segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Santa Casa da Misericórdia da Povoação

Quotidiano

Instituição recebe mais de dois milhões de euros

A Santa Casa da Misericórdia da Povoação terá um investimento, com o apoio do Governo açoriano, para remodelar e ampliar o Lar dos idosos desta instituição.

O secretário regional da Economia anunciou domingo que a Santa Casa da Misericórdia da Povoação terá um investimento superior a dois milhões de euros, com o apoio do Governo dos Açores.
Este investimento irá permitir o procedimento de obras de remodelação e ampliação do Lar de Idosos desta instituição, nomeadamente à construção de uma cozinha e de uma lavandaria e da instalação do Centro de Actividades Ocupacionais da Lomba do Cavaleiro, já em funcionamento.
Vasco Cordeiro, que participou num convívio de idosos do dito concelho, mencionou que este é “um exemplo da cooperação que pode ser estabelecida entre diversas entidades”, criando condições para os idosos “encontrarem, nesta fase da sua vida, o conforto e a ajuda de que necessitam”.
O governante mencionou também que “a rede de apoio social que foi criada pelo Governo dos Açores em múltiplas e variadas vertentes leva-nos a que hoje se possa dizer que ninguém está sozinho na nossa Região”.

2011-12-12 09:00:00

Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros

Alberto Morgado candidato a Provedor da Santa Casa de Alhos Vedros - Moita
Tem como lema «Experiência, Determinação e Solidariedade»

Alberto Morgado candidato a Provedor da Santa Casa de Alhos Vedros - Moita<br>
Tem como lema «Experiência, Determinação e Solidariedade»Alberto Jorge Morgado Marques, é candidato a Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, no concelho da Moita, cujas eleições estão marcadas para o próximo dia 14 de Dezembro.

"A nossa candidatura constitui um enorme desafio e responsabilidade, pelo momento difícil porque passam as instituições de solidariedade social, hoje mais limitadas em meios, mas mais solicitadas a prestarem apoios maiores sociais às famílias" - é sublinhado no programa eleitoral.

Divulgamos o programa eleitoral e lista de candidatos da Lista A:

PROGRAMA ELEITORAL DA LISTA “A”

Estimados associados e irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, apresentamos esta candidatura aos corpos sociais com o propósito de servir de forma gratuita e voluntária a Instituição e os utentes que dela dependem e cada vez mais necessitam dos seus apoios solidários.

A nossa candidatura constitui um enorme desafio e responsabilidade, pelo momento difícil porque passam as instituições de solidariedade social, hoje mais limitadas em meios, mas mais solicitadas a prestarem apoios maiores sociais às famílias.

O inestimável papel social e solidário desempenhado pela Santa Casa no Concelho da Moita, não totalmente conhecido pela população, abarca vários Estabelecimentos e serviços de apoio: Lares e Centros de Dia Creches e Jardins-de-infância, a Unidade de Cuidados Continuados Integrados, Apoio Social à Terceira Idade, o ECOLAR, e outros apoios menos visíveis mas nem por isso menos importante como os apoios diários em alimentação gratuita a famílias carenciadas que totalizam mais de 12 mil refeições por ano.

Continuar a negociar com o Governo e a Segurança Social com vista à assinatura do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS).

Para levar a cabo estas exigentes funções/obrigações que voluntariamente temos assumido e que propomos continuar, a Instituição dispõe do trabalho dedicado de cerca de 370 trabalhadores, e das verbas, das quotizações e dádivas dos irmãos, (embora valores residuais e simbólicos), de verbas decorrentes dos Acordos celebrados com a Segurança Social e pelas contribuições das famílias dos utentes. Famílias, com cada vez maiores dificuldades económicas e de gestão dos tempos, o que acaba por sobrecarregar a Santa Casa com encargos suplementares.

