar e Programa Escolhas.

Santa Casa da Misericórdia do Barreiro

Jorge Morais apresentou «Obras de Misericórdia - Origens, Doutrina, Simbologia»
Causas do Barreiro têm a ver com as causas das Misericórdias

Jorge Morais apresentou «Obras de Misericórdia - Origens, Doutrina, Simbologia» <br>
Causas do Barreiro têm a ver com as causas das Misericórdias<br>
Jorge Morais, autor do livro «Obras de Misericórdia - Origens, Doutrina, Simbologia», hoje, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro, sublinhou que - “há uma matriz barreirense que tem a ver com a matriz das misericórdias, aquela que tem a ver com a solidariedade”.

Hoje, à tarde, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro, decorreu a apresentação do livro «Obras de Misericórdia - Origens, Doutrina, Simbologia», de Jorge Morais, uma iniciativa realizada no âmbito das comemorações dos 450 anos da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro.
A obra foi apresentada pelo Padre Vítor Melicias, marcando presença na sessão Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro e Júlio Freire, Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro. A sessão foi moderada por Silvério Lopes.

Barreiro onde tive a melhor escola das obras de Misericórdia

Jorge Morais, no decorrer da apresentação do seu livro sublinhou que – “as minhas primeiras horas de investigação foram aqui no Barreiro”, onde, disse, “tive a melhor escola das obras de Misericórdia”.
O escritor referiu – “sou um homem muito feliz no Barreiro, porque estou sempre rodeado de amigos”.
“Uns pensam como eu, outros pensam de forma diferente, mas estamos unidos às causas do Barreiro, que têm a ver com as causas das Misericórdias” – sublinhou Jorge Morais.

Terra marcada pela luta de solidariedade

Jorge Morais, referiu que “essa escola a que chamamos Barreiro”, transmitiu-lhe – “valores que não se esquecem e dos quais não abdico”.
Salientou que, foi no Barreiro, a sua terra natal, que descobriu os valores das “obras de Misericórdia”.
“Há uma matriz barreirense que tem a ver com a matriz das misericórdias, aquela que tem a ver com a solidariedade” – salientou, acrescentando que – “o Barreiro não parou deste ponto de vista”, sendo uma terra marcada pela “luta de solidariedade” que se desenvolve “com contornos políticos”.

Sentido mais nobre de uma pulsão solidária

Jorge Morais, referiu que sempre encontrou nas suas vivências no Barreiro, “a consciência no sentido mais nobre” do viver de uma forma solidária.
Por esta razão, sublinhou que o seu livro «Obras de Misericórdia - Origens, Doutrina, Simbologia» foi uma obra que “saiu de dentro”, porque traduz – “as coisas que temos na alma”.
“A história das Misericórdias é feita pela história do amor aos outros” – sublinhou, recordando que, esse amor, é aquilo que fazemos – “que não resulta de uma obrigação”, mas, sim de “uma pulsão solidária”.

Um pilar da sociedade barreirense

Jorge Morais, recordou a história das Misericórdias, o papel que desempenharam em Portugal na construção de uma rede de Hospitais, e, salientou o papel que a Santa Casa da Misericórdia do Barreiro tem desenvolvido ao serviço da comunidade.
“A Santa Casa é uma instituição que é um pilar da sociedade barreirense – sublinhou.
O escritor referiu que as receitas do seu livro são integralmente para a Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, nesse sentido lançou o repto aos barreirenses para que comprem o livro – “a favor das obras da Misericórdia”, será uma forma de expressarem “um pouco o coração de barreirenses e amigos da Santa Casa da Misericórdia”.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Santa Casa da Misericórdia de Chaves

Idosos e crianças partilharam contos, canções e objectos de ontem e hoje

Uma das actividades incluídas no projecto de animação sociocultural “Envelhecer com Vida” foi uma troca de ideias inter-geracional entre os idosos e as crianças da Santa Casa da Misericórdia de Chaves.

Tímida e envergonhada, Carolina, do jardim-de-infância Hugo e Vanessa, no bairro de Casas dos Montes, lá contou a história dos “Três Porquinhos” a uma plateia de idosos. Já sem papas na língua, uma utente sénior da Santa Casa da Misericórdia de Chaves replicou com o reportório popular e a história da “cabra montesa e do grilo da perna torta”. A troca de experiências entre as duas gerações foi uma das actividades mais comoventes incluídas no programa do projecto de animação sociocultural “Envelhecer com Vida”, que decorreu nos dias 24 e 25 de Novembro no Pavilhão Expoflávia.

Depois das histórias, miúdos e seniores partilharam objectos do quotidiano, mas usados em épocas diferentes. Enquanto as crianças apontaram para o ferro de engomar eléctrico que “a mãe usa”, a Dona Emília recordou como antes se aquecia o ferro nas brasas. Enquanto as crianças trouxeram um confortável “pouf”, um idoso contava que o seu assento junto à lareira era um pequeno banco de madeira. Enquanto as crianças deixavam à vista as meias de algodão, a Dona Maria lembrava que cosia ela própria as suas em lã. “Os meninos brincam com carros”, garantia um miúdo. Antigamente também, respondia um idoso da Santa Casa, mas eram de madeira. E até o Sr. João recordou os dois pares de socas de madeira que usava para a lavoura e aos domingos.

A troca estava a ser enriquecedora, mas as crianças mal podiam esperar para cantar as músicas que tinham preparado para os idosos. Em coro e com coreografia ensaiada, cantaram a “Música do Outono” e “Chuvinha”. Os mais velhos responderam com “Verde Limão” e “Ao passar a ribeirinha”. No final, ambas as gerações cantaram em conjunto uma música que nunca ganhou rugas:”A Laurindinha”.

Sandra Pereira


Santa Casa da Misericórdia do Barreiro

Padre Victor Melícias no Barreiro apresenta livro de Jorge Morais
«Obras de Misericórdia - Origens, Doutrina, Simbologia»

Padre Victor Melícias no Barreiro apresenta livro de Jorge Morais<br>
«Obras de Misericórdia - Origens, Doutrina, Simbologia» A Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, no âmbito das as comemorações do 450ª aniversário, vai promover a apresentação do livro «Obras de Misericórdia - Origens, Doutrina, Simbologia», de Jorge Morais.

A sessão de apresentação irá decorrer, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro, hoje, dia 1 de Dezembro, pelas 16 horas.

Jorge Morais escreveu e publicou, primeiro no Jornal do Barreiro e depois em livro, as Obras de Misericórdia – Origens, Doutrina, Simbologia.
O jornalista e escritor Jorge Morais quis, desta forma, contribuir para as comemorações do 450ª aniversário da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, honrando mais uma vez a sua terra de nascimento.
A obra é patrocinada pela Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, conta com prefácio do Pe. Vítor Melícias.
Será apresentada publicamente, em sessão a realizar, no próximo dia 1 de Dezembro, pelas 16 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.