domingo, 29 de abril de 2012

Santa Casa da Misericórdia de Chaves


SALÁRIOS EM ATRASO

PCP exige transparência na Misericórdia de Chaves

16 Abril 2012
O PCP manifestou-se hoje solidário com os trabalhadores da Santa Casa de Chaves, com seis meses de salários em atraso, e exigiu uma "total transparência" na situação financeira da instituição.
A Misericórdia de Chaves apresenta dívidas a fornecedores e também cinco meses de salários em atraso e ainda o subsídio de férias de 2011 aos 215 trabalhadores da instituição.
Em comunicado enviado à
Por isso, os comunistas consideram "útil", dadas as funções sociais da instituição, uma total transparência da situação financeira da Santa Casa da Misericórdia de Chaves e de como se chegou a esta situação.
Por isso, assumem o "compromisso" de levar o problema dos salários em atraso à Assembleia da República, através do grupo parlamentar do PCP, para defesa dos interesses dos trabalhadores e das funções sociais da instituição.
A 09 e 10 de abril, os 215 funcionários da Santa Casa concentraram-se e manifestaram-se junto à sede da instituição, em Chaves, para reivindicar a regularização dos seis vencimentos em falta.

DN

Santa Casa da Misericórdia de Azambuja

Pensões são baixas e não cobrem o que a instituição gasta com o acolhimento 
Misericórdia de Azambuja vai pedir a famílias de idosos que ajudem nas despesas 

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Os familiares dos idosos internados no lar da Santa Casa da Misericórdia de Azambuja vão ser convidados a ajudar a suportar os custos que a instituição tem com os seniores. As pensões baixas, dilema de uma zona marcadamente rural, levam a que as mensalidades não cheguem para cobrir as despesas mesmo com a contribuição do Estado.

Edição de 2012-04-19
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Ana Santiago
A Santa Casa da Misericórdia de Azambuja vai pedir às famílias dos idosos internados no lar que ajudem a suportar os custos do acolhimento. Isto porque as mensalidades são de forma geral inferiores ao custo real que a instituição tem com cada sénior.
A maior parte dos idosos recebe pensões baixas na ordem dos 300 e 400 euros e a instituição só pode cobrar 85 por cento dos seus rendimentos. Mesmo com contribuição do Estado, através da Segurança Social, a quantia é insuficiente. Algumas famílias são chamadas a contribuir, dentro do que está estipulado a nível oficial, mas nem todas têm essa disponibilidade. “É um dilema de uma zona marcadamente rural”, constata o provedor, Sebastião Bexiga.
Com cada idoso internado na valência de lar a instituição gasta 930 euros enquanto que o valor médio das mensalidades ronda os 750 euros já com o apoio do Estado e das famílias, em alguns casos. A instituição só sobrevive, garante o provedor, porque conta com ajudas externas que permitem cobrir esta diferença.
“Recebemos alimentos que são doados pelas grandes superfícies da zona e parte dos bens do banco alimentar da luta contra a fome, que também distribuímos, são usados na alimentação dos idosos”, revela o provedor.
“A situação está difícil para que as pessoas possam libertar algumas importâncias mas temos que os confrontar. É uma realidade que não podemos omitir sob pena de criarmos uma situação insustentável no futuro”, analisa Sebastião Bexiga que lembra que a instituição tem despesas fixas de água, electricidade e gás além das remunerações e da alimentação dos idosos que tem que assegurar.
A maior parte dos idosos que a instituição acolhe na valência de lar é de Azambuja. Os residentes no concelho têm prioridade. A valência tem normalmente uma extensa lista de espera que é actualmente de 40 pessoas ao contrário do que acontece com o pré-escolar que sofreu uma diminuição depois da abertura do infantário da rede pública.
A instituição tem um projecto para um novo lar que está em reavaliar já que as regras se alteraram. A solução poderá passar por um alargamento do edifício do lar com mais 30 camas, um número inferior ao projecto inicial. O novo projecto terá sempre em conta as capacidades financeiras da instituição, ressalva o provedor.
Na festa que assinalou os 24 anos da valência de lar da Misericórdia, realizada na tarde de sábado, o provedor sublinhou que a casa pretende ser um espaço de vivência e recusou a ideia de que seja uma espécie de “antecâmara da morte” salientando a actividade assegurada por um animador cultural.
A Misericórdia de Azambuja tem 49 idosos em lar apoiados por 30 funcionários só nesta valência que funciona 24 horas por dia todo o ano.
Alguns dos utentes internados têm visitas regulares de familiares e passam o fim de semana em casa, o que não acontece noutros casos. “Para muitos esta é a única casa “, salienta o provedor que lembra que os funcionários tratam os utentes como elementos da família. “Às vezes basta uma conversa e o sorriso aparece”, constata.

O Mirante

Santa Casa da Misericórdia de Chaves


Trabalhadores da Misericórdia vão manifestar-se segunda e terça-feira para reclamar salários em atraso

Os trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia de Chaves vão manifestar-se, na segunda e terça-feira, para reclamar o pagamento de seis meses de salários em atraso, avançou hoje o sindicato dos trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP).

Em comunicado, a comissão sindical refere que os trabalhadores da Santa Casa estão com seis meses de salários em atraso e já "não aguentam mais esta situação".
Por isso, na segunda e terça-feira, pelas 10:00 horas, os 230 funcionários vão concentrar-se frente à sede da Misericórdia, no largo Caetano Ferreira, para "exigir" que se tomem medidas para pagar os vencimentos em atraso.
Aos funcionários, segundo o sindicato, não lhes resta outra alternativa senão lutar pelos seus direitos.
"Os trabalhadores estão conscientes dos seus compromissos e vão assegurar os serviços mínimos imprescindíveis para que não falte nada aos utentes desta casa", refere o comunicado.
No passado mês de fevereiro e, após uma reunião entre o provedor da Misericórdia, João Paulo Abreu, e o secretário de Estado da Segurança Social, Marco António Costa, ficou acordado que a instituição iria atribuir, através do Fundo Social de Socorro, uma verba à Santa Casa para regularizar as dívidas aos fornecedores e liquidar os salários em atraso.
Em declarações anteriores à Lusa e, apesar de não revelar o montante a ser entregue à Santa Casa, o provedor revelou que a instituição terá condições para pagar um vencimento por mês aos trabalhadores.
Acrescentando que a atribuição da verba prometida pelo Governo permitirá fazer com que o futuro a médio e longo prazo da instituição seja "mais sereno".
Além disso, frisou que desde que a nova mesa administrativa tomou posse, em setembro de 2011, foram tomadas medidas para "equilibrar" as contas, como a realização de um reajustamento financeiro que passou pela readaptação do quadro de pessoal.
Os contratos de fornecimento de bens alimentares, combustível, seguros e telecomunicações também estão a ser renegociados para reduzir as despesas porque a Santa Casa vive um momento "muito delicado".

Santa Casa da Misericórdia da Calheta


Santa Casa da Misericórdia da Calheta promove ciclo de conferências

'A Misericórdia Hoje' é o tema do ciclo de conferências promovido pela Santa Casa da Misericórdia da Calheta.
A iniciativa, realizada no âmbito das comemorações XXIII Dia da Misericórdia e do Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações, decorrerá nos dias 2, 9, 16 e 23 de Maio, no polivalente da instituição. As conferências destinam-se à população em geral e são precedidas de um momento musical com alunos do Conservatório da Escola de Artes da Calheta.
O Dia da Misericórdia será assinalado a 20 de Maio, com a entronização de novos irmãos e uma eucaristia. As celebrações têm início às 14h30 e contam a animação da Banda Municipal Paulense e grupo do Centro de Convívio da Instituição.
Programa:
2 de Maio - "Da Solidariedade ao Voluntariado"
Padre José Maia - Presidente da Direção do Colégio Internato dos Carvalhos
9 de Maio - 'Envelhecer com Coração, Alegria e Serenidade'
Enfermeira Fátima Mendes e Enfermeiro José Manuel (Especialistas emGeriatria)
16 de Maio - 'A Acção da Misericórdia'
Juiz Ferreira Neto
23 de Maio - 'A Família e Desafios'
Escritora Prof. Graça Alves
Actualizado em 27 de Abril, às 11:27



Santa Casa da Misericórdia de Fafe


Exposição evocativa dos Cortejos de Oferendas em benefício do Hospital da Misericórdia de Fafe

VALE DO AVE
  • 2012-04-26
A Santa Casa da Misericórdia de Fafe inaugurou no passado dia 20 de Abril no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, uma exposição evocativa dos Cortejos de Oferendas em benefício do Hospital da Misericórdia entre 1944 e 1965.
  • A iniciativa que se enquadra no programa das Comemorações dos 150 anos da Santa Casa da Misericórdia de Fafe (1862-1962), lotou por completo o auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, que foi pequeno para albergar a “família” da instituição que esteve presente em peso na sessão, assim como diversos representantes das colectividades do concelho, vereadores, professores, presidentes de junta, párocos e diversas pessoas da comunidade.

    A inauguração da exposição, composta por uma dezena de painéis enriquecidos com fotografias e documentos da época, e cuja coordenação e investigação esteve a cargo do historiador local, Daniel Bastos, foi precedida de uma singela cerimónia de enquadramento sócio - histórico sobre a realização dos Cortejos de Oferendas em benefício do Hospital da Misericórdia entre 1944 e 1965.

    Na recepção aos convidados, os dois principais dirigentes da instituição, nomeadamente António Marques Mendes, presidente da Assembleia-geral da Santa Casa da Misericórdia de Fafe, e Maria das Dores Ribeiro João, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Fafe, deram as boas vindas a todos, congratulando-se pela mobilização em torno da sessão, sintomático do papel estruturante que a instituição desempenha no concelho de Fafe.

    O historiador, Daniel Bastos, procedeu ao enquadramento sócio - histórico dos Cortejos de Oferendas em beneficio do Hospital da Misericórdia entre 1944 e 1965, focando que os Cortejos consistiram num conjunto de carros alegóricos que transportavam em desfile pelas principais ruas da cidade, em direcção ao Hospital, oferendas em dinheiro e géneros, essencialmente lenha, cereais e vinho, que mobilizaram transversalmente a sociedade local em torno da instituição de assistência.

  • O investigador, sustentou durante a sua explanação que a generosidade da comunidade foi determinante durante o Estado Novo (1933-1974) para a actualização e modernização da unidade de saúde, cujo apetrechamento resultou em grande medida da realização de Cortejos de Oferendas em benefício do Hospital da Misericórdia de Fafe nas décadas de 40, 50 e 60.

    A sessão seria encerrada pelo Presidente do Município de Fafe, José Ribeiro, que se congratulou pela abertura da exposição, realçando que a Câmara Municipal de Fafe irá atribuir na próxima Sessão Solene Comemorativa do 25 de Abril a medalha de ouro concelhio à instituição que se afirma hoje como a mais expressiva e relevante no nosso distrito, o que é notável e diz, só por si, da sua relevância.

    A exposição estará patente no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe até ao dia 4 de Maio, sendo que após esse período a mesma poderá ser requisitada junto da Santa Casa da Misericórdia de Fafe pelas freguesias do concelho e agremiações, de modo a que a população possa reviver a história dos três Cortejos de Oferendas que entre 1944 e 1965 se assumiram como grandiosas jornadas de caridade e mostruários representativos da cultura popular do concelho de Fafe.
Correio do Minho

Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso


Misericórdia da P. Lanhoso com cantina social

CÁVADO
  • 2012-04-28

Na passada sexta feira, dia 20 de Abril, foi assinado o Protocolo de Colaboração no âmbito da Convenção da Rede Solidária de Cantinas Sociais para o Programa de Emergência Alimentar, entre o Instituto da Segurança Social, I.P. e esta Santa Casa. 

Este Programa de Emergência Alimentar (PEA), de conceção e execução do Instituto de Segurança Social, IP, abrange todo o território continental, sendo dinamizado através de convenções com Instituições que disponham de uma estrutura que esteja em funcionamento para outra(s) resposta(s) social(ais) e que permita a confeção e distribuição destas refeições. O objetivo deste programa é o de garantir às pessoas e/ou famílias que mais necessitam, o acesso a refeições diárias gratuitas. 
Segundo um estudo efetuado pelo ISS, estima-se que no concelho da Póvoa de Lanhoso cerca de 132 pessoas incluídas em grupos com potencial risco de pobreza, possam usufruir somente de uma refeição diária. Com base nesta estimativa, foi sinalizada a necessidade de criar 2 cantinas sociais que dessem resposta a estes casos, sendo esta Santa Casa uma das Instituições indicadas para a sua operacionalização.

Assim, a Santa Casa disponibilizará 65 refeições diárias, destinadas consumo externo durante 7 (sete) dias por semana, para população residente no concelho. 

O acesso a este programa é determinado pela Santa Casa sendo prioritário para “idosos com baixos rendimentos, famílias expostas ao fenómeno do desemprego, famílias com filhos a cargo, pessoas com deficiência e pessoas com dificuldade em ingressar no mercado de trabalho”, que não estejam integrados noutro tipo de resposta social interna ou que já beneficiem de outro tipo de apoio ao nível da alimentação. 

Desta forma esta Santa Casa dá prossecução ao seu objetivo de caridade e missão cristã, chegando aos mais fragilizados e desfavorecidos. No momento estão-se a tomar as medidas necessárias para que o mais brevemente este Protocolo seja implementado.

Correio do Minho

quarta-feira, 4 de abril de 2012


Anadia: CADI promove venda de produtos

2012-04-03
 
 
 
O Projeto CADI, promovido pela Santa Casa da Misericórdia de Anadia, em parceria com várias entidades locais, vai dinamizar no âmbito da sua actividade “Empreendedorismo Jovem”, na primeira sexta-feira de cada mês, uma venda de produtos diversos: novos e usados, produtos tradicionais, objectos elaborados pelas crianças e jovens, produtos hortícolas, entre outros.
A venda será realizada no espaço exterior do projeto (Rua Fausto Sampaio, n.º10 – Anadia).
A primeira venda será atípica, pois realiza-se na quinta-feira, dia 5 de Abril (visto sexta-feira ser feriado) e decorrerá entre as 11h00 e as 18h00.
As próximas vendas serão entre as 15h00 e as 19h00, nos dias 4 de Maio, 1 de Junho, 6 de Julho e 3 de Agosto.
 
RB


Região Bairradina