Não é demais esclarecer, que a nossa Instituição não beneficia das verbas resultantes do totoloto ou do euromilhões, pois só a Misericórdia de Lisboa, promotora desses jogos, recebe uma percentagem das apostas. Igualmente se deve esclarecer que, as verbas do Estado para compensar os serviços sociais prestados aos utentes, ao abrigo dos acordos com a Segurança Social, não têm sido actualizadas nos últimos anos sem ter em conta o agravamento dos custos, como o preço de combustíveis, electricidade, impostos e outros. Acresce que o Governo aumentou de 19,6% para 23% da Taxa Social Única, o mesmo valor do que qualquer empresa/organização com fins lucrativos. Igualmente penalizador para as finanças da Misericórdia, é a decisão do governo de impedir que o IVA referente a obras seja reembolsado, o que constitui um forte entrave à recuperação, manutenção e conservação do património da Instituição.

São Prioridades desta Candidatura

1 – Continuar a garantir a sustentabilidade da Instituição. Tendo por base uma gestão rigorosa de gastos, tomar medidas para consolidar a sustentabilidade de todas as unidades. Continuar a lutar pela entrada em funcionamento da Unidade de Cuidados Continuados Integrados.

2 – Seguindo a tradição da Instituição continuar a garantir serviços de qualidade aos utentes, assente numa evolução de melhoria do seu bem-estar e qualidade de vida.

3 – Sendo os trabalhadores da Santa Casa um dos pilares mais firmes para o sucesso do funcionamento da Instituição nos mais variados aspectos, promover a informação e o diálogo regular da mesa administrativa com os trabalhadores e os seus legítimos representantes.

4 – No âmbito de uma gestão financeira de rigor, a Santa Casa deve continuar a honrar os compromissos com fornecedores num espaço de tempo não dilatado cumprindo os acordos estabelecidos por ambas as partes.
Com a consciência de que as propostas da candidatura que vos apresentamos assentam num compromisso responsável, nos propomos:

• Garantir a sustentabilidade da Instituição e de todas as suas unidades;

• Manter e melhorar os níveis de qualidade dos serviços prestados aos utentes;

• Garantir o Quadro de Pessoal adequado à prossecução do funcionamento da Instituição, melhorando a qualificação e formação profissional dos trabalhadores;

• Melhorar a informação sobre a vida da Instituição, dirigida aos associados, às famílias dos utentes, aos trabalhadores e à população do Concelho da Moita, por meio de reuniões, circulares informativas, notas à Comunicação Social e a criação da página da Internet.

• Zelar pelo Património existente e pelo que venha a ser doado à Santa Casa da Misericórdia. Procurar soluções adequadas para o antigo Hospital e para a recuperação da Capela;

A lista “A” define-se, a si mesma,
em três palavras:
EXPERIÊNCIA
DETERMINAÇÃO
SOLIDARIEDADE

Dia 14 de Dezembro contamos consigo.
Vota Lista “A"

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ALHOS VEDROS
PARA O TRIÉNIO 2012/2014

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

PRESIDENTE
Raul Augusto de Carvalho Coelho - sócio nº 35
1º SECRETÁRIO
Eduardo Jorge Meruje Teixeira - sócio nº 765
2º SECRETÁRIO
Lídio Manuel Simões Faquinha - sócio nº 714

CONSELHO FISCAL

PRESIDENTE
João Carlos Alves Faim - sócio nº 763
1º VOGAL
Pedro André Valegas Nunes - sócio nº 785
2º VOGAL
Jacinto Feiteira Regula - sócio nº 409
1º SUPLENTE
Tânia Sofia dos Anjos Ribeiro - sócia nº 654
2º SUPLENTE
Miguel Ângelo Pereira Dionísio - sócio nº 647

MESA ADMINISTRATIVA

PROVEDOR
Alberto Jorge Morgado Marques - sócio nº 667
VICE – PROVEDOR
Miguel Francisco Amoedo Canudo - sócio nº 347
TESOUREIRO
Diamantino Patarata Cabrita - sócio nº 217
SECRETÁRIO
Manuel Marques Penedo - sócio nº 803
1º VOGAL
Arminda Rosa Sousa - sócia nº 744
2º VOGAL
Maria Soledade Oliveira M. S. Faquinha - sócia nº 715
3º VOGAL
Luciano Joaquim Fernandes Carreira - sócio nº 840
1º SUPLENTE
Rogério Paulo Gonçalves dos Santos - sócio nº 824
2º SUPLENTE
Maria Fernanda Pires Cavaco de Sousa - sócia nº 675
3º SUPLENTE
Amílcar Manuel Murteira Cabecinha - sócio nº 749

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Santa Casa da Misericórdia de Braga

“Música para o Natal” na igreja de S. Marcos

09 Dez 20110
“Música para o Natal”, assim se intitula o concerto de entrada livre, dirigido pelo maestro Toby Hoffman, que se rea-liza hoje, às 21h30, na Igreja de S. Marcos em Braga. Organizado pela Santa Casa da Misericórdia de Braga, conta com a participação da Companhia da Música Ensemble, do Coro da Academia de Música de Viana do Castelo e dos solistas Luís Alves (oboé), Ana Paula Matos e Cristiana Oliveira (sopranos), Ana Santos (mezzo-soprano), Liliana Sousa, contralto), João Terleira (tenor) e Sérgio Ramos (barítono). Neste concerto serão interpretadas obras dos compositores Antonio Vivaldi (Moteto RV 630, Nulla in Mundo Pax Sincera), Tomaso Albinoni (Concerto para Oboé e Cordas em Ré m, op. 9 n.º 2) e Camille Saint-Saëns (Oratório de Natal – Op. 12).

Diário do Minho

Santa Casa da Misericórdia de Tomar

Misericórdia de Tomar fundada há 501 anos
(© Jornal O Templário, em 08-12-2011 19:27, por Jornal O Templário)

A instituição foi aprovada por alvará régio de 8 de Dezembro de 1510

Na história da Santa Casa da Misericórdia de Tomar assinalam-se hoje 501 anos de existência. A instituição foi criada por alvará de D. Manuel I a 8 de Dezembro de 1510.
Pronto para ser lançado está o livro "A Santa Casa da Misericórdia de Tomar - 500 anos de História" escritor por Graça Arrimar Santos e Maria Teresa Desterro.
Nos últimos tempos a Misericórdia tem vivido momentos conturbados com divergências entre a actual provedoria de Fernando de Jesus e um grupo de irmãos contestatários da actual gestão.
A instituição tem eleições marcadas para quinta-feira, dia 15, havendo uma lista de continuidade da actual mesa administrativa.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento

Misericórdias aflitas com falta de pagamentos de serviços na área da saúde
Os consecutivos atrasos nos pagamentos das comparticipações do Estado às Misericórdias que têm acordos na área da saúde e cuidados continuados, estão a causar graves problemas àquelas instituições. Algumas estão a recorrer à banca para conseguir pagar aos funcionários e outras que são obrigados a protelar pagamentos aos seus fornecedores como forma de evitar despedimentos. Em três das principais Misericórdias, Entroncamento, Chamusca e Santarém, os montantes em dívida rondam as centenas de milhares de euros.
A pior situação parece ser a da Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento onde, segundo o provedor, Manuel Fanha Vieira, a divida do Estado já vai em 1 milhão e 240 mil euros. O montante é referente a internamentos no hospital da instituição mas sobretudo aos serviços prestados na unidade de cuidados continuados. O provedor confessa que a situação está a criar dificuldades de gestão que acabam por afectar também as outras valências. Tem sido uma angústia arranjar dinheiro para pagar os ordenados aos 332 colaboradores da instituição. Os vencimentos do mês de Outubro só foram pagos no dia 9 de Novembro. Outra preocupação são as dívidas aos fornecedores que se vão acumulando e já ultrapassaram os dois milhões de euros.
As unidades de cuidados continuados surgiram da necessidade de libertar camas dos hospitais e assim poupar-se também nas despesas, enviando os doentes para recuperação em instalações adaptadas pelas Misericórdias. Por cada utente numa unidade destas o Estado paga 58,5 euros por dia, refere o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Santarém.

O Mirante

Santa Casa da Misericórdia de Chaves

Assembleia-geral da Misericórdia reunida para aprovação do Plano e Orçamento para 2012

A Santa Casa da Misericórdia de Chaves reuniu recentemente, em Assembleia Geral a fim de apresentar e apreciar, perante os Irmãos da centenária Instituição, o Orçamento e o Plano de Actividades para 2012.

Novo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Chaves, João Paulo Abreu, no encontro "Envelhecer com Vida"

Conduzida pelo arcipreste Hélder Baptista Sá, presidente da Assembleia Geral, a reunião decorreu no Lar Nossa Senhora da Misericórdia, na presença dos elementos que compõem a Mesa Administrativa, o Conselho Fiscal e restantes irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Chaves.
Este é um plano estratégico que não passa ao lado “de uma realidade económica e socialmente constrangedora”. De acordo com o provedor, João Paulo Abreu, assenta “numa intervenção na área social cujas prioridades passam pela garantia e sustentabilidade financeira da Instituição; por uma intervenção técnica centrada nos utentes, suas necessidades e expectativas; por uma aposta numa Instituição aprendente, não acomodada e acompanhando os desafios diários, tendo sempre como ponto de partida a Missão de atender os mais carenciados”.
Prioridades que assentam ainda na reestruturação e formação dos Recursos Humanos da Instituição e numa intervenção pontual nas infra-estruturas e equipamentos, “recorrendo a capitais próprios e a algum mecenato”.
Apelando à colaboração de todos, o provedor da Misericórdia de Chaves salientou “o apoio dos Irmãos e das Irmãs, de todos os colaboradores e de toda a população flaviense que será vital para que a Santa Casa reforce o seu papel de intervenção de uma forma sustentável”.
Esta foi a primeira Assembleia Geral com a participação da nova Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Chaves para o triénio 2011/2014, recentemente empossada.
Sandra Gonçalves

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Santa Casa da Misericórdia da Covilhã

Direcção de Misericórdia que queria cortar salários demite-se

Proposta feita aos trabalhadores incluía redução de 10 por cento do ordenado e eliminação de subsídios

Por: tvi24 | 5- 12- 2011 14: 55
 
Saúde (Foto Cláudia Lima da Costa)
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A mesa administrativa da Santa Casa da Misericórdia da Covilhã que pretendia reduzir salários para sanear as contas da instituição, demitiu-se, anunciou em comunicado esta segunda-feira afixado nas instalações.
De acordo com o comunicado, citado pela Lusa, a mesa presidida pelo médico Carlos Casteleiro reuniu-se no dia 30 de Novembro e concluiu «não estarem reunidas as condições» para continuar em funções, pelo que «entendeu apresentar a demissão ao presidente da assembleia-geral».
A demissão foi apresentada na sexta-feira, dia 2, e o comunicado tornado público esta manhã.
Carlos Casteleiro anunciou em Novembro que os trabalhadores teriam de abdicar de pelo menos 10 por cento do salário, durante dois anos, e ficar sem subsídios de férias e Natal, caso contrário seriam despedidas 30 a 40 pessoas das 130 que ali trabalham.
As medidas, que abrangeriam também os funcionários com salário mínimo, eram justificadas com a necessidade se evitar a falência da Misericórdia, que segundo aquele responsável soma um passivo de cinco milhões de euros.
As medidas foram contestadas pelos trabalhadores e sindicato, que pedem que sejam apuradas responsabilidades sobre a gestão da Misericórdia.
Carlos Bicho, dirigente do Sindicato da Função Pública, lamentou em declarações à agência Lusa que «a mesa tenha optado pela demissão: em vez de contribuir para uma solução, só veio agravar o problema».
Segundo refere Carlos Bicho, «foi revelada uma incapacidade absoluta para encontrar soluções dentro do quadro legal».
Apesar das tentativas, não foi possível até ao momento contactar o presidente demissionário, Carlos Casteleiro.
TVI